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Só mais uma história de amr..

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Só mais uma história de amr..

Mensagem por Dan Mathew em Qui Set 27, 2012 6:43 pm

Eai td bem ..fikei cm vontad de escrever uma fic tbm.
Bom , como eu não tenho tanta criatividade assim como otimas escritoras aqui no forum ...eu resolvi escrever
baseado numa historia de um livro que eu li...eu mudei muita coisaa...praticamente 60 por cento da historia..
Peço a todos que vao ler ...q deixem seu comentario ..seja criticando ou elogiando


Eh isso espero q leiam e gostem ...nao sei se sou o primeiro homem a escrever uma fic aqui rs
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Dan Mathew

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Re: Só mais uma história de amr..

Mensagem por Dan Mathew em Qui Set 27, 2012 6:49 pm

a HISTORIA se passa numa vinicola nos EUA,Nappa Valley.

Os personagens
Vincent Carter- socio de Sophia, trabalha e mora na mansao
Sophia Giambelli- herdeira da vinicola,trabalha e mora na mansao
Pilar Giambelli- mãe de sophia ,mora na mansao
Tereza Giambelli- Avó de sophia, dona da vinicola mora na mansao
Eli Carter- Avô de vincent,casado cm tereza
David Cutter- trabalha e mora na mansao,na vinicola
Maddy Cutter- filha de david ..tem 15 anos,mora na mansao
...


obs
sophia e vince nao sao parentes consanguineos,apenas seus avós se casaram.
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Dan Mathew

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Re: Só mais uma história de amr..

Mensagem por Dan Mathew em Qui Set 27, 2012 6:52 pm

VINCENT CARTER TENTAVA SER INVISÍVEL. DETESTAVA FESTAS GRANDES. Gente demais com quem falar, poucas demais a quem tinha alguma coisa a dizer. Já havia feito seus planos. Uma horinha de festa. Depois podia sair sem ser visto, ir pra casa, assistir a um jogo pela ESPN e ir dormir.
Não se importava de olhar as pessoas, sobretudo quando pareciam tão elegantes, educadas e tentando parecer melhores do que aquelas com quem conversavam.
Era como assistir a uma peça e desde que pudesse ficar só sendo platéia, dava para aguentar um pouco.
Vince avistou Pilar,a mãe de Sophia,gostava dela e até teria ido falar com ela se David Cutter já não estivesse lá. Cutter irritava-o antes de mais nada, mas tinha de dar-lhe pontos pela rápida ação do flerte. O beijinho na mão foi uma boa jogada, que pareceu aborrecer o ex de Pilar que alias estava também na elegante festa.

