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Especial: Concurso de Halloween!

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Re: Especial: Concurso de Halloween!

Mensagem por Mothers monsters em Ter Nov 22, 2011 6:17 am

Resultado:
Vencedora da One-Shot especial de Halloween é JuhSalvatore.Parabéns sua história estava muito bem escrita e formulada.
Seus merecidos prêmios são:
Premios: 1º lugar – Plaquinha de primeiro lugar personalizada, 200 pontos, 3 avatares a sua escolha.
Segundo Lugar vai para Viic.Seus prêmios:
2º lugar – Plaquinha de segundo lugar personalizada, 100 pontos e 1 avatares a sua escolha.

É claro que como todo concurso que fazemos aqui,temos que pedir a permissão dos autores para postar sua história aqui.JuhSalvatore e Viic permitem?
Podem pedir seus prêmios a Dawn.
Obs:Os pontos já foram creditados em sua conta e as placas ja serão feitas,por favor mande uma MP para Dawn pedindo apenas os avatares.
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Mothers monsters
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Re: Especial: Concurso de Halloween!

Mensagem por JuhSalvatore em Ter Nov 22, 2011 7:27 am

NOOOOOOOOSSAAAAA
SÉRIO MESMO? LOOOOOOL
NÃO CREIOOOO!
claro que pode postar aqui
ficaria mega agradecida!

e Viic, parabéns amiga linda!
vc merece amr!
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Re: Especial: Concurso de Halloween!

Mensagem por Viic em Seg Nov 28, 2011 12:01 pm

OMGGG, eu consegui o segundo lugar bounce
por essa eu não esperava *----*
obg Juh, e parabéns pra vc tbm amiga mega talentosa, com certeza a sua one deve estar incrível Very Happy é nois, bate 0/ kkkkk
claro que podem postar meninas Smile
bjoos

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Re: Especial: Concurso de Halloween!

Mensagem por JuhSalvatore em Qua Nov 30, 2011 7:28 am

é nois Viiczinha!
a sua tbm deve estar perfeita! eu vou amar ler!
eu tbm não esperava pelo resultado! kk'
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Re: Especial: Concurso de Halloween!

Mensagem por Dawn em Seg Dez 12, 2011 10:39 am

Plaquinhas especias:

Juh:

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espero que gostem. Very Happy

As Ones serão postadas a seguir

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Re: Especial: Concurso de Halloween!

