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O Grande Roubo

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O Grande Roubo

Mensagem por Rhaegar Targaryen em Ter Jan 15, 2013 11:07 am

Agatha


Da janela do apartamento o vento frio entrava na sala, era uma noite de inverno comum, com muitos ventos frios, era uma noite relativamente calma para uma cidade grande. Ao longe se dava para ouvir os jovens na praça vivendo a sua noite de sexta feira. O relógio marcava meia noite. O telefone tocou o que não era comum, já que Agatha não tinha nenhum amigo recente, ela caminhou preguiçosamente até o telefone e atendeu.

-Alô?!
-A.? A. é você? – Um tremor percorreu todo o corpo de Agatha, a quanto tempo ela não ouvia aquela voz, e como que ela ainda era tão familiar que as lágrimas encheram os seus olhos.
-Lila? Por que você está ligando à uma hora dessas? E como conseguiu esse número?
- A. você precisa voltar, ele não me disse que este número era seu, somente disse para ligar. Encontre-me no nosso lugar amanhã às nove. É importante A. eu não ligaria se fosse.

Com isso Lila desligou o telefone e uma sensação horrível encheu o peito de Agatha. Ela correu até o seu quarto e digitou rapidamente o número da companhia aérea. Uma mulher de voz rouca atendeu impacientemente.

- UOP linhas aéreas?
- Oi! Eu quero uma passagem emergencial para a França, para o primeiro voo que partir.
- Quem você acha que é para falar assim? – O tom de raiva encheu o peito da mulher. – Os próximos voos estão lotados. Não posso fazer nada pela senhora.
- Pode sim, protocolo emergencial 099, digite ai no seu computador e você vera o que é. E eu não sou uma senhora, sua mal educada.

Agatha conseguia ouvir o barulho da mulher digitando freneticamente, aquilo sim era rapidez. Logo ela falou novamente ao telefone com uma voz mais suave.

- Muito bem! Seu voo saí às 1:30, não precisa passar no guichê, pode entrar diretamente pela pista de embargue. Acento 20, primeira classe, bom voo para sua senhoria.
- Obrigado! E qual é o valor?
- Sem valor.
- Ótimo.

Fazer as malas foi fácil, Agatha somente jogou as roupas dentro e fechou, a segunda mala foi a mais complicada, uma imensidão de armas foi colocada dentro dela, revolveres, pistolas, uma metralhadora desmontada, facas e adagas. Uma terceira mala foi feita carregada com munição e granadas de diferentes tipos. Ninguém a pega desprevenida, mesmo durante o voo. Depois de tudo pronto o táxi chegou, o motorista bem educado a ajudou a colocar as malas no carro, o que não era necessário. Ele soltou um burro de surpresa quando carregou a mala com armas.

- Uau! O que você mulheres levam que fazem suas malas ficarem tão pesadas?
- Querido! Nós viajamos preparadas para matar.

A piada arrancou um sorriso dos lábios de Agatha o que a vez parecer mais verdadeira.

- Bem que a minha mãe dizia: “nunca enfureça uma mulher, pode ser a última coisa que você faz na vida.”
- Sua mãe é detentora de uma grande sabedoria. Nós mulheres somos muito letais.

E com isso ele arrancou o carro e seguiu rumo ao aeroporto, em sua bagagem de mão Agatha podia sentir o peso do pequeno revolver, aquele era o seu filho. Mas o que mais incomodava eram os toques gélidos e afiados das facas em sua canela, costelas e por algum motivo a faca escondida dentro da bota direita havia furado a meia e agora estava desconfortável.

A viagem até o aeroporto foi rápida e relativamente confortável, o motorista tinha habilidade. Ele estava se dirigindo para a área destinada ao desembarque de quem estava chegando ao aeroporto. Carros, táxis, vãs, ônibus e uma infinidade de pessoas inundavam o lugar.

- Não meu querido, siga para os portões ali na lateral, entro por outro local.
- Avião particular?
- Quase isso.