— Por que está aí parado sozinho?
Vince baixou os olhos e franziu a testa para Maddy.
— Porque não quero estar aqui.
— Então por que está? Você é adulto. Pode fazer o que quiser.
— Continue pensando assim, menina, que só vira à decepção.
— Você simplesmente gosta de ser irritável.
— Não, eu simplesmente sou irritável.
Ela franziu os lábios e fez que sim com a cabeça.
— Certo. Posso tomar um gole do seu vinho?
— Não.
— Na Europa, ensinam as crianças a apreciar vinho.
Disse isso de forma tão majestosa, ali parada, coberta com um vestido preto e uns sapatos altos que qse a fazia parecer mais velha, Vince teve vontade de rir.
— Então, vá para a Europa. Aqui isso se chama chave de cadeia.
— Estive na Europa, mas não me lembro muito bem. Vou voltar. Talvez more em Paris por algum tempo. Eu estava conversando com o Sr. Delvecchio, o fabricante de vinho. Ele disse que o vinho era um milagre, mas na verdade é apenas uma reação química, não é?
— É as duas coisas. E nenhuma das duas.
Vince respondeu com a astucia de um verdadeiro vinicultor.
— Tem de ser. Eu ia fazer uma experiência e imaginei que você podia me ajudar.
Vince piscou os olhos para ela, uma menina bonita, pessimamente malvestida e com uma mente fértil.
— Como? Por que não fala com seu pai?
— Porque você é o vinicultor. Achei que eu podia pegar algumas uvas, botar numa tigela e ver o que acontece. Pegaria outra tigela, com o mesmo tipo e peso de uvas, e faria algumas coisas. O tipo de coisa que você faz.
— Eu como uvas numa tigela — ele disse, mas ela o divertia e o fez achar graça.
— Veja, uma das tigelas seria deixada de lado, milagre do Sr. Delvecchio. A outra, eu processaria com aditivos e técnicas,reações químicas. Depois ia ver qual tinha funcionado melhor.
Mesmo que use o mesmo tipo de uva, terá variações entre os testes.
— Por quê?
— Você fala das compradas em loja nesta época do ano. Talvez não tenham vindo do mesmo vinhedo. Mesmo que tenham, envolvem variações. Tipo de solo, fertilidade, penetração da água . Quando são colhidas. Não se podem testar as uvas na videira, porque já estão fora. O sumo em cada tigela poderia ser muito diferente, mesmo que você deixasse as duas de lado.
— O que é sumo?
— Suco. — Vinho de tigela, ele pensou. Interessante. — Mas, se quiser fazer a experiência, deve usar tigelas de madeira. A madeira dará ao sumo uma certa personalidade. Não muita mas um pouco.
— Uma reação química — disse Maddy com um sorriso.— Está vendo? É ciência.
— Meu bem, o vinho é isso e muito mais. Sem pensar, ele ofereceu-lhe a taça.
Ela tomou delicadamente, desviando o olhar apenas para garantir que o pai não estava por perto. Experimentando, deixou o vinho rolar na língua antes de engolir.
— É muito bom.
— Muito bom? — fazendo não com a cabeça, ele tomou de volta a taça. — Este é de uma excepcional safra Pinot Noir. Ela deu um sorriso encantador.
— Você vai me mostrar os grandes barris de vinho e as máquinas um dia?
— Vou. Claro.


