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A História Que L.J.Smith Não Contou

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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Ter Set 13, 2011 8:36 pm

Lys escreveu:Verdade, quem não teria? (66'
eu pelo menos tenho com o Damon a cada dois segundos Cool
Juh, posta mais
to adorando reler essa fic de novo *--*
beijocas Wink
haushaushuas
Thank's Lys!
Posto logo!
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JulieAlbano

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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Ter Set 13, 2011 8:42 pm

Capítulo XV - Surpresa Inesperada


04 de maio de 1863
Mais um dia ensolarado no último mês da primavera virginiana. Giuliana acordou decidida a esquecer o que se passara no dia anterior, iria simplesmente ignorar e trancafiar seus pensamentos numa área bem escondida de sua mente.
Enquanto ela se arrumava para iniciar o novo dia que começara, Carmela entra no quarto:
- Bom dia!
- Bom dia Carmela!
- Os senhores Salvatore já a esperam para o café da manhã.
- Eu estou meio que... sem fome. Acho que não vou me juntar a eles.
- Esta se sentindo indisposta? Perguntou a ama.
- É... não. Disse Giuliana
- Tudo bem pode me contar o que te aflige criança. Disse Carmela começando a pentear os cabelos de Giuliana. Ela não conseguia enganar sua mãe de criação
- Nada não... eu só quero ficar um pouco sozinha, eu estou...
- Naqueles dias? Perguntou Carmela.
- É... estou. Giuliana mentiu. – Carmela, você poderia me fazer um favor?
- Claro. Disse a ama.
- Fique lá embaixo e me avise quando os senhores Salvatore não estiverem mais na mesa, para que eu possa ir para o jardim sem encontrar com eles.
A criada acenou com a cabeça: - Com licença. Disse ela.

Giuliana estava em sua cama escrevendo em seu diário sobre os sonhos um tanto “indecentes” que teve na noite passada quando Carmela veio notificar a saída dos Senhores Salvatore. Rapidamente ela escondeu o diário embaixo do travesseiro e consentiu para que a criada saísse.
Ela então desceu as escadas segurando desastradamente seus pincéis, suas tintas, a tela e o tripé. Respirou fundo e foi em direção a porta, só que sem querer ela se esbarrou com alguém que passava.
Numa fração de segundos ela fechou os olhos e implorou mentalmente: “Por favor, por favor, não seja ele! Por favor!”. E ironicamente quando ela abriu os olhos era ele.
- Desculpe, eu não te vi. Disse Damon
- Não precisa se desculpar, eu também não ti vi. Disse ela
Damon começou a pegar do chão os objetos que tinha derrubado e entregou a prima.
- Obrigada!
- De nada.
Aquele foi realmente um clima estranho, um não conseguia olhar direito para o outro.
- Eh... Tchau. Disse Ela.
- Tchau. Respondeu ele.
Cada um foi para seu lado.