O taxista seguiu as suas instruções e seguiu para os portões laterais. Assim que chegou um dos guardas os parou, e o taxista abaixou o vidro.
- Filho, você deve desembarcar o seu passageiro bem ali. – Ele indicou na direção do mar de gente.
- A minha passageira disse para seguir para cá, algo sobre avião particular.
- Avião particular? – Ele se dirigiu ate Agatha que já havia abaixado o vidro do carro. – Garota, que estória é essa de avião particular?
- Meu caro guarda, vá até o seu computador e digite o seguinte código. – Agatha entregou ao guarda um pedaço de papel, onde uma sequência de números estavam escritos. – Meu Deus, como é complicado fazer uma simples viagem. – O guarda se dirigiu até o computador na cabine próxima e logo voltou apresado e lhe devolveu o papel. – Tudo okay?
- Claro! Pode seguir.

Com isso o portão foi aperto e as barrigadas foram levantadas. O táxi seguiu e deixou Agatha em uma porta lateral ao terminal de embarque. Ela pegou as suas malas que ela agradeceu por terem rodinhas e entrou no terminal, onde deixou a sua mala mais pesada e ficou com a mala de mão.

Assim que entrou no avião, Agatha se dirigiu a sua poltrona, que estava vazia assim como todo o resto do avião, exceto pelos comissários de bordo, ninguém a incomodou. Os restantes dos passageiros depois de alguns minutos começaram a entrar e se acomodar. Uma mulher gorda, vestida em uma imensidão de casacos de pele. Agatha não agüentou e soltou um pequeno sorriso, a mulher percebeu e olhou para ela com um olhar feio, parecia que a poltrona ao lado de Agatha ficaria desocupada, mas quando ela menos esperava um jovem se sentou ao seu lado, com um salto.

- Oi! – Ele disse para ela, com um sorriso travesso no lábio, aquele não era mais um dos meninos riquinhos esnobes que viajavam de primeira classe, Agatha podia sentir aquilo, principalmente porque ele havia pulado em uma poltrona de couro branco.
- Olá! Não se deve pular nas poltronas, sabia? – Agatha disse aquilo com um ar de “oi, eu sou uma menina chata e insuportável”
- Okay! Se quiser me sento novamente mais educado. – Aquilo arrancou um sorriso de Agatha, e ela olhou novamente para a mulher gorda e seus malditos casacos. – O que está olhando ali? – O garoto se virou e viu a mulher com casacos de pele. – Ela deve estar assando.
- Não no ar condicionado do avião, mas ela se esqueceu que na França agora é verão, espero que ela não tenha somente casacos de pele na bagagem.

O garoto sorriu para Agatha com seus dentes brancos, eles não eram totalmente perfeitos, mas contratavam bem com sua pele morena, que caiam perfeitamente com os olhos anil, que eram escondidos pelos cabelos pretos e encaracolados.

- Você está indo para a França também? – Ele perguntou como se aquilo o interessasse muito.
- Sim! Por que?
- Bom, não são muitas pessoas legais que encontravam na primeira classe.
- Bom eu não sou tão legal assim. Eu já matei pessoas.

As gargalhadas vieram juntas e divertidas, todos os outros passageiros olharam para eles. Agatha não estava vestida como uma menininha rica estava de tênis all star, calça jeans e uma camiseta com uma das estampas da Keep Calm, o que atraiu mais atenção ainda. O garoto desconhecido estava vestido com um estilo skatista o que aumentava ainda mais a desaprovação dos outros passageiros da primeira classe.

- Então você é uma matadora de aluguel? E eu nem sei o seu nome.
- Não sou uma matadora de aluguel. – Disse Agatha com um sorrisinho. – E meu nome é Geneviv, e o seu? Não vale Toni Hawk.
- É assim tão na cara? Me chamo Gustavo, e não sou skatista, somente gosto do estilo.
- Entendo, dizem que calças muito apertada deixam o homem impotente sabia?
- Cara eu sou como uma Ferrari potencia de sobra.