NAO ERA UMA GRAÇA? PENSOU SOPHIA. O GRANDE E MAL-humorado Vincent Carter entusiasmado no que parecia uma conversa séria com a Mortícia em miniatura.E parecia divertir-se. Estava com uma bela aparência.
Sophia não estava acompanhada,tinha q receber muitos convidados e conversar sobre a empresa com algum deles,por isso seria melhor que estivesse sozinha.Mas Vincent parecia ser um cara paciente e entenderia se ela tivesse que abandona-lo por um instante para cumprimentar algum convidado.No momento, achou que Vince se encaixava nesse papel.
Levaria algum tempo para conseguir chegar até ele. Afinal, tinha obrigações a cumprir. Mas o mantinha no canto da visão quando começou a abrir caminho entre a multidão.
“Sophia Giambelli” pensou Vince...herdeira de uma das mais importantes indústrias de vinho do mundo,seu sobrenome há mais de um século estampado nos rótulos das milhares garrafas de vinho q circulavam no mundo todo.Vince e Sophia trabalhavam juntos há mais ou menos 3 meses.Ele, um importante e experiente vinicultor.Ela, uma excelente publicitaria,que carregava brilhantemente o sobrenome,seguindo os passos da vó que a criara ensinando a arte de se fazer vinho.Uma ,sem duvida, maravilhosa profissional...e bela mulher.
Sophia. Estonteante como sempre.Elegante,alta ...belas pernas...uma mulher com belas pernas pode ganhar o mundo ,pensou Vince.
Com certza sabia se vestir e portar.Cumprimentava todos convidados dando devida atenção a eles...e discutindo sobre diversos assuntos,mas principalmente sobre vinicultura.Sophia trabalhava em São Francisco,no coração da cidade ,mas há três meses foi convocada pela avó a trabalhar no Castello,era como chamavam a enorme mansão aonde se situava em Napa Valley,lugar rural, e aonde se situava a interminável plantação de uvas.Uvas.Vinho.É exatamente aí aonde Vince se encaixava.Era o chefe de operações, mas adorava colocar a mão na massa e trabalhar junto cm os trabalhadores na plantação.Cuidar de uma planta era um trabalho que precisava de atenção e cuidado.Vince sabia ser paciente, talvez por isso se deu tão bem na profissão.
Capítulo Oito
Sophia esperou o momento propício. Precisava pegar o pai sozinho para dizer o que tinha a dizer. Prometeu a si mesma que seria calma, madura e clara como cristal. Perder as cabeça não era uma boa opção.
Não se surpreendeu ao ver o pai enfiado numa mesa de canto, flertando com Kris. Isso a revoltou um pouco, mas não a surpreendeu vê-lo jogar charme em cima de outra mulher.Ele era galinha ..sabia disso.Tony Avano.Pai galinha.
— Kris, lamento interromper este afetuoso momento, mas preciso falar com meu pai. A sós.
— É um prazer ver você também. — Kris levantou-se. — Faz tanto tempo que se deu ao trabalho de aparecer no escritório que quase esqueci como você é.
— Não creio que eu deva prestar contas a você, mas não deixarei de enviar uma foto.
— Princesa.. — começou Tony.
— Pai. — Sophia manteve o tom de voz tranqüilo, nivelado, mas o olhar que disparou ao pai fez desaparecer a cor do rosto dele e fechar sua boca. —Teremos uma reunião, Kris, no meu escritório, quando meu horário permitir. Por esta noite, deixemos os negócios de lado em favor de assuntos pessoais. Pode se considerar com sorte por ter sido eu quem viu vocês antes de sua esposa. Agora preciso falar com meu pai sobre negócios de família.
— Com você ao volante, sua família não vai ter muito do que se pode chamar de negócios. —Kris levantou-se e passou a ponta do dedo pelas costas da mão de Tony. — Mais tarde — murmurou e saiu sem pressa.
— Sophie, você teve uma impressão totalmente errada. Kris e eu estávamos apenas tomando um drinque de confraternização.
O olhar dela dilacerou-o como uma lâmina.
— Poupe isso para sua esposa. Eu conheço você há mais tempo. O tempo suficiente para não ter o mínimo interesse por suas trepadas. Por favor, não interrompa — disse, antes que ele pudesse expressar um protesto nervoso. — Não vai levar muito tempo.
— Ora, Sophie. Ele se levantou, estendeu o braço para tomar a mão da filha, mas ela se afastou.
— Sei que não fala a sério. Lamento que esteja contrariada.
— Não, não lamenta. Lamenta eu estar encostando você na parede e cobrando o seguinte: você se casou hoje, e não se deu ao trabalho de me dizer. Esse é o primeiro ponto.
— Princesa, foi uma cerimônia simples, pequena...
— Só me deixe terminar.Você veio para uma reunião de família, vovó fez um gesto mt caridoso o convidando,e vc ainda fica exibindo sua nova mulher como se nada tivesse acontecido, além de inoportuno é.. bastante insensível de sua parte,porque você não teve a decência de primeiro contar à Mamãe sobre o casamento. Esse é o segundo ponto.
Elevara a voz, apenas o suficiente para fazer virarem algumas cabeças. Constrangido, Tony chegou mais perto. Tomou o braço dela e puxou-o com delicadeza.
— Por que não vamos lá para fora, que eu explico? Não há necessidade alguma de fazer uma cena aqui.
— Ah, há sim. Toda necessidade. Porque olha a sacanagem, seu canalha. Você jogou essa mulher na cara de minha mãe. — Espetou um dedo no peito dele e assumiu o controle. fica sentado aqui, babando por mais uma mulher... e jovem o bastante para ser sua filha, se você se lembra que tem uma. Esse é o terceiro ponto. Fique longe dela e de mim. Mantenha distância e cuide para que sua esposa faça o mesmo. Ela deu uma brusca meia-volta, recuperou-se, captou o divertido e falso sorriso no rosto de Kris. Deu um passo nessa direção,raivosa e poderosa. Então sentiu agarrarem-lhe o braço e afastarem-na multidão.
— Má ideia — disse Vince, tranquilo, deslizando o aperto do braço para a cintura, para mantê-la perto. — Na verdade, péssima ideia assassinar membros do executivo na festança da empresa. Vamos lá para fora.
— Não quero ir lá para fora.
— Mas precisa. Está frio. Você esfria. Até agora só obteve uma plateia, pessoas que estavam perto o bastante para ouvir você destralhar seu pai. Parabéns, aliás. Mas soltando fumaça assim, vai acabar tendo um troço.
Ele quase a empurrou pela porta.
— Pare de empurrar, pare de me arrastar. Não gosto de ser guiada por um homem.
Desprendeu-se com um safanão, virou-se e por um triz não o acertou.
— Vá em frente. O primeiro golpe é grátis. Depois deste, eu revido.
Ela inspirou fundo, e tornou a inspirar, olhando-o furiosa.
Era, pensou Vince, escandalosa e magnífica. E perigosa como uma dinamite de pavio curto.
— É isso aí ..se acalma,respira mais vezes— ele disse, assentindo com a cabeça. — Mais algumas e talvez você consiga ver além do sangue nos olhos.
— Que canalha!
Ela se afastou das paredes cobertas planta do terraço com vista magnifica, dos arbustos cheios de luzes. Longe das risadas, da música que pulsava contra as janelas altas e estreitas. Foi ate ao corrimão do terraço, perto de uma coluna branca, onde podia descarregar a raiva até ficar mais uma vez calma.
Ele ouviu-a resmungando em italiano. Parte, ele entendia e nada daquilo parecia agradável.
— Não pude evitar — ela disse, voltando-se para onde ele estava
Baixou as mãos agitadas.
— Não, não imagino que pudesse. Sempre foi uma moleca mimada e malcriada.
Como fazia frio, e ela começava a tremer, ele tirou o paletó e o colocou em volta dos ombros dela.
O acesso de raiva ia sumindo, deixando-a triste e fragil por dentro.
— Não me incomodo com ele e Kris, apesar de isso complicar o meu departamento.Ela trabalha pra mim,é temperamental. Sei lidar com isso.Mas ELE magoa minha mãe.
— Ela está se recuperando, Sophie. Vai ficar bem. — Vince enfiou as mãos nos bolsos, para não ceder à enorme vontade de acariciá-la e abraça-la. Ela parecia muito infeliz. — Lamento que ele tenha magoado você.
— É. Bem, qual a novidade? — A explosão de raiva deixara-a com uma maçante dor de cabeça. — Acho que devo agradecer a você por ter me tirado de lá antes que eu perdesse o controle com os espectadores.
— Dispenso os agradecimentos.Só fiz oq qualquer um com noção faria.
Ela virou-se, viu pela expressão em seu rosto que ele começava a ficar sem graça. Como achou isso engraçado, beijou-o de leve no rosto.
— Mesmo assim, obrigada. Eu não estava gritando, estava? Perco a noção quando tenho um ataque de raiva.
— Não muito, acho que quem passava de carro na estrada não ouviu.
Disse ele sorrindo.
— Eu tentei. Bem, creio que já terminei meu trabalho aqui. Que tal me acompanhar de volta até a festa? Pode garantir que eu não tenha mais uma explosão de raiva.
— Acho que sim. Quer seu casaco?
— Seria muito bom. — Ela sorriu e mostrou o paletó a ele. — Eu estou com o seu.
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Re: Só mais uma história de amr..