Giuliana estava no jardim da mansão pintando mais um quadro quando foi surpreendida com a aproximação de uma carruagem e um escravo correndo para avisar na casa.
No momento em que a carruagem chega uma figura familiar e feminina desce. Giuliana resolve então ir receber a visitante, quanto mais ela se aproximava mais nítida e conhecida ficava a pessoa:
- Lana, que boa surpresa!
- Espero não estar incomodando, estava voltando da fazenda de meu pai e resolvi te visitar. Disse Lana
- Claro que não é incomodo! Disse Giuliana.
- Nossa aqui é realmente lindo. Comentou Lana
- Concordo, eu adoraria viver aqui. Disse Giuliana
- Você pinta? Não deixei de perceber. Perguntou Lana
- Ah sim, somente paisagens e objetos.
- Eu também pinto mais minha especialidade é retratar pessoas tanto no seu cotidiano como em retratos mesmo. Disse Lana.
- Nossa que intelectual! Disse Giuliana e as duas riram.
Foi nesse instante que Damon desse as escadas da entrada da casa e interrompe a conversa das duas.
- Com licença, Bom Dia! Disse ele
- Bom dia, o senhor não deve me conhecer, mas sou a senhorita Lana Fell, desculpe chegar assim sem avisar. Vim visitar a senhorita Giuliana.
Agora que Damon e Giuliana estavam acompanhados parecia que aquele clima tinha desaparecido completamente.
- Prazer em conhecê-la. Disse ele beijando a mão de Lana. – A propósito, temo que se a senhorita não estivesse vindo aqui nunca teríamos nos conhecido.
- Por quê? Perguntou Lana.
- Porque minha prima nunca nos apresentaria. Ela é um pouco egoísta e me quer só para ela. Respondeu Damon
- Como é que é? Perguntou Giuliana.
Ele sorriu sinicamente para a prima:
- Eu pedi para ela me apresentar a suas amigas e ela se negou, acredita?! Disse ele se dirigindo a Lana.
Giuliana não quis responder a provocação:
- Eu acho melhor eu pedir uns refrescos para Carmela. Disse ela se retirando.
- Agora vou lhe mostrar o resto da propriedade, vamos? Disse Damon oferecendo seu braço para Lana que aceitou.
Enquanto eles caminhavam Damon puxava conversa:
- Como pude viver todos esses anos nessa cidade e não ter conhecido uma jóia rara como a senhorita?
Lana ficou um pouco ruborizada:
- É que eu não saio muito, fico mais em casa ou na fazenda. Disse ela um tanto sem graça com os galanteios de Damon.
- Mas é serio, a senhorita é muito bela. A forma como os raios do sol tocam e refletem na sua pele delicada e suave é realmente um pecado capaz de levar qualquer homem de boa fé à insanidade.
Por um pequeno instante ela ficou encantada, mas através do desenvolvimento da conversação ela percebeu as reais intenções do senhor Salvatore.
Ela até poderia ser uma donzela inocente, mas aquele canto da sereia que Damon emitia não era o suficiente para enganá-la. Lana era uma mocinha jovem de apenas dezesseis anos, porém já era muito sábia, entendia várias coisas da vida, e sua personalidade marcante e esperta não deixava um simples amador como Damon contorná-la.
- Desculpe senhor Salvatore. O senhor é muito gentil com seus galanteios, mas eu sou comprometida. Disse ela com bastante firmeza.
- Me chame de Damon.
- Eu já sou noiva. Disse Lana educadamente.
- Não me incomoda nem um pouco, eu não sou ciumento. E quanto mais proibido mais saboroso é o sabor do prêmio. Disse ele com um olhar de cobiça na direção dela.
Lana não conseguiu conter a raiva e o desprezo que sentiu ouvindo aquelas absurdas palavras e propostas subliminares.
- Seu imundo abusado! Disse Lana cravando um tapa no rosto de Damon.
Depois de ter feito isso ela o deixou falando sozinho e foi ao encontro de Giuliana.
- Tenho que ir, meu pai me espera em casa, sinto não ficar para tomar o refresco, mas não agüento ficar aqui por mais um minuto. Disse Lana.
- Entendo. Tudo bem. Fica para a próxima visita. Disse Giuliana, que tinha observado todo o acontecido de longe.
- Espero você amanhã no meu chá da tarde. Disse Lana entrando na carruagem.
- Com certeza. Disse Giuliana. – Tchau, até amanhã.
- Até. Disse Lana.
Agora a carruagem se afastava no horizonte. Damon se aproximou de Giuliana e antes que ele pudesse falar qualquer coisa ela lhe lançou um olhar de raiva e reprovação que por incrível que pareça doeu mais que a marca vermelha do tapa em seu rosto. Giuliana em seguida se retirou.
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por Lys em Qua Set 14, 2011 12:56 pm

Argh, Damon galinha -.-
fiquei com pena da Giuliana
Eu sei como ela se sente
é bem chato :/
adorei o cap, como sempre
quando tem mais?
bj Wink
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por Miriam Salvatore em Qui Set 15, 2011 8:13 am

Mas tambm Damon parece que não pode ver mulher que tem que ja ir galanteando
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por Chiie em Qui Set 15, 2011 4:03 pm

