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The Crow And The Butterfly

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Re: The Crow And The Butterfly

Mensagem por MaryAnn BWay em Sex Maio 03, 2013 10:53 pm

Capítulo 09 - White Knuckles

Anonymus falando:
Batendoo recordes na velocidade da postagem
Ia sair antes mas tivemos alguns imprevistos
Tipo o sono q n ta me deixando raciocinar mt bem

MaryAnn falando:
huahauaahauhauahaau, fato!
Tarde, mas tentando cumprir a meta de um capítulo por semana, aqui vamos nós, queridinhos!
Desejamos uma boa leitura e não se preocupem: a ação, desespero, lágrimas, suor, prazer virão! (não necessariamente nesta ordem rsrs)

Beeeijos!

XXX

Capitulo 9 - White Knuckles

Aeroporto Galeão – Rio de Janeiro - Brasil

O sol batia sobre as grandes vidraças que fazia parte do corredor de desembarque do aeroporto. Estava muito quente como sempre. Arthur já havia esquecido a sensação de estar sendo praticamente cozido debaixo de suas roupas.

“Porque há sempre um longo caminho para percorrer no desembarque de um aeroporto... Não era mais fácil fazer o saguão do lado do local de pouso?”

Estava na hora de religar o celular e cair novamente de cabeça na quente realidade daquele lugar. Enquanto caminhava até o local que pegaria sua bagagem, Arthur começava a sentir a mistura de admiração pelo o que ocorreu e medo pelo que estava por vir. Havia deixado inúmeros assuntos pendentes quando saiu. Sua vida sentimental estava em ruínas. Fugir foi o único remédio que ele havia pensado em tomar.
Um som de guitarras começou a tocar no fundo...

Mas já?” Arthur puxava o telefone de seu bolso. Deu um meio sorriso quando viu quem estava ligando.

– Fala, Leonardo Di Caprio!
– Diga lá, Arthur Back to the future! - A voz respondia num grito do outro lado da linha.
– Há! Isso tudo é saudades? - A voz irônica de Arthur soava como se estivesse falando com sua esposa.
– Sempre! Quem é que me faz companhia nas minhas noites de frio?

Arthur desistiu de manter aquela conversa com uma gargalhada.

– Cara, você é tão gay! Mas, e então, o que me conta?
– Eu não conto nada... Quem tem que me contar é você... E tem que ser hoje. Liguei justamente para isso. 19:00 no lugar de sempre? – Leonardo parecia afoito.
– Claro!
– Ok, então, deixa eu ir, porque estou no meio do trabalho. Bem vindo de volta! – Leonardo dizia animadamente.
– Um abraço, a gente se fala então. – e desligaram ao mesmo tempo.

“Leonardo Ascolta... Só ele pra me ligar assim que desço do avião”.

A conversa rendeu o tempo de Arthur chegar ao saguão para pegar sua mala. Apesar da multidão em volta, ela foi facilmente identificada e carregada até a saída.
O portão de desembarque do Galeão fica no andar abaixo do embarque. O formato de arco que a parte da frente do aeroporto tem, dá uma bela vista da parte descoberta do estacionamento abaixo e também, panoramicamente do céu. Arthur deu o primeiro passo para fora após a porta automática se abrir. O sol tocou sua face, fazendo-a esquentar quase instantaneamente e dando a ele uma sensação de dormência, já que estava no ar anteriormente.

“Respire fundo... Você está de volta”. Pensou enquanto olhava para o sol.

XXX

Paris – França.

Candace parecia animada.
Tom a olhava e ria.

– O que foi? – ela perguntava.
– Você... Parece que, sei lá, sofreu um choque... Mas, seria um choque para reanimá-la para a vida... – ele sorria.
– É, pode ser... – ela ponderava sorrindo.

Eles estavam tomando um café, durante uma pausa das palestras.
A Convenção havia melhorado bastante. Na verdade, os palestrantes dos primeiros dias é que não foram muito felizes. Não sabiam expor suas idéias, não eram dinâmicos e nem davam exemplos práticos. Isto matava qualquer um.
Neste terceiro dia, o palestrante era dinâmico e Candace já o conhecia. Tinha um acervo de livros dele. Era emocionante poder escutá-lo ao vivo. Até mesmo Tom, que estava tão desanimado quanto ela, ficou esperto rapidinho. Ele também procurava aprender ao máximo para poder voltar ao Brasil, em São Paulo e continuar com um brilhante trabalho junto à Delegacia da cidade de São José dos Campos.
Tom poderia ter seus pecados, mas, ninguém poderia negar o quanto ele era profissional e inteligente. Sabia como conduzir uma diligência e inquéritos como poucos. E ele só tinha 27 anos. Havia terminado a Faculdade e se preparado arduamente para ingressar na carreira pública.
Ele também era um irmão devotado e fiel. Amigo de Candace. Protetor, mas não ciumento. E tudo o que ele mais queria com certeza, era ver muitos sorrisos naquele rosto lindo que Candace possuía.
Parece que, um certo carioca estava conseguindo o feito.