Mais gargalhadas, o aviso de apertar o cinto acendeu no painel e Agatha se virou e colocou os seus. O avião começou a andar pela pista, e a tremedeira habitual se estabeleceu enquanto ele decolava.

- Odeio essa parte. – Declarou Gustavo.
- Existem coisas piores no mundo.
- Tipo?
- Cair em um poço bem fundo.

Gustavo olhou para ela com um olhar que dizia: quem faz esse tipo de comparação? Assim que o avião estabilizou, Gustavo soltou um gemido de alivio. Pela janela dava para ver a imensa ilha de luz que era a cidade, e quando mais o avião se afastava dela, mais aquela bela ilha de luz parecia solitária em um mar de escuridão. E novamente a voz de Lila invadiu a sua mente, “Encontre-me amanhã no nosso lugar às nove.”. Agatha não sabia o porque, mas sabia que algo não muito agradável estava para acontecer, ela se afundou na poltrona e o mal estar veio.

- Está tudo bem?
- Mais ou menos, só me lembrei que odeio voar com a cabeça cheia de problemas.
- Então relaxa. – Gustavo se aproximou mais dela e a beijou, e sem perder tempo Agatha retribuiu o beijo.

“A vida é curta Agatha, então a aproveite enquanto pode. Tem camisinhas na sua mala de mão”. Isso sim era uma consciência esperta.
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Re: O Grande Roubo

Mensagem por Rhaegar Targaryen em Ter Jan 15, 2013 11:50 am

Lila


O bar estava cheio, mas estava confortável. O gosto do seu brilho de cereja era a coisa que ela vai gostava naquele momento. A banda que estava tocando no pub tinha um som muito bom, Lila amava bandas indie francesas, simplesmente o toque indie com a língua francesa combinava de alguma forma amável.

O homem mais velho sentou a sua frente, ele estava em uma roupa social o que em um pub Frances era raro. Mais da metade dos que estavam ali naquele lugar essa noite não devia ter mais do que 25 anos, já que era madrugada de sábado e dia estava quase amanhecendo. A banda cantou a sua ultima música e começou a fazer os agradecimentos finais.

- Você é a 02? – Perguntou o homem em um francês rápido e culto. Dava para ver em sua cara que ele estava desgostoso de estar naquele lugar.
- Sim sou eu, e você é o contratante. – Lila foi direto ao assunto, já eram quase 6 da manhã e ela iria encontrar com Agatha as 9, o que a deixaria com pouco tempo para tomar um café descente, se banhar e colocar uma roupa descente.
- Sim, sim. Aqui está a sua missão. – Ele entregou à Lila a sua maleta, ela a abriu e tirou de lá um pen drive e o colocou em sua bolsa. – A sua amiga vai vir?
- Isso eu te informo depois, estou atrasada. Você pode pagar a minha conta como um sinal de gratidão e garantia.

Com isso Lila saiu do Pub, ela estava como qualquer jovem se vestia no verão, shorts, tênis, e uma camiseta de malha larga e com o ombro esquerdo a mostra. Ela foi caminhando até o ponto de ônibus como todos os outros jovens que estavam no pub, e como sempre alguns estavam bêbados de mais.

- Ei, Lila! – Uma voz atrás dela a chamou, uma voz feminina, irritante e que Lila odiava profundamente. – Achei que prostitutas não tiravam folga nas sexta!
- Então é por isso que você está voltando para casa de ônibus, Marta? A sua mãe não vem e buscar porque está cansada de mais do serviço? – Lila disse aquilo na maior tranquilidade, e com a sua voz mais arrogante. Todos no ponto caíram na gargalhada.
- Você se acha a melhor não é Lila? – Marta nunca desistia de uma discussão, isso era a única coisa pela qual Lila sentia afeição por ela.
- Não Marta, eu SOU a melhor. – E com isso ela virou as costas para Marta.
Depois disso o ponto ficou silencioso e com a aproximação do ônibus todos se levantaram, para a sorte de Lila quem estava dirigindo era Cécile e parou o ônibus próximo a ela, que entrou primeiro e depositou as moedas para liberar a catraca.