Julie <3
amr desculpa por não ter feito antes os coments!
/maaas vou fazer eles agora.
'pensamentos e sonhos impuros'? seiii impuros, ela é... deixa pra lá!
Não acredito que a Giu vai casar com o irmão errado. Aaaargh!!
e que trairagem foi essa do Stefan?
Damon você é O cara! Essas garotas lerdas não sabem o que tão perdendo!
/Damonzinho la em casa mais tarde viu.
ashuashuashuashuashuashuashuashua
irmã, to adorando sua fic! quando teremos mais?
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JuhSalvatore em Qui Set 15, 2011 9:43 pm

comentário impróprio da Juliana (eu):
se eu fosse a Lana, tinha me fingido de bobinha e inocente! kk'

agora, o coment sério:
Damo Galinha! ta galanteando todas, menos eu! kk'
e eu entendo a Giu... mas ainda não acredito que ela vai casar com Stefan...
sou Team Damon até morrer, não adianta! kk'

Amei demais Julie! quando tem mais?
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por André em Sex Set 16, 2011 6:06 pm

que dó da Giuliana Rolling Eyes
Damon Safadinho!!! Evil or Very Mad
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Seg Set 26, 2011 6:20 pm

Ai gente gente mill perdões! Fiquei sem net por isso não pude postar, mas agora problema resolvido! *-*
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Seg Set 26, 2011 6:48 pm

Capítulo XVI - Surpresa Inesperada II


05 de maio de 1863
Giuliana e Camille estavam sentadas na sala de estar do casarão da família Fell, quando Lana foi recebê-las.
- Boas tardes meninas! Obrigado por terem vindo!
- Boas Tardes! Disseram elas.
- Vamos para o jardim! Não queremos que o chá esfrie?!

- A sua casa não deixa a desejar! Disse Giuliana provando um gole do chá.
- Obrigada! Disse Lana.
- Que bom que a chata da Annelise não veio. Séria um tanto desagradável outra tarde com ela. Disse Camille mordendo um pedaço de biscoito.
- Ai... Cruz credo! Não vamos falar de assuntos desagradáveis hoje. Disse Lana, e as três riram.
- Pena que Patrizia não pode vir, ela é uma boa companhia como vocês. Disse Giuliana.
- Sabe, logo chega o aniversário dela, e eu nem sei o que vou dar de presente. Disse Camille.
- Eu estou louquinha para chegar o dia da festa, Patrizia sempre organiza tudo, ela sabe como dar uma boa festa. Disse Lana. – Lógico, que ela recebe uma grande força da melhor amiga aqui, mas eu não quero me gabar. E elas riram de novo. De repente uma voz surge de longe:
- Adivinha quem chegou? Disse Patrizia.
- Ora que surpresa! Que eu lembre a senhorita ia ter aulas de canto agora. Disse Lana
- Assim você me ofende, eu nasci para brilhar, não preciso de aulas! Disse Patrizia brincando convencidamente.
Lana e Camille reviraram os olhos e balançaram suas cabeças.
- Liga não Giuliana ela é assim mesmo! Disse Camille
As quatro riram
- Agora é serio, minha professora pegou uma gripe e não pode vir de Richmond, então resolvi vir para cá. Justificou Patrizia - Estavam falando de mim?
- Ah sim... Estávamos falando de como suas festas são chatas e como você é uma pessoa desagradável de se conviver. Brincou Lana.
- Está bom, finge que eu acredito. Patrizia riu
- É verdade que seu aniversário está chegando? Perguntou Giuliana.
- Não está tão perto assim, mas minha mãe é muito detalhista e perfeccionista então os preparativos começam alguns meses antes. Explicou Patrizia.
- Ah... E quando é? Perguntou Giuliana.
- É ainda no verão, dia 26 de agosto.
- Sério? Perguntou Giuliana à senhorita Lockwood.
- Umhum. Disse Patrizia.
- Que coincidência é o dia do meu aniversário também! Disse Giuliana
- Que legal! Por que vocês não fazem uma festa só na mansão Salvatore? Eu sempre quis entrar lá. Disse Camille
- É uma boa idéia! Concordou Giuliana.
Patrizia um pouco desconcertada e receosa com a idéia perguntou:
- E o senhor Salvatore não se incomodaria?
- Claro que não, ainda mais agora que... Giuliana falava quando de repente se arrependeu.
- “agora que”... O que? Perguntou Lana curiosa.
- Ai... Eu não devia contar! Disse Giuliana.
- Conta vai! Disse Camille.
- É conta! Disse Patrizia.
- Eu só vou contar porque gostei muito de vocês. É que... Stefan me pediu em casamento e eu aceitei! Disse Giuliana
As outras três garotas começaram a gritar alegre e histericamente, afinal Giuliana ia se casar com um dos melhores partidos da cidade.
- Espero que ele não seja um idiota como o irmão. Disse Lana, bem baixinho.
- O que? Perguntou Patrizia.
- Eu disse que ele deve ter um bom coração! Disse Lana tentando disfarçar
- Hum... Disse Patrizia desconfiada e não muito crédula no que a amiga dizia.
- Então está combinado, vou convencer meu tio e nossa festa de aniversário será lá na casa dele! Disse Giuliana
- É está! Disse Patrizia sem conseguir esconder direito seu nervosismo.
- E você não teve mais notícias do Stuart, Lana? Perguntou Camille mudando de assunto.
- Ah tive sim, ele me escreveu uma carta e mandou uma foto mais recente dele... Não é que o paspalho está ficando bonitinho! Disse Lana rindo. - Deixe-me pegá-la, está em meu quarto.
Lana voltou com um porta retrato na mão.
- Aqui esta. Disse ela mostrando para as amigas.




