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Dangerously In Love

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Dangerously In Love

Mensagem por BellaSimon em Qua Jul 18, 2012 5:55 pm



Dangerously In Love

Classificação: +18
Tipo: Aventura, Drama, Hentai, Mistério, Romance, Suspense, Terror
Shipper: Dean/Annie/Sam
Restrições: Contém cenas de sexo.

Resumo: As histórias de Sam e Dean todos já conhecem. Mas agora a personagem principal é Annie, uma garota que guarda um terrível segredo que será revelado com a ajuda dos irmãos Winchester. E eles pretendem bem mais do que só ajudar.
Sam acredita ter encontrado sua alma gêmea; Annie ama Sam e acredita não conseguir viver sem ele; Dean acha um saco essa história de romance mas não contava com o fato de se apaixonar pela namorada do irmão. Nem com o fato de que ela iria corresponder.
Algumas decisões difíceis e outras totalmente irracionais. Eles vão agir com a cabeça ou... com seus instintos?
Ela irá descobrir seu destino e ajudará mais alguém a fazer o mesmo.

N.A. : Espero que gostem da história.
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BellaSimon

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Capítulo I - On the Road

Mensagem por BellaSimon em Qui Jul 19, 2012 4:29 pm

Ele via seu irmão e aqueles que considerava seus amigos sendo cruelmente torturados por criaturas malignas contra as quais ele sempre havia lutado, todos aqules demônios e outros que ele sequer teria imaginado, mas não conseguia fazer nada para ajudá-los. Porque, afinal de contas, ele tinha mesmo que ajudá-los? Era responsabilidade dele? Ele queria mesmo ajudá-los? Ou não?

Sam acordou sobressaltado , estava no carro e lá fora continuava chovendo, no mesmo instante lembrou o que estava fazendo ali, estivera esperando Dean buscar comida na lanchonete próxima, por mais de...quase uma hora? Por isso ele acabou cochilando, e sonhado com aquelas coisas.

Vou ter de encarar a chuva, espero que esteja tudo bem com o Dean – pensou ele – ou será que encontrou alguma dificuldade em trazer um sanduíche e um expresso?

Atravessou o estacionamento quase vazio do local até a pequena lanchonete. Um lugar simples e não muito limpo, chamado “King Coffee”. Era um local taciturno, quieto e não muito agradável, exceto por um aparelho de som antigo, num canto que tocava aparentemente uma rádio local mal sintonizada. Havia alguns velhos tomando café, comendo porções de ovos com bacon e tomando cerveja.

Sam aproximou-se do balcão, aonde havia uma garçonete velha, com uma cara nada amigável, como se estivesse muito ocupada com suas palavras cruzadas. Apesar da aparência enfadonha e desconfiada dela, Sam foi em frente.

– Boa noite...hmm...Senhora. Estou procurando o meu irmão, um rapaz com cabelo arrepiado, jaqueta de couro, com cara de bobo... Por acaso não viu ...?

– Hum. – a garçonete o olhou de cima abaixo, como se duvidasse das reais intenções dele ali.- Você quer dizer um rapaz que estava tentando me convencer que a porção de batatas grandes deviam custar o mesmo preço das médias para atrair mais clientes?

– Ehh...acho que... – Sam ficou meio confuso, mas a garçonete continuou.

– E que agora está comendo o quarto sanduíche e paquerando a Lila (Laila)? – continuou ela, dessa vez apontando em direção a uma mesa no canto esquerdo do salão.

Não com muita dificuldade, Sam logo avistou Dean conversando e jogando charme para a mulher que estava parada ao lado dele. Ela estava de pé, com uma bandeja vazia na mão, apoiada no encosto do assento onde Dean estava. Era de estatura média, tinha o cabelo de um vermelho bem vivo e ao contrário da outra garçonete, usava apenas o avental do uniforme por cima de uma calça jeans bem justa e um blusa verde bem decotada que a fazia parecer com outra coisa além de uma simples garçonete.

Ao se aproximar, Sam percebeu que ela parecia ainda mais nova de perto. Ele pigarreou, chamou, chamou mais uma vez e não obtendo reposta:

– DEAN!

– Sammy! Que bom que veio, seu sanduíche tá esfriando cara. – falou Dean, ainda olhando para a garçonete ruiva.

– Eu preciso falar com você Dean, lá fora, agora. – Mesmo impaciente Sam falou o mais calmo possível.

– Agora não dá Sammy, não tá vendo que eu tô ocupado?- E fez sinal pra que o irmão fosse embora.

– Dean! É só um minuto e é URGENTE!

– Ahh... É bom que seja importante! – Dean levantou-se e virou-se para a garçonete – Já já terminamos aquele assunto Lila, não demoro.


Lá fora, Sam já andava impacientemente de um lado para o outro.

– O que você pensa que está fazendo? Ficou maluco? Ou simplesmente não liga pra ninguém mais? – ralhou Sam.