Mensagem por Eternal em Sex Set 28, 2012 10:44 am

Depois vem gente dizer que as pessoas só deveriam comentar oque gostam... Pra mim não funciona assim, vamos analisar isso, mas antes:
Bom , como eu não tenho tanta criatividade assim como otimas escritoras aqui no forum
Sem querer ofender mas já ofendendo: escritoras boas até agora só vi uma que tem uma fic na qual os pontos fortes são superiores aos negativos. Não citarei nomes.

VINCENT CARTER TENTAVA SER INVISÍVEL. DETESTAVA FESTAS GRANDES
Isso é o título? Sério?

Já havia feito seus planos. Uma horinha de festa
Mais um com erros de vírgula... Eu não sei se gosto ou não de citar erros desse patamar

Separe os pontos das palavras anteriores a eles, além de ficar massante, qualquer gramática diz que está errado.

Narração e descrição de personagens... Uma fic pode ter só narração, mas não pode ter só falas...

que só vira à decepção.
Aqui não se usa crase

que qse
Você gosta mesmo disso, né? Coisinha: não se usa nas fics Feliz

Mal organizada, pouca narração que tem não é nada demais. Eu poderia ficar aqui quotando todos os erros de vírgula e gramática presentes na fic, mas ninguém leria todo. Está ruim Ideia sem nenhuma inovação para justificar algo grande. E é isso. Uma fic que não passa de ruim (colocaria um 2,5) mas eu sei que virão pessoas que não sabem o que é uma crítica me tacar pedras dizendo que ''não precisava ter lido''. Eu leio, eu critico, mas isso na intenção de fazer com que os novatos na área (coloca novato nisso, você lê mesmo?) vejam seus erros e os concertem. Não precisa entrar em depressão nem fechar a fic, a cada capítulo tente se livrar do erro apontado no último, assim no final teremos algo que pode evoluir bastante.