- Bonjour Cécile.
- Bonjour Lila.

Lila se sentou no primeiro conjunto de bancos perto da saída, e colocou os seus fones de ouvido e apertou play no seu Ipod, logo os seus ouvidos foram invadidos pelo delicioso som da música Reel Around the Fountain.O ônibus seguiu preguiçosamente pela cidade, depois de meia hora de viagem o seu ponto de descida estava próximo. Lila se levantou e apertou o sinal para a parada, o ônibus logo parou.

- Bom final de semana Lila. – Cécile disse do banco do motorista.
- Para você também Cécile.

Ela desceu e começou a caminhar, o céu estava com uma bela cor, um azul com púrpura, o amanhecer do dia era sempre bonito em Paris. O prédio de Lila não era longe do ponto de ônibus, ela colocou a chave na porta e entrou, era um prédio da década de 60 e Lila amava coisas da década de 60. Ela caminhou até o banheiro e colocou a banheira para encher, e foi preparar o seu café da manhã. Depois de tomar o seu café ela entrou na banheira e relaxou.

Depois de um belo banho, Lila saiu da banheira e caminhou nua até o quarto. Ela se enxugou e se vestiu rapidamente, já era 7 horas e Agatha devia estar se preparando também. Já fazia dois anos desde que vira a sua melhor amiga, dois longos e dolorosos anos. Lila parou em frente ao espelho e seco seus cabelos ruivos que caiam um pouco abaixo dos ombros, a pele branca deixava os olhos verdes destacados. Ela passou um batom vermelho para deixar os lábios provocantes, pegou sua bolsa e conferiu se a carteira estava lá. Depois de tudo certo saiu do apartamento e pegou um táxi.

- Jardins das Tulherias! Se você chegar lá em meia hora te pago o dobro.
- Okay.

O motorista arrancou o táxi a mil e voo pelas ruas, em exatamente meia hora o Jardins das Tulherias já se destacava na paisagem. O motorista parou próximo à calçada e ela colocou a mão na bolsa.

- Quanto deu a corrida?
- 50 euros, como você vai pagar o dobro dá 100 euros.
- Tudo bem!

Lila tirou da carteira 5 notas de 20 euros e dá para o taxista. Ela desce e entra no parque, ela começa a correr já que faltava somente meia hora para as 9 horas, Agatha já devia estar esperando ela. Foi ai que ela à viu, ela nunca iria confundi Agatha com mais alguém, ela era única.

- A. – Lila gritou e começou a correr em direção a amiga, lágrimas já brotando dos seus olhos. – A. o meu Deus você veio mesmo. – O abraço foi forte e cheio de sentimentos, ela enterrou o rosto na mata de cabelos negros de Agatha, ela sentiu o cheiro de seu perfume sempre delicado e sentiu saudades daquele aroma tão familiar.

- Lila, claro que eu viria você me ligou e parecia desesperada, eu estava morrendo de saudades também. – A voz de Agatha estava firme como sempre, determinada e pronta para dar uma ordem. – Lila, por que você me chamou?
- A. eu preciso da sua ajuda, desculpe-me, mas você é a única pessoa que pode me ajudar agora.
- E o que é?
- Um trabalho, não um trabalho qualquer, mas o trabalho.
-Lila...você sabe que eu saí dessa vida.
-Sério, por que então você está fortemente armada?
- Lila, estamos em um local público.
- Vamos para o meu apartamento então, e poderemos conversar melhor lá.
- Não, eu não vou entrar nessa.
- Não é? Vai perder toda a diversão.
- Qual é o trabalho?
- Um assalto a banco, mas não é qualquer tipo de assalto.
- Deus! Vamos para o seu apartamento.

E novamente Lila pegou um táxi, pelo menos o transito não estava tão complicado para a direção do seu apartamento. Ela e Agatha se sentaram no táxi e uma olhou para a outra com um olhar amoroso.