Mensagem por Mothers monsters em Seg Dez 12, 2011 10:47 am

One da JuhSalvatore:
Spoiler:
Três da manhã

Rachel sabia que era seu fim. Naquele quarto do sanatório, sabia que morreria, que sua vida terminaria aquela noite. O que chegava a ser, talvez, um alívio. Haviam dois torturantes meses que Galadean a visitava toda a noite. E cada noite, exatamente às três horas da manhã, o pesadelo começava. E ele era cada vez pior.
Lembrava-se do primeiro dia de seu sofrimento, o princípio do fim de sua vida. Era dia 29 ou 30 de outubro, não lembrava bem, quando ela havia violado o túmulo de Galadean Gresch com o namorado dela, para ganhar uma aposta por um litro de vinho.
“Um miserável litro de vinho, que custou a vida de Buck e a minha.”
- Você não morreu, Rachel... pelo menos não ainda. – Aquela voz sarcástica e tão sexy ecoou de trás da garota, fazendo-a soltar um grito quase emudecido pelo pavor.
- Vo-você... – Rachel não conseguiu falar nada, por que não havia o que ser dito. Ela morreria, e isso era certo.
- Ora, senhorita Felts, não se acostumou ainda com a minha agradável presença?
- Saia daqui, seu... demônio. – disse, tentando jogar-lhe toda a sua raiva contida, reunindo para isso o máximo de coragem que conseguiu e tentando pronunciar a palavra ‘demônio’ como uma ofensa. Mesmo assim, sua voz saiu tremula e quase inaudível.
- Finalmente, Rachel. – Sussurrou ele, aproximando-se da garota, mordiscando a sua orelha e beijando-lhe o pescoço. – Depois de dois meses, você finalmente acertou o que eu sou: um demônio.
- Você MATOU o Buck. – Ela ressaltou a palavra ‘matou’ como se a mesma fosse uma ofensa.
- Por que ele mereceu. – falou, como se estivesse anunciando que pagou gorjeta para um garçom. A mesma tranqüilidade, a mesma serenidade, a mesma naturalidade.
Em outras circunstâncias, Rachel olharia para aquele homem de cabelos pretos e olhos azuis e o acharia o ser mais lindo que ela já havia visto. E de fato era, se não fosse pelo fato de que ele a mataria em breve.
- Por que a gente? Dentre todos os que já fizeram isso, por que eu e Buck?
- Por que, minha querida, vocês estavam no lugar errado, na hora errada.
Galadean segurava a garota pela cintura, e olhava no fundo dos olhos dela. Quem olhasse de longe, pensaria que eles eram namorados. Na verdade, entretanto, Rachel tentava se debater, tentava fugir, tentava gritar, mas de nada adiantava. Seu corpo não a pertencia mais. Ela era dele. Por alguns momentos, ela era totalmente dele.
- Ah, você é uma garota tão doce... e bonita. É uma pena eu ser alguém desalmado, cruel e temível. Se não fosse assim, poderia levar-te para ser minha rainha das trevas.
- Eu jamais iria, não em sã consciência.
- Olhou para você nos últimos minutos, garotinha? Eu poderia te beijar agora, e você me beijaria de volta, sem ao menos refletir. Você está sobre o meu comando, e sabe disso. – Galadean deu um meio sorriso lindo e gentil, e por um momento, Rachel pensou que ele não a mataria. Depois, uma chama de crueldade reluziu no olho dele.
- Está chegando a sua hora, Rachel Felts. A hora em que eu terminarei com a sua vidinha mundana e despresível. A hora em que me alimentarei de sua alma.
- Por que você está fazendo isso comigo? Por que você me dá esse aviso?
- Não está na cara? Assim é muito mais divertido para mim. Encare o fato, pequena Rachel: eu sou um demônio. O sofrimento nos olhos da presa é minha maior fonte de prazer.
O quarto da garota começou a encher-se de uma névoa azul clara, com um cheiro forte e fétido. A temperatura baixou em uma velocidade inimaginável, as luzes todas se apagaram e todos os barulhos cessaram. Até a luz da lua que entrava pela janela desapareceu misteriosamente, e o único som que se ouvia era a respiração pesada e entrecortada dos dois: a da garota banhada pelo pânico, a do demônio regida à emoção.
Rachel olhou para o relógio. Eram quase três da manhã.
O lindo demônio aproximou-se ainda mais dela, vagarosamente. Seu rosto era sereno, mas Rachel sabia o que estava por vir.
- Rachel, se eu tivesse um coração e fosse piedoso, escolheria não matá-la. É realmente um desperdício matar alguém tão bela e jovem como você, que me seria uma ótima rainha das trevas. – sussurrou Galadean, em seu ouvido, uma paixão invadindo sua voz, de maneira quase inaudível. – Mas sou um demônio, tenho que fazer isso. Afinal, como você bem sabe, eu não tenho um coração, eu não sinto piedade. – concluiu, agora em tom ameaçador.
- Então faça logo. – disse Rachel, as palavras saindo de sua boca sem permissão. Porém o que saiu não foi em tom desafiador. Ela havia... se oferecido, oferecido sua alma a ele.
- Não antes de fazer algo. Desculpe-me Rachel, mas não posso matá-la antes disso. – disse Galadean, e depois beijou Rachel, de uma maneira mais doce do que ninguém jamais houvera feito. Por um momento, quase enganara Rachel. – Viu? Eu falei que poderia beijá-la sem que você reagisse.
Quando suas bocas finalmente se afastaram, ela estafa confusa. Não teve tempo de entender.
-Adeus, Rachel Felts. – um sorriso cínico banhou as feições dele.
E então a escuridão tomou Rachel por inteira. Ela sabia que estava morta, sentia isso. Mas, por mais confuso que fosse, estava feliz. Não sabia por que, mas estava. E antes de rumar ao desconhecido, apenas uma imagem lhe invadiu a mente: Galadean.
E eram três da manhã.