- Nossa ele está ficando bonito mesmo, não é mais aquele moleque esquisito. Concordou Patrizia.
- Diz ele que vai vir para o seu aniversário. Disse Lana.
- Que bom, ele é uma gracinha. Disse Patrizia – Você vai adorar conhecê-lo Giuliana.
- Hum... Gracinha! Nem aqui nem na China. Disse Lana.
- Gracinha sim, e ainda é educado, cavalheiro e muito cortês. Disse Patrizia
- Então case com ele, ueh! Disse Lana.
- Até que eu casaria se eu o amasse. Mas quem ama é você! Retrucou Patrizia.
- Não amo nada! Exclamou Lana.
- Ama sim! Disse Patrizia.
- Não amo!
- Ama!
- Meninas, a façam parar, se deixar ela fica nisso a tarde toda. Suplicou Lana
- Fico mesmo. Concordou Patrizia. – Está bem, se você não o ama me explique porque colocou a foto que ele te mandou num porta retrato e ainda por cima no seu quarto? Interrogou Pat.
- É... é... Lana não sabia o que dizer. – Foi minha mãe que colocou, não eu!
- Ham... sim! Me engana que eu gosto! Disse Patrizia enquanto Giuliana e Camille apenas riam.
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JuhSalvatore em Seg Set 26, 2011 7:31 pm

kk' pobre Lana...
já ví q com a Patrizia não dá pra discutir! nanana
amei o capitulo, flor!

imagina, eu sei como é ficar sem net! dá mta raiva!

quando a Giuliana vai ficar com o Damon e ser feliz de uma vez por todas? kk'

quando tem mais?
ansiosa!

bjos flor!
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por Miriam Salvatore em Qui Set 29, 2011 8:12 am

Festa na mansão Salvatore?
UAUUUU eu quero ir nessa kkkk
A Gi vai casar com o MEU Stefan ..RUM ta bom eu deixo ..kkkk
A Lana completamente apaixonada pelo noivo né que é o maior gatinho kkk
Muito bom cap .. Feliz
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Sab Out 01, 2011 9:12 pm