É para isso que criticas existem, Pri.
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Re: Só mais uma história de amr..

Mensagem por Dan Mathew em Sex Set 28, 2012 10:59 am

Hahaha obrgado ..por ler e se dedicar tanto
Vou tentar melhorar....prometo
Realmente nao levei a serio a ortografia...no prox cap vou tentar vir cm mais acertos que erros.
rs eh pra isso q servem as criticas ..
Obgado pelo comment, ...agra fikei confuso
Eh a pri ou a luna ?
Bom obgd msm assim




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Re: Só mais uma história de amr..

Mensagem por Luh Gomes em Sex Set 28, 2012 9:28 pm

Vicent já começa assim..?? Caideira hein..
Festa é uma coisa tao BOA… kkk
HOMENS e o VICIO com futebol, eu nao consigo entender isso.
Agora comecou a esquentar a coisa, aquela que promete que vai ter uma boa 'briga'
Um que gosta de outro q irrita o outro. é disso que gosto.
Nao sei pq mas gostei um pouco do Vicent. Ele ta me atraindo.
"Vince piscou os olhos para ela, uma menina bonita, pessimamente malvestida e com uma mente fértil." Mente fértil é comigo.. kkkkk
Gostei da Maddy...
"Morticia" maldade..
Kris safada.. Ta querendo o vey.
Como Sophia é um amor. "Nao creio que eu deva prestar contas a você, mas nao deixarei de enviar uma foto" Curta e grossa.
Ja vi que ela e o pai se 'amam'

Adorei o Vicent.. E a Sophia tenho que saber mais dela..
E fui com a cara da Maddy..

Continue assim..
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Re: Só mais uma história de amr..