One da Viic:
Spoiler:
A noite que todos esperavam havia semanas finalmente chegara: o baile de Halloween.
Para evitar o trabalho de procurar um par, Harry, Rony e Hermione combinaram de ir juntos.
Os dois garotos saíram do dormitório masculino conversando animadamente e misturaram-se aos muitos outros alunos da grifinória que esperavam ansiosos na sala Comunal o rosto da professora Mcgonagall surgir no buraco do retrato e avisar que podiam descer.
- Como as meninas demoram para se arrumar – reclamou Rony depois de algum tempo.
- Pode crer – Harry concordou – Espero que a Mione pelo menos se dê ao trabalho de usar uma fantasia.
- Ei! Eu estou usando uma fantasia – defendeu-se Rony.
Ele usava as vestes do uniforme escolar com seu chapéu pontudo.
- Rony, nós já somos bruxos – argumentou Harry – Isso não conta como fantasia.
- Para os trouxas conta. E pelo menos eu não estou usando uma capa preta esquisita e esses dentes de plástico ridículos – retrucou o ruivo.
- Eu sou um vampiro, ué – Harry deu de ombros – Pelo menos estou fantasiado.
- Como se eu não estivesse – Rony bufou.
- Boa noite senhores – os dois se viraram na direção da voz grave e depararam-se com um enorme trasgo.
Rony gritou e Harry puxou sua varinha.
- Eu disse que ele ia gritar como uma mulherzinha – disse um dementador.
Ou pelo menos era o que parecia à primeira vista. Um garoto muito alto usava vestes longas e pretas com um capuz que cobria seu rosto. Logo Harry descobriu que era Jorge. Ele quase rolava de rir.
- É só o Fred, Rony – explicou Jorge dobrando o corpo ao meio enquanto as gargalhadas o sacudiam – Você tinha que ter visto... a cara que você fez!
- Fred? – Harry franziu as sobrancelhas para o trasgo.
- Presente – respondeu o monstro com uma reverência debochada.
- Feitiço de transfiguração – disse Rony – Eu já sabia, só estava enganando vocês.
Jorge imitou o gritinho que Rony emitira. Até Harry ria agora.
- Idiotas. – resmungou Rony amarrando a cara.
- Jorge? – uma garota morena se aproximou timidamente deles.
Ela era muito bonita. Parecia ser do terceiro ano e usava vestes longas e prateadas, seus longos cabelos loiros soltos em cachos que iam até a cintura. Seus olhos eram de um azul muito claro e a luz das velas fazia sua pele parecer de seda. A maquiagem esfumaçada a fazia parecer uma graciosa boneca de porcelana.
- Há! – Rony exclamou vitorioso – Viu, ela está de bruxa! Isso não quer dizer que não esteja fantasiada.
- Eu estou de veela – corrigiu a garota com um ar ofendido.
- Não ligue para ele Angie, vamos – Jorge fuzilou o irmão com os olhos antes de se afastar com ela.
- Aquela menina não é do sexto ano? – perguntou Harry observando os dois se afastarem.
- É. Angelina é a garota mais bonita da turma – disse Fred com um suspiro – Ainda não entendi como Jorge conseguiu que ela aceitasse sair com ele.
- Esse bafo não vai te ajudar em nada a conseguir um par, colega – comentou Rony tapando o nariz.
- Faz parte da dura vida de um trasgo – o monstro/Fred deu de ombros antes de se afastar para procurar Dino.
À exceção de alguns outros poucos alunos que vestiam as vestes da escola como Rony, a maioria parecia ter gostado da ideia de se fantasiar no dia das bruxas. Enquanto alguns nascidos trouxas usavam fantasias como a de Frankstein, Hulk, vampiro e personagens de filmes conhecidos como Darth Vader, outros haviam se vestido de lobisomem, hipogrifo, trasgo e elfo doméstico. Havia também outras fantasias, como os que escolheram encarnar bruxos conhecidos como o próprio diretor da escola, Dumbledore, famosos jogadores de quadribol como Vitor Krum e outros esquisitos personagens como Bleedle, o bardo. Além daqueles que haviam optado pela transfiguração e assumiram a forma de animais bizarros, alguns que Harry nunca tinha visto antes.