Capítulo XVII - Tulipas

16 de junho de 1863
À medida que o tempo passava mais Stefan tentava se aproximar dela, ele conseguia, mas o único sentimento que crescia em Giuliana era a amizade.
Giuseppe tentava promover encontros românticos para os dois, mas Stefan mesmo com suas palavras doces e poemas cada vez mais encantadores não conseguia entrar no coração da prima.
Giuliana estava na varanda de casa distraída com alguns pássaros que voavam ali perto, quando Stefan chega com um ramalhete humilde de tulipas vermelhas com alguns detalhes em tom branco.
- Pra você. Disse ele
- Nossa que lindas! Nunca vi esse tipo de tulipas antes. Disse Giuliana.
- São muito difíceis de encontrar assim como garotas iguais a você, são raras. Disse Stefan.
- Muito obrigada Stef. Disse ela
Mal sabia ele que a única flor que ela queria ganhar era a flor amarela do campo atrás da casa e a pessoa que ela queria que as entregasse não era ele.
- De nada. Disse ele ousando fazer uma coisa que nunca tinha feito antes, beijou a bochecha de Giuliana.
Encabulada ela disse colocando a mão sobre o local do beijo:
- Stefan!
- Oh... Desculpe-me, não queria passar por abusado. Disse ele.
- Tudo bem. Disse ela.
Damon que estava vendo tudo atrás da porta resolveu aparecer:
- Oh... Que bonitinho! Um casal cheio de não me toques.
- Vai procurar o que fazer Damon, e nos deixe em paz! Stefan se exaltou.
Giuliana não falou nada, já fazia mais de um mês do acontecido entre eles e todas as palavras que eles trocavam eram oi, tchau, bom dia, boa tarde..., excluindo as pequenas provocações que Damon fazia como esta. Incrivelmente a relação de anos entre Damon e Giuliana parecia não ter existido, eles se tratavam com total indiferença, como estranhos no mesmo teto. Ambos queriam negar e esquecer o que se passara naquela noite, mas era impossível convivendo na mesma casa todos os dias.
- Calma, calma irmãozinho eu só queria brincar. Disse Damon
- Então vá brincar com outras pessoas, eu e Giuliana não estamos interessados. Disse Stefan
- Nossa! Nem estão casados e você já fala por ela... Isso é que é dominação passiva! Retrucou Damon.
- Ele não está falando por mim! Giuliana resolveu falar.
- Parece que estava. Onde foi parar a garota indomável que eu conhecia? Perguntou Damon
- Quem é você para me julgar? Disse ela. – O Damon que eu conhecia não era capaz de se jogar em cima de uma moça comprometida!
- Ah... Então é por isso que você está diferente comigo! Por causa da senhorita Fell. Conclui Damon.
- O que? Qual é o seu problema Damon? Não tem nada a ver com a Lana, a culpa é sua exclusivamente sua e de suas atitudes contraditórias que me confundem e talvez minha também. Você quer me enlouquecer, uma hora quer me irritar e outra quer ser meu amigo. Por favor! Disse Giuliana deixando Damon sem palavras com sua atitude.
- Eu ainda estou aqui. Disse Stefan
- Me desculpe Stefan, mas de repente eu fiquei um pouco indisposta vou para o meu quarto, com licença. Disse ela se retirando e esquecendo o ramalhete que ganhara.
- Você vê Stefan? Esta louca é a mulher com quem quer se casar... Pule fora enquanto há tempo. Disse Damon.
- Sério Damon?! A única coisa que eu consigo ver é que você por algum motivo infeliz quer arruinar meu noivado, mas você não vai conseguir! Exclamou Stefan e também se retirou.
- Eu hein?! Dois irritadinhos, isso sim! Disse Damon conversando sozinho e pegando uma das tulipas para si.