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Noite - Rio de Janeiro – Brasil.
Em um bar qualquer do Rio de Janeiro.

– Grande Arthur! - Uma figura alta, com os cabelos curtos e escuros abria os braços indicando que ia dar um abraço.
– Leonardo Da Vinci! - Arthur jogava a mão direita para trás para cumprimentar o amigo.

Um sonoro aperto de mão foi dado.

– Da Vinci nada... Já te disse que, segundo a lenda, eu sou Pablo Picasso!

Arthur caiu na gargalhada.

– Ok, ok senhor bem dotado, vamos para nossa sinuca que faz um tempo que não jogo.

Então, o jogo dos amigos começou, e após algumas tacadas e piadas de duplo sentido, Arthur se sentou em um banquinho esperando, o agora super concentrado, Leonardo jogar.

– Man, esqueci de te dizer... Peguei um trabalho super legal para fazer como “freela”, e ainda envolve sua área de trabalho atual. – Leonardo dizia mas, sem perder sua concentração.
– E qual seria? - Disse Arthur com uma cara contorcida de dúvida. Não fazia a menor idéia de como o amigo que era um ilustrador, dos bons, pode ter achado um trabalho que tivesse haver com relações internacionais e com investidores.
– Estou fazendo a capa de um livro. Chama-se “Academia”. Nossa, eu li a história e acabei gostando tanto, faz a gente lembrar um pouco do tempo de escola, sabe? Fiz até duas capas!
– Ah ta! Tem a ver com a editora... Isso que você quis dizer. Nossa, você deve ter gostado mesmo para estar tão animado.
–Sim. A história teve que ser reescrita porque tinha uma série de pessoas famosas, mas é muito boa. Sabe, eu sinto muita falta da época do segundo grau. Era uma época simples, onde cada feito nosso, por menor que fosse, parecia uma super vitória.

Leonardo jogou calmamente a bola branca para trás da marrom que estava encostada na ponta da mesa. Arthur estava em sinuca. Os dois trocaram de lugar e Arthur se preparava para sua tacada enquanto coçava a cabeça em dúvida.

– Ok, está na hora de você contar melhor esta sua viagem. Qual o nome dela? - Leonardo perguntou enquanto se acomodava no banquinho.
– Como é? - Os olhos arregalados de Arthur o traíam.
– Há!!! Você acha mesmo que eu não percebi que, agora, você está conseguindo sorrir? Depois do jeito que você saiu daqui?

Após um estouro surdo, a bola branca ricocheteou nas duas bordas cujo a interseção era a caçapa da esquerda da mesa. Arthur conseguiu sair da sinuca, acertando a bola da vez que estava mais acima da marrom.

– Candace. Tem algumas fotos aqui no meu Ipod. - Arthur passava o aparelho para o amigo e tentava disfarçar o sorriso que lhe veio automaticamente ao lembrar dela. Leonardo percebeu, sorriu, mas não comentou nada.
– Nossa! Me conta como você, feinho desse jeito, consegue achar umas mulheres lindas dessas assim, ainda mais esta é francesa! – Leonardo passava as fotos freneticamente. Parecia estar com um controle de vídeo-game nas mãos.
– Há há há. Muito engraçado você, como se o número de mulheres que você ficou neste tempo que eu estive fora não tivesse sido maior do que as que eu já fiquei em toda a minha vida. E não, ela é brasileira.
–O que?! Você vai para Paris e ao invés de ficar com uma francesa, me acha uma brasileira! - Leonardo ria com a mão na testa enquanto se preparava para jogar.
– Paulista mais exatamente. – Arthur ponderou, apontando para o amigo.

Os olhos de Leonardo de súbito ficaram meio opacos enquanto ele avistava o vazio, a frente da bola branca em que estava mirando. O tom da sua voz ficou sério.

– Paulista? – Ele franziu a testa - Eu já me interessei sério por uma paulista uma vez. Ela era a coisa mais linda que já vi, tinha um sorriso que me paralisava... Porém, um dia, do nada, ela decidiu cortar relações comigo, alegou que estava trabalhando muito e não tinha tempo... Não nos vimos, nem nos falamos nunca mais. Claro que, eu descobri que ela, após um tempo, arranjou um namorado.

O barulho oco, porém, dessa vez bem mais alto, pôde ser escutado até da rua na frente do bar. A bola branca foi empurrada com tanta força, que ficou girando sobre seu próprio eixo, na frente da caçapa, após derrubar a bola da vez.