Mensagem por Dan Mathew em Seg Out 01, 2012 3:29 pm

OS JARDINS DA VILLA ESTAVAM muito enfeitados. Os terraços eram enfeitados com flores e árvores de figuras. Grupos de mesa atraíam os convidados, a noite estava bela. Chegando à villa...os dois se dirigiram ao salão de festas. O salão estava lotado e Sophia foi agradecer e cumprimentar alguns convidados. Mas logo prestou atenção em Vince, e foi em direção a ele...
Rindo, ela o arrastou para a pista de dança.
— Sorria, Sr Carter.
Vince virou os olhos para Sophia.
— Por quê?
— Porque vai dançar comigo.
— Por quê? — Ele suspirou quando ela lhe tomou a mão. — Desculpe. Fiquei tempo demais com Maddy. A garota não pára de fazer perguntas.
— Vocês dois parecem estar se dando bem...Sabe a gente dançaria melhor se você me tocasse de verdade.
— Certo. — Ele passou a mão pela cintura dela, — É uma garota interessante e inteligente. Você viu meu avô?
— Não o vejo há algum tempo. Por quê?
— Quero falar com ele. Depois imagino que, tendo feito isso, possa ir para casa.
— Nossa você realmente adora um festa hein..! — Ela deslizou a mão pelo ombro e, brincalhona, agradou os cabelos dele. Muito cheios, pensou. Todo rebelde e loiro de sol. — Viva um pouco, Vince. É uma festa de fim de ano.
— Ainda não. Resta muito trabalho a fazer antes do fim do ano.
— Escute. — Ela cutucou mais uma vez os cabelos dele para que ele parasse e prestasse atenção nela ao invés de correr com os olhos o salão à procura do avô. — Não tem trabalho a fazer esta noite, e eu ainda devo uma a você por ter me resgatado.
— Você não estava em apuros. Todos os demais estavam. — Não era gratidão o que ele buscava, mas distância. Uma distância segura. Ela era sempre perigosa, mas colada num homem era letal. — E quero examinar alguns gráficos e desenhos. Qual a graça? — quis saber, quando ela começou a rir de um jeito sexy. Ela não precisava se esforçar...era uma mulher muito sensual por natureza.
— Eu só estava imaginando como seria se você algum dia se soltasse um pouco. Aposto que é um selvagem, Sr Carter.
— Claro que eu me solto..só estou com a cabeça no trabalho — ele resmungou, evitando olhar diretamente em seus olhos...era muito perigoso.
— Me diga alguma coisa. — Ela roçou os dedos pela nuca dele, gostou do jeito como seus olhos se estreitaram e prestaram atenção nela. Olho no olho.— Qualquer coisa que não tenha nada a ver com vinho ou trabalho.
— Que mais existe?
— Arte, literatura, uma experiência infantil, uma fantasia ou um desejo secreto...
— Minha fantasia atual é me mandar daqui.
— Ahh...que isso!Capriche. Vamos lá. A primeira coisa que lhe vier à cabeça.
Ele hesitou por um momento...mas resolveu dizer.
— Arrancar este vestido de você, e ver se seu gosto é igual ao seu cheiro. — Ele esperou um momento...e cansado de esperar uma resposta disse frustado — Que maravilha, isso calou você.
— Apenas momentaneamente, estou avaliando minha reação. Porque não era exatamente o que esperava. — Ela inclinou a cabeça para cima e examinou o rosto dele. Gostava dos olhos, sobretudo agora, quando escuros de desejo por ela. — Como se sente em relação a isso?
— Já respondi a perguntas suficientes por uma noite.
Ele começou a recuar, tímido talvez, mas ela o impediu apertando a mão no seu ombro. Achava que ele gostava do carinho dela ...apesar de parecer arredio e um pouco bravo.
— Que tal a gente cumprir o dever aqui e depois ir para sua casa?
Propôs sophia.
— E tão fácil assim para você?
— Às vezes, é.
— Não para mim, mas obrigado. O tom dele se tornou desinteressado e frio quando afastou mais uma vez o olhar dela e circulou pelo salão. — Mas eu diria que você tem um monte de alternativas aqui, se estiver a fim de uma ficada rapidinha de uma noite só. Eu vou para casa.
Ele recuou e afastou-se.
Ela levou quase dez segundos para recuperar a respiração, e mais três para a fúria se desaparecer. A demora permitiu que ele saísse do salão e descesse o primeiro lance de escada,...mas de repente ela o segurou.
— Não, não vai. — Ela disse as palavras, baixinho, e o contornou. — Aqui dentro. Entrou no escritório da família e fechou as portas com força.
— Cazzo ! Culo ! Seu filho-da-mãe.
Mesmo então, a voz saiu baixa e controlada. Ele não tinha ideia o quanto ela se esforçou para continuar falando baixinho.
— Você tem razão. — Ele interrompeu-a antes que ela cuspisse todo o veneno. — Aquilo foi despropositado e desnecessário, e eu sinto muito. —
A desculpa, dada com tranquilidade, transformou a raiva em lágrimas, mas ela as reprimiu por pura força de vontade.
— Sou uma chata, em sua opinião, porque penso em sexo como um homem.
—Eu não disse com essas palavras...— Ele disse para irritá-la, exatamente como ela o irritava sempre.