19 de junho de 1863

Giuliana estava sentada num murinho do jardim e observava as flores bem séria, ela viu Damon chegando de mansinho, mas resolveu ignorá-lo.
Ele se sentou timidamente ao lado no muro e a ofereceu uma flor amarela, recém colhida pessoalmente por ele do campo. Ela nem se quer olhou para ele e a flor, continuou ignorando-o.
Ele virou-se para encará-la e ficou nessa posição por alguns minutos, Giuliana continuou ignorando-o. Então Damon resolveu chamar realmente a atenção dela.
- Me Desculpe! Disse ele.
- O que? Perguntou Giuliana surpresa.
- Eu disse humildemente: Me desculpe! Disse Damon.
- Não acredito Damon Salvatore pedindo desculpas!
- Me Desculpe! Repetiu ele.
- Eu já ouvi Damon. Disse ela.
- Você não vai me desculpar? Então eu vou apelar! Disse ele.
Damon segurou a mão dela e se ajoelhou:
- Me desculpe por ser um idiota, às vezes imbecil e incompreensível!
- Está bem eu desculpo, mas levante-se e pare de fazer escândalo! Exclamou Giuliana
Damon imediatamente se levantou e abraçou a prima tirando-a do chão ficando suspensa no ar.
- Ah!!! Me solta!!! Ela começou a berrar.
Agora ele a estava sacudindo para todos os lados e a descabelando toda.
- Para! Para! Giuliana gritava.
E finalmente ele parou e a soltou:
- Idiota! Disse ela dando um tapa no ombro dele. De repente eles começaram a rir descontroladamente. Quando a graça foi acabando Damon deu um beijo na bochecha de Giuliana, entregou novamente a florzinha amarela e a deixou se concertando, com a bochecha formigando.
E lá Giuliana ficou novamente observando as flores só que agora com um sorriso bobo estampado nos lábios, era como se a relação deles voltasse a ser como era antes.

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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JuhSalvatore em Dom Out 02, 2011 11:56 am

florzinha, ficou mto bom mesmo! amei demais!
awnnt, Damon foi fofo demais pedindo desculpas!
ela não quer casar com o Stefan... será q tem q ser tão difícil assim?
pobre Giu... ela ta gostando cada vez mais do Damon, né? ainnts!
enfim... mto bom mesmo, Julie! quando tem mais?
bjos
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Ter Out 11, 2011 9:09 pm

Não não tem que ser tão difícil assim Juh! Um dia ele será feliz! haushaushuas
vou postar mais agorinha!
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Ter Out 11, 2011 9:11 pm

Capítulo XVIII - Sweet Dreams


29 de junho de 1863
Era noite, Damon já estava preparado para dormir, até deitado na cama ele já estava, mas não conseguia pregar os olhos, pois não parava de pensar na sua doce e caprichosa prima.
- O que está acontecendo com você Damon Salvatore? Ele se perguntava.
Pensava no dia em que Giuliana chegou do internato, pensava no dia em que ele roubou o pincel dela e ela o atacou, esse pensamento trouxe um leve sorriso em seu rosto, pensava também em como sentia prazer em ouvir ela o chamar de idiota, este pensamento ele sabia que não fazia sentido algum, e principalmente ele pensava no dia em que a encurralou numa árvore da floresta, aquele dia foi como um despertar.
Ele sempre a via como uma garotinha, uma irmã mais nova para falar a verdade, mas naquele dia foi diferente e como foi.
E por estranho que pareça no momento em que as sensações dos dois pareciam se fundir num fascínio só, Damon se sentiu fraco, inevitavelmente propenso a tocar os lábios dela com os dele. E inacreditavelmente mesmo tão envolvido no êxtase do instante ele se sentiu aliviado, ele não faz idéia do que seria capaz se a coruja não a tivesse assustado. Damon de maneira alguma não queria magoar Stefan, seu irmão e amigo, ele se sentiria realmente muito mal se caísse naquela tentação.
Ele resolveu ficar totalmente indiferente a Giuliana, por isso ele não tentou fazer nada para se reaproximar, mas quando ele viu Stefan beijando a bochecha dela, Damon não conseguiu ficar apático, foi como uma punhalada. Ele acreditava que poderia esquecer o dia na floresta e que aquele acontecido não poderia romper uma amizade enorme que ele tinha construído com Giuliana, então ele resolveu se aproximar dela de novo, mas quando ela o perdoou ele não resistiu e teve que beijá-la também.
Damon estava realmente confuso todos os conceitos anti-amor, machistas e cafajestes em que ele tinha apreendido a acreditar em toda sua vida se confundiam com o medo de magoar Stefan, com os sentimentos ternos que sentia pela prima e com o desejo egoísta quase incontrolável de tomá-la só para si.
Enquanto ele se afundava em dúvidas, indagações e confusões alguém entra no quarto sorrateiramente, Damon percebe, mas não consegue ver quem é devido a escuridão que se encontrava o quarto. Até que a pessoa se aproximou da parte do quarto banhada pela luz da lua que o invadia através da grande janela aberta. Agora ele podia enxergar melhor, era Giuliana.
Damon olhava surpreso para ela que vestia uma camisola branca, mesmo cobrindo todas as partes do corpo dela, dos pés à cabeça, para a época era um absurdo um homem ver uma donzela assim, mas Damon não se incomodou nem um pouco com isso, a cena era até sedutora para ele.
- Prima, o que está fazendo? Vai pegar mal se alguém te encontrar aqui. Disse ele.
Giuliana ignorou completamente o que Damon dizia, e encostou suavemente seu dedo indicador nos lábios dele, para que fizesse silêncio. Damon ficou paralisado e sem reação, foi então que Giuliana o puxou para si e o beijou apaixonadamente.
Ele não resistia, pelo contrário, se envolvia e retribuía o beijo.
Nesse instante alguém bate na porta e Damon abre os olhos, era apenas um sonho. Revoltado ao perceber que o que acontecia não era real ele lança um de seus travesseiros contra a parede do quarto.
- Droga de vida! Disse ele.