-Então como foi o voo?
- Foi bom, sabe como é. Viagens internacionais são sempre chatas, mas eu consegui um brinquedinho para me distrair.
- Qual o nome dele?
- Gustavo. Parece um modelo, e super gente boa
- Vai investir?
- Nada! Sabe como isso é perigoso de mais.

As duas gargalharam fortemente, o taxista olhou para elas pelo retrovisor. A alegria pairou no ar e as duas ficaram olhando uma para a outra.

- Por que você foi embora? – A pergunta saiu antes que Lila pudesse segurar.
- Lila...E-eu sei que foi chato, mas eu tinha que ir. Quando o Victor morreu... E-eu me desculpe!
- Você foi embora, no momento que eu mais precisava de você, no momento que eu mais estava vulnerável. Ele era o meu irmão A. e alguns dias depois de perdê-lo, eu perco você, aquilo foi de mais para mim.

As lágrimas caíram de seus olhos como cachoeira, Agatha a abraçou fortemente e ela pode sentir que ela também estava chorando.

- N-nunca foi a minha intenção ir embora. Eu nunca quis te deixar, eu nunca quis embora. Mas depois que o Victor morreu naquele trabalho eu fiquei desesperada, eu não sabia o que fazer e quando vi eu fui embora.
- Você ficou dois anos sumida, dois anos. Sabe o que é isso? Achamos que você tinha sido capturada e morta que você estava sendo torturada, pensamos o pior.
- Hey, não se desespere eu voltei, e vamos trabalhar juntas novamente. Como nos velhos tempos.
- Achei que tinha saído dessa vida.
- Acabei de voltar.

E com isso o táxi parou em frente ao apartamento de Lila, e elas desceram. Agatha nunca tinha estado ali. Elas entraram e subiram as escadas até o andar de Lila. Era reconfortante está na sua casa, e Lila estava morrendo de sono não dormia até desde o dia anterior. Ela caminhou até o quarto e buscou o seu notebook, Agatha estava preparando café para elas sem Lila nem pedir.

- Você está horrível Lila, passou a noite na gandaia?
- Aham, sabe como é. Eu tenho que viver.

Agatha sorriu para ela e serviu o café em duas xícaras e se sentou ao lado de Lila.

- Então qual o trabalho?
- Simples. É uma sequência de assaltos a bancos, começaremos pelo Société Générale.
- Roubo a banco? Lila desde quando viramos esse tipo de pessoa.
- Desde que dentro de algum desses bancos há um diamantes que vale mais de 60milhões de euros.
- Chame a equipe, temos um banco para assaltar. O cliente quer assalto discreto ou um grande espetáculo?
- Ele disse que fica ao nosso critério.
- Chame a equipe então, Paris vai virar um pequeno inferno daqui a algumas semanas.
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Re: O Grande Roubo

Mensagem por Nanda em Ter Jan 15, 2013 5:21 pm

Seu primeiro capitulo está muito legal. Gostei do Gustavo com esse jeito descolado. Parece ser um garoto legal,
Cara eu também ando armada... mas minhas armas são minhas maquiagens oaksoaksoaks Ela fazem um estrago quando alguém dorme durante as festas de família.
Gostei, vou acompanhar sua Fanfic Wink

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Re: O Grande Roubo

Mensagem por Nanda em Ter Jan 15, 2013 5:33 pm

EU AMOOO, histórias sobre assaltos e policiais. Meu filme predileto é Jogos entre Ladrões com o Antonio Banderas.
Coitada da Lila que perdeu o irmão e não tinha ninguém para apoiar :/ Sei como deve ser difícil isso.
Pobre Gustavo. Foi considerado um brinquedinho pela Agatha :/
Quero mais, poste logo o/

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Re: O Grande Roubo

Mensagem por Rhaegar Targaryen em Qua Jan 16, 2013 10:40 am

Obrigado =)... to escrevendo o terceiro capitulo, mas não é tão fácil escrever uma história em uma cidade desconhecida kkkk, mas ta saindo XD.

A Agatha ainda vai surpreender, vc vai ver =)

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Re: O Grande Roubo

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