– Você nunca me disse isto. – Arthur dizia sério. – E eu devo contar como um aviso? Tipo, “Cuidado com as paulistas”?

Leonardo riu.
E Arthur completou:

–Ah, ela é mais velha e é Juíza criminal. – Arthur reparou bem na cara que Leonardo fez. Aquele tipo de cara que você geralmente faz quando a pessoa, embora não diga, te olha como: “Você enlouqueceu de vez”.
– Acho que, você tomou champanhe demais lá e isto afetou seu cérebro até a fronteira da morte. Mas boa sorte meu amigo. – e Leonardo esboçou um sorriso calmo na face.

Arthur sabia que, aquela história, com a moça paulista, significava algo para o amigo. Porém, também sabia como ele era, dificilmente iria deixar isso transparecer. Este era o jeito de Leonardo, tinha um auto-controle incrível para suas emoções. Apesar de ser falastrão e realmente fazer um número enorme de garotas se apaixonarem por ele, sabia do grande coração que o amigo tinha.
O grande amigo Leonardo, que havia ganhado uns quilinhos desde o último encontro, era uma mistura que sempre divertia Arthur. Após cursar segundo grau técnico em informática, decidiu tentar uma faculdade voltada para desenho industrial, já que tinha um grande amor por desenhar. Desistiu no segundo período optando por trocar por... Belas artes. O que foi uma escolha perfeita, porque a junção das habilidades que ganhou no curso com os conhecimentos de informática o tornou um grande profissional. Na parte “digital” era difícil ver uma arte como a dele. Claro, as histórias dele com as mulheres do curso também davam uma pitada de “estou totalmente fora do lugar”, vide os “homens” que frequentavam aquele tipo de curso.

– Obrigado. - Disse Arthur ficando um pouco constrangido e se preparando para jogar.

Aquele mesmo som de guitarras começou a ecoar novamente. Os olhos de Arthur não estavam acreditando desta vez.

– Alô...
...
–... Sarah?

FIM DO CAPITULO 09

XXX

Notas finais:

MaryAnn: É isso aí pessoal! Uma deixa pro próximo capítulo rsrs
Anonymus: Zzzzzzzz...
MaryAnn: dormiu, pobrezinho... Então, pra gente acordar bem feliz, reviews please hein. Caixinha abaixo, linda. Beeeijos!!
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Re: The Crow And The Butterfly

Mensagem por Anonymus_fulano em Sab Maio 04, 2013 11:18 am

Miriam Salvatore escreveu:Não creio que acabou esse capitulo pra mim ele poderia se autoescrever eternamente... ideia
Sabe agora estou começando a simpatizar com Tom..Ele me deu uma otima ideia de escapar de palestras chatas ..Fones de ouvido Muito animado
Achei tão fofis a empolgação dele ...
Mas acho que ele se empolgou mais pelo show do que por ver ela .
Aff
Homens aff
Agora eu digo Candace é super estilosa ..Eu queria todo esse modelito dela.. fato
Sinceramente eu achava que esse reencontro seria muito mais esplosivo scratch tipo me joga na parede e me chama de lagartixa ..
Vai ver eu sou muito pervertida scratch
O momento da musica deles foi muito sweet ownn
Bom na despedida achei que Candece foi muito racional eu teria chorado litros de lagrimas choro

Esperando pelo resto loguinho

Oi Miriam. Bom agora que ja dei uma dormida da para responder rs.
Eu li o comentário da MaryAnn e tenho que fala uma coisa. O único motivo de não ter rolado sacanagem fui eu. Pq se deixa-se ela ja tinha feito os dois se pegarem fortemente no capitulo anterior. A dona MaryAnn é ensandecida por isso, o mulher para gostar de escrever um hentai kkkkkkkkk. E sim, eu sou o representante da moral e dos bons costumes nessa historia. Essas mulheres, brincadeira.
Sim, realmente fique de olho no Tom, ele é um personagem criado pela MaryAnn mas tenho planos maléficos para ele kkkkkkk.
Obrigado pelos elogios, e já tem outro cap postado.
Beijosss
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Re: The Crow And The Butterfly

Mensagem por Miriam Salvatore em Qua Jun 05, 2013 8:31 pm

Eu gostei dela chegando ao Brasil..
E esse amigo dele muito simpatico e prestativo...
Bom com relação ao aviso de cuidado com paulistas
Tive a leve impressão que a paulista que Leonardo falou era Cadace..
Vai saber
E quem é Sarah??E ex???
Oh god ela não pod vir em má hora né ...

Bom postem logo que eu estou curiosa
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Re: The Crow And The Butterfly

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