– Como assim cara, até agora, que eu saiba, eu estava me dando muito bem com aquela ruivinha lá. Até você aparecer gritando comigo como um papagaio velho!

– Dean! Você devia saber disso melhor do que eu! Nós não estamos apenas caçando, mas também sendo caçados por todos aqueles demônios e há pessoas....em Oklahoma por exemplo dependendo de nós! – falou furioso – Não podemos perder tempo com essas futilidades! – ele suspirou e continuou – Não agora que sua vida depende disso.

– Você sabe que o Bobby está nos aguardando e tem grandes chances de estar com problemas! – Sam disse tudo de uma só vez até quase perder o fôlego.

– Sammy... eu não sei por que você tá tão irritado. Você devia aproveitar e fazer o mesmo que eu. Afinal de contas, eu que vou para o inferno então é justo que eu aproveite cada momento. Certo? – ele pôs o braço em volta dos ombros do irmão – Então cara, eu te vejo amanhã de manhã. E estarei cem por cento pronto para acabar com todos e qualquer demônio que aparecer no caminho. Mas agora, vai descansar.

Antes que Sam pudesse dizer qualquer coisa, Dean despediu-se dele.

– Até amanhã! Boa noite! “Pra você também Dean, tenha uma ótima noite”. Obrigado Sammy! – falou Dean voltando para a lanchonete sem nem olhar pra trás.

“Idiota”, pensou Sam. Depois de pegar algo pra comer na lanchonete e desistir de Dean, pelo menos por enquanto, Sam foi se hospedar num hotel próximo e descansar um pouco.

Estavam com um caso de vampiros em Oklahoma, então Sam pesquisou o que pode sobre as histórias mais antigas da cidade e seus habitantes até pegar no sono.


Dean acordou com o celular tocando, era Sam.

– Cara, nem de madrugada você me deixa em paz? – bocejou ele.

– Dean, são 10:00 da manhã. Já passou da hora que você havia combinado. Vou te esperar no “King Coffee” em 15 minutos. É bom que esteja lá. Você não vai querer que eu vá atrás de você de novo. – desligou.

Resmungando e com o maior dor de cabeça do mundo, Dean abriu os olhos e deparou-se com a ruiva da noite anterior nua na cama, deitada ao seu lado. Ela dormia profundamente. – “Tá explicado” – pensou ele ao encontrar várias garrafas de cerveja e algumas de vodka ao lado da cama. Podia sentir o gosto da noite “mal dormida” ainda. Com muito custo conseguiu encontrar o banheiro e tomou um rápido banho frio e vestiu-se com a mesma rapidez. Tinha certeza de que era melhor não acordar Lila, e assim o fez. Saiu discretamente e foi ao encontro de Sam.


– Bom dia – Dean largou-se no assento em frente ao de Sam. – Eu quero um cheeseburger e uma porção grande de fritas.

– Acho que você precisa de algo mais... saudável, no momento não? – disse Sam, avaliando o estado do irmão.

– Ah, sim, claro. E um capuccino grande! – acrescentou ele a garçonete que estava de saída.

– Tá querendo ir para o inferno mais rápido?

– Sem comentários. – ele deu um gole grande no café que Sam estava bebendo – Mas me diz, aonde é que é o incêndio?

– Como? Ah, Dean, eu já te expliquei na noite passada, o Bobby tá esperando a gente em Oklahoma. Vampiros...lembra? – concluiu Sam.

– Certo. Vamos levar pra viagem, por que eu também tô precisando de um analgésico.

– É...parece que a noite foi boa hein...! – Sam não conseguiu deixar de rir da expressão de cansaço do irmão.

– Cara... por pouco aquela ruivinha não fica só com o meu cadáver na cama! Ela...

– Ei ei ei... calma lá! Sem detalhes! Obrigada! Vamos embora!

No carro, Dean, apesar do sono, ainda dirigiu pelas três horas seguintes, enquanto Sam estava perdido em seus pensamentos. Sobre seu irmão, os demônios e a garota com que havia sonhado na noite passada. Ele mal se lembrava do sonho, só sabia que tinha a ver com uma garota, que o ajudava enquanto ele estava perdido, ela segurava a mão dele e quando ele ía se aproximar e na hora em que iria ver seu rosto ele acordou.
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BellaSimon

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Re: Dangerously In Love

Mensagem por Maria0987 em Sab Jan 03, 2015 9:43 pm

PELO AMOR DE DEUS, CONTINUA ESSA FANFIC

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Re: Dangerously In Love

Mensagem por BellaSimon em Seg Jan 05, 2015 9:11 pm

Capítulo II

Prazer, Annie Stewart

Annie Marie Westminster Stewart era uma garota determinada e que sabia o que queria. Até hoje.