— Estaria tudo muito bem se eu fingisse ser dificil, se deixasse você me seduzir. Mas, como sou honesta, sou barata. — Sophia ameaçou a chorar.
— Não! — Ele prendia os braços dela agora. — Você me deixa excitado. Sempre deixou. Eu não devia ter dito o que disse. Nem feito o que fiz. Pelo amor de Deus, não chore.
— Eu não vou chorar.
— Ótimo. Tudo bem. Escute, voce é linda, excessiva e além da compreensão. Consegui manter as mãos longe de você até agora, e vou continuar mantendo.
— Está com elas em mim agora.
— Desculpe. — Ele deixou os braços caírem dos lados. — Desculpe.
— Está me dizendo que me insultou porque é covarde?
— Escute, Sophie. Vou para casa esfriar a cabeça. Vamos voltar ao trabalho amanhã e esquecer que isso aconteceu.
— Acho que não. Eu deixo você excitado, é? — Ela deu-lhe um empurrãozinho, avançando, e ele recuou. — E por isso você tem que me humilhar?
— Foi uma atitude errada. Já pedi desculpa.
— Não me convenceu.
Ele estava muito perto dela agora. Vince não resistiu, e disse.
—“Não me convenceu” ? Então vê se assim eu te convenço!
Agarrou-a pelos braços. Só restou a reação dela.
Ela tinha a boca quente, macia e ,irresistivelmente, sabia o que fazia com ela. Provava voraz, a dele. O corpo sensual, gostoso e muito feminino. Colado intimamente com o dele, ele ficou com a mente vazia. Ela tinha o gosto igual ao cheiro, ele ficou sabendo. Um gosto escuro, perigoso e feminino.
Ele puxou-a mais para perto, antes que ela pudesse evitar, e respondeu ao beliscão dos dentes dela, mesmo quando seu coração batia além do suportável.
Num minuto, ela se enrascava nele como uma trepadeira exótica, estranguladora, e no seguinte desprendeu-se dele, deixando-o sem um pingo de sangue na cabeça.
— Ainda não me convenceu...
Ela correu um dedo levemente pelo seu lábio e voltou-se para mais uma vez abrir as portas com força.
— Espere um minuto, droga.
Mas ela já havia ido embora.
-----------------------------
Sophia estava em seu quarto agora. Quando alguém bateu a porta. Sua avó entrou.
Tereza fechou as portas atrás de si. E disse.
— Vi você correr atrás de Vincent uma hora atrás.
— Humm.
Deixando o assunto por aí, Sophia pintou com cuidado os lábios.
— Você acha, porque sou velha, que não reconheço a expressão no seu olhar?
— Que expressão, Nonna?
— Sangue quente.
Sophia deu uma leve encolhida dos ombros e repôs a tampa no batom.
— Tivemos uma discussão.
— Uma discussão não exige a substituição do batom. — Rindo agora, Sophia se virou.
— Que olhos penetrantes você tem, vovó. Nós tivemos uma discussão, e eu resolvi à minha maneira. Para mim, é legal e moral beijar Vince, Nonna.
Não somos parentes consanguíneos. Ele é neto do seu segundo marido.
— Eu amo você, Sophia. E amo Vincent.
Sophia amoleceu. Tais palavras raras vezes saíam da boca de Tereza.
— Eu sei.
— Eu não pus os dois juntos para machucarem um ao outro.
— Por que nos pôs juntos?
— Pelo bem da família. A sociedade fortalece a nossa empresa. — Como o dia havia sido longo, Tereza entregou os pontos e sentou-se. —Trata-se de um ano crucial para o vinhedo. Vocês trabalham muito bem. E juntos poderiam ser melhores ainda.
Sophia deu um longo suspiro e assentiu com a cabeça.
—Confio em você vovó, e no seu julgamento. Vou dar o máximo de mim a empresa.
—Ótimo.Você é uma linda jovem.
— Alguns dizem que me pareço com minha avó.
Tereza deu um pequeno sorriso.
— Um pouco, talvez. Você lembra mais, porém, seu avô. Ele era lindo, como uma pintura. Eu me casei por dever, mas não foi uma provação. E ele era bondoso. A beleza é uma arma, Sophie. Cuidado com o uso que faz dela, pois vai se voltar contra você.
Sophia sentou-se.
— Eu sou... dura, Nonna?
— É.
Tereza estendeu o braço e tocou de leve a mão da neta.
— Não é uma coisa ruim. Uma mulher frágil é moldada com muita facilidade.— Vou dizer o que penso. Você não é frágil, e segue o seu caminho. Estou satisfeita com você. Acho apenas que ser dura pode torná-la frágil, se não tiver cuidado. Tome cuidado.
— Está satisfeita comigo, Nonna, porque, ao seguir meu caminho, eu sigo o seu?
— Talvez. Você é uma Giambelli. O sangue se revela.

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Re: Só mais uma história de amr..

Mensagem por Miriam Salvatore em Qui Out 04, 2012 11:58 am

Nussa que complexo isso..
Esse pegação teimosa deles kkkk
Eu fiquei com pena da Sophie ela se cobra de mais...
E o Vince tambem ele é muito centrado...
Adorei a Nona ela sab de tudo kkkk
Posta mais dear vc usou palavras muito interessantes aqui
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Re: Só mais uma história de amr..

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