- Podem descer! – a professora Mcgonagall finalmente apareceu.
Foi uma confusão de pessoas tentando sair pelo buraco do retrato ao mesmo tempo.
- Formem uma fila! – esgoelava-se Percy estufando o peito com seu distintivo de monitor-chefe – Todo mundo parem de empurrar e FORMEM UMA FILA!
Ninguém dava ouvidos a ele.
- O que fazemos agora? – perguntou Harry olhando para o dormitório das garotas – Mione ainda não desceu.
- A gente espera ela lá embaixo – Rony deu de ombros.
Os dois juntaram-se à aglomeração de alunos. Saíram da sala comunal, desceram alguns lances de escada, dobraram algumas esquinas e atravessaram o saguão de entrada para chegar ao Salão Comunal.
O enorme aposento fora decorado com centenas de abóboras iluminadas por dentro com velas, uma nuvem de morcegos e serpentinas alaranjadas que esvoaçavam pelo teto nublado. As mesas das Casas foram empurradas contra as paredes e mesinhas de aparência delicada com lanternas de papel preto estavam espalhadas por quase todos os lados, ao redor de uma larga pista de dança. Harry não reconheceu a banda que se posicionava em um estreito palco perto da mesa dos professores.
- Espero que a Hermione apareça logo e... – Rony parou de falar abruptamente e engasgou.
Harry esperou que ele completasse o raciocínio e olhou para o amigo depois de um minuto de silêncio. Ele encarava um ponto qualquer às costas do moreno e seu queixo tinha caído. Harry se virou para ver o que o amigo olhava.
Era Hermione.
Mas ela estava... diferente.
No topo de sua cabeça, uma tiara graciosa enfeitava seu cabelo que caía liso como uma cascata cor de chocolate sobre seus ombros. A pele cor de leite fazia contraste com os olhos escuros, ressaltados por uma leve sombra também escura. O gloss cor de rosa chamava a atenção para sua boca bem desenhada. Ela usava um vestido de um tom rosa-claro, tomara-que-caia e estilo princesa. O corpete que destacava sua cintura fina dava a Hermione um ar delicado e elegante. A saia do vestido era cheia, em camadas, como uma rosa invertida, e ela segurava um fino bastão de cristal em uma das mãos.
Parecia uma linda fada.
Ela sorriu para Harry e o garoto sentiu seu coração acelerar.
O que era tudo aquilo? Mione estava maravilhosa, mas ainda assim... por que ele se sentia tão estranho? Suas mãos começaram a suar e ele sentiu uma fisgada no estômago, não exatamente ruim...
- Oi meninos – ela disse ao chegar perto deles - desculpa a demora.
- Uau – disse Rony – Que transformação hein, Mione?
- Tá dizendo que normalmente eu sou feia? – ela ergueu as sobrancelhas.
- Não! Claro que não eu só... eu... – Rony olhou para Harry como quem pede ajuda.
- Você tem tanto tato, Weasley – bufou a garota.
- E você está vestida de quê? Uma fada? – Rony tentou mudar de assunto.
- Não, sou Glinda, a Bruxa Boa – explicou Mione – De o mágico de Oz.
- Nossa – disse Harry antes que pudesse se conter – você está muito... muito...
- Muito o quê? – ela o incentivou a continuar com um ar de quem se diverte.
- Rony! – Lilá apareceu sabe-se lá de onde e abraçou o garoto pelo pescoço.
- Você está muito gata nesse vestido – Harry disse rapidamente enquanto sentia o rosto esquentar.
Hermione ficou vermelha também e sorriu para ele.
- Obrigada – ela disse – Você também ficou lindo de vampiro.
Harry sentiu o forte calor em seu rosto espalhar-se por todo o corpo.
Uma música lenta começou a tocar e Lilá puxou insistentemente o braço de Rony:
- Vamos dançar? Adoro essa música Ron, me tira para dançar.
Um tanto sem jeito o ruivo foi com ela para a pista de dança.
- Quer dançar? – Harry perguntou para Hermione, hesitante.
- Claro.
Quando as mãos dos dois se entrelaçaram um arrepio percorreu o garoto. Ele não fazia ideia do que estava sentindo, talvez fosse apenas efeito daquela nova e tão feminina Hermione ou da música lenta, mas ele não queria que acabasse.
Foram para a pista e ele envolveu a cintura dela com um braço e ergueu o outro, com a mão ainda entrelaçada na da garota. Eles começaram a se mover lentamente, em silêncio. Olhavam nos olhos um do outro e um clima diferente surgia entre os dois. Harry percebeu que a puxava para mais perto até seus corpos quase se colarem. E notou também quando a menina estremeceu. Olhou para ela curioso, sem saber se tinha ido longe demais e a encontrou sorrindo e corada.
Sentiu vontade de inclinar a cabeça e...
Rony e Lilá esbarraram neles, estragando o clima.
- Foi mal gente, esses sapatos novos estão me atrapalhando... – desculpou-se Rony com as orelhas coradas.
- Ai! – gritou Lilá quando o garoto pisou com força em seu pé.
- Desculpa.
- Tudo bem, não tem problema – Lilá mancou até Hermione e a puxou pelo braço – Vamos sentar um pouco? Estou morrendo de fome. Amei seu vestido, Hermione.
- Obrigada – a garota agradeceu e deixou-se levar meio relutante – Adorei... hã...
Lilá era uma das poucas pessoas que tinha ido vestida com as roupas da escola, como Rony.
- Seus brincos – continuou Hermione, tocando um dos brincos compridos de ouro da garota – São lindos!
- São mesmo, né? Foram presente da minha avó.
As duas foram conversando até uma das mesinhas, seguidas por um Rony constrangido e um Harry confuso. Ele quase tinha beijado sua melhor amiga. O que estava errado com ele?
A comida estava deliciosa. Todos comeram e repetiram. Harry se pegou olhando constantemente para Hermione enquanto Lilá tagarelava. A garota retribuía seus olhares, baixando os olhos de vez em quando meio envergonhada. Eles passaram um bom tempo conversando e comendo até que começou o espetáculo apresentado pelos fantasmas de Hogwarts. Então Lilá quis ver tudo mais de perto e arrastou Rony para uma das mesas mais próximas aos fantasmas, onde suas amigas não paravam de rir e fofocar.
Hermione tremia um pouco de frio.
- Esqueci o casaco na Sala Comunal – ela disse quando viu que Harry tinha percebido.
- Senta aqui – ele deu um tapinha na cadeira ao seu lado.
A garota trocou de cadeira e Harry passou um braço ao redor de seus ombros, cobrindo-a parcialmente com sua capa de vampiro.
- Harry... – ela murmurou olhando em volta.
Mas ninguém prestava atenção neles, todos estavam entretidos com a encenação de Nick Quase Sem Cabeça, o fantasma da grifinória, de sua decapitação incompleta.
Hermione olhou para o amigo e entreabriu os lábios. Daquela vez quem se aproximou primeiro foi ela.
Eles estavam completamente perdidos naquele novo sentimento que despertava entre os dois.
- Vai ser o nosso segredo do Dia das Bruxas – murmurou Harry rouco.
Depois inclinou a cabeça e beijou a amiga.
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Re: Especial: Concurso de Halloween!

Mensagem por Viic em Seg Dez 12, 2011 6:45 pm

OMG juh !
eu ameeeeei a sua one, ficou tão perfeita!
deu até vergonha da minha >.<
parabéns, você mereceu muito o prêmio amr Very Happy
devia pensar em ser escritora profissional, eu compraria seus livros sem pensar duas vezes *--*
muuuuuuuuuuito perfeita!

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Re: Especial: Concurso de Halloween!

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