Para quem olhava, ela aparentava ser uma garota normal, talvez até frágil e delicada. Com seus cabelos lisos e pretos, a franja caindo nos olhos, a pele branca que ficava levemente corada com facilidade, um sorriso de derreter qualquer um, o corpo bem delineado e por pouco não tinha passado de altura média para alta. Ela era gentil, alegre, otimista e uma ótima amiga. Basicamente, ela era uma garota encantadora, claro, para quem a conhecia bem. Pois todas estas qualidades ficavam imperceptíveis sob toda aquela maquiagem escura que ela usava nos olhos e o fato de que ela não fazia amigos com tão fácil, pois estava sempre de mau humor quando acordava, entre outras coisas.

Tinha passado mais uma noite num daqueles hotéis de beira de estrada. Ah como ela os odiava! Nunca tinham toalhas realmente limpas e ela sempre esquecia o shampoo no quarto quando ía embora.

Annie, estava procurando por algo a tanto tempo que já não tinha mais certeza de sua busca. Até o ano passado, ela morava com a avó Margareth, em Bristol, Londres; de onde teve que fugir para não ter o mesmo fim de sua ente querida.

Certa noite, ao chegar em casa, encontrou tudo revirado e a polícia no local, pensou tratar-se de um assalto, mas quando os policiais pediram que reconhecesse o corpo de sua avó, além de ter sentido como se tivesse perdido o chão, constatou que nenhum assaltante poderia tê-la machucado daquela forma. Seu corpo, frágil e com marcas da idade, estava coberto por cortes que de tão profundos a deixavam quase irreconhecível e no rosto tinha apenas uma marca, um símbolo, que ela nunca conseguiu decifrar, era um círculo perfeito, com alguns desenhos e inscrições dentro. Mais tarde, depois de muitas pesquisas, ela descobrira que se tratava de um símbolo demoníaco, que segundo os estudos de demonologia, seria um tipo de assinatura diabólica que um demônio usa com a finalidade de selar um pacto com aquele que o invocou, o que quer dizer, ela nunca conseguiu entender de onde veio aquilo, afinal, sua avó era a pessoa mais religiosa que ela já havia conhecido.

Bem, foi um aniversário que Annie nunca conseguiu esquecer, neste dia ela acabara de completar seus 21 anos e tinha ido pra casa certa de que teria alguma surpresa da parte da avó. E mais, a mesma havia prometido que diria a Annie onde se encontrava seu pai. Pois tudo que ela sabia dele, ou que imaginava saber, apartir de uma foto que encontrara e nunca tinha mostrado a avó, era o primeiro nome dele, John, e o fato de que morava, teoricamente, nos Estados unidos. Segundo sua avó Margareth, ele viajava frequentemente e não tinha endereço fixo, era um homem corajoso e que foi embora para protegê-las.

Depois daquele dia, Annie não conseguiu ficar um minuto sequer naquela casa, por tristeza de ter perdido a avó, por sentir-se completamente só e por medo daquele homem ou o que quer que a tenha assassinado voltasse. Decidiu ir sozinha atrás do pai, encontrou um endereço antigo nas coisas de sua avó, pegou todas as suas economias e pôs o pé na estrada.

Chegando nos EUA, depois de passar por quase 10 cidades em menos de um ano, ela já achava que não havia mais sentido para sua busca. Até se dar conta de que não estava sozinha. Certo dia, percebeu a presença de um homem, ou uma sombra, ainda não sabia ao certo, que estava sempre perto dela, mas não o suficiente para que ela conseguisse contato. Mas ela sabia, no fundo, que devia fugir, que não devia se aproximar e nem deixar que se aproximasse. Então andava com o máximo de cautela possível, tentando nunca chamar atenção para si mesma.


Ao acordar naquele dia, a menos de dois meses de seu próximo aniversário, lembrou-se mais uma vez de sua avó, rezava por ela todos os dias. Ela levantou-se e sentia-se não só bem disposta, como também esperançosa. Pois a última pista que teve do paradeiro de seu pai, parecia ser recente, e ela tinha decidido que seria a última, antes de dar um rumo a sua vida novamente.

Tomou um banho, juntou suas coisas na mochila e na mala, ela sabia que era coisa de mulher toda essa bagagem, mas ainda assim considerava aquilo só o essencial; vestiu um short jeans bem confortável , seu tênis favorito, um all star vermelho de cano médio e uma camiseta justa preta sem mangas que cobria até a metade do short e dizia em letras rosas: “Sympathy for the Devil”. Apesar de não curtir Rolling Stones tanto assim, ela se identificava muito com um trecho da música:

“Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game”.

Apesar de sua timidez e de ser um pouco fechada, gostava de conhcer pessoas e sabia que tinha um certo toque de mistério em sua vida.

Era um dia quente e normal, mas ela teria algumas surpresas que mudariam o rumo de sua história. Então seguiu para Broken Arrow, Oklahoma.

Por sorte conseguiu uma carona, com um senhor de barba e cabelos brancos muito gentil , chamado Ted, que viajava com a mulher e estava indo visitar alguns parentes que estavam no principal hospital de B.A., o St. John. Ela achou que aquilo só poderia ser algum tipo de sinal.
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Re: Dangerously In Love

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