07 de agosto de 1863
Giuliana estava no campo de flores amarelas pintando uma das árvores, para ser mais específico era a árvore em que ela encontrou Damon encostado no dia em que ele a perseguiu até a floresta.
Ela estava toda distraída e até cantarolava alguma coisa, foi então que Damon surgiu com outra flor amarela na mão.
- Pra você. Disse ele.
- Obrigada. Disse ela aceitando a flor.
Damon ficou próximo dela e observava em silêncio a pintura.
- Nem se atreva a me atrapalhar outra vez! Disse Giuliana lembrando-se do que ele fez da última vez que ficou tão quieto assim perto de uma pintura dela.
Damon riu brevemente:
- Não, não estou aqui para isso.
- Ah não? Está bem... Então me conte o que está te incomodando, eu te conheço. Disse ela.
Damon foi direto:
- Seu casamento com o Stefan está me incomodando!
- Como assim? Perguntou ela surpresa com o que ouvia.
- Eu não consigo para de pensar em você desde aquele dia da floresta, andei muito confuso quase enlouquecendo, mas descobri o que está me consumindo aos poucos. Estou apaixonado por você! Disse Damon.
- D... Damon, eu não sei o que dizer.
- Eu sei... basta você dizer que também me ama e que não vai casar com meu irmão. Disse ele.
- EU TE AMO DAMON SALVATORE! Giuliana exclamou. – Mas tudo não é tão fácil assim.
- Claro que sim! Você aceita fugir daqui e se casar comigo? Perguntou Damon.
- EU ACEITO. Disse Giuliana e os dois se abraçaram.
- Giuliana! Disse uma voz familiar chacoalhando a moça. Era Carmela, - Acorde querida, Desculpe te tirar de um sonho tão bom, percebi seu enorme sorriso, mas já está tarde.
- Tudo bem, já acordei, Carmela. Disse Giuliana decepcionada.

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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Ter Out 18, 2011 11:04 am

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JulieAlbano

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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JuhSalvatore em Sab Out 22, 2011 9:43 pm

desculpa o sumisso, Julie!
nossa, mto mto bom!
pronto, começaram a sonhar... isso não vai prestar!
faz eles serem felizes, Julie! kk'

amei demais!
quando tem mais?
ansiosa
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JuhSalvatore

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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Dom Out 30, 2011 3:46 pm

husasauhuasusah vou postar hj Smile
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Dom Out 30, 2011 3:49 pm

Capítulo XIX - Bday: Presentes

26 de agosto de 1863
E chega o grande dia, o dia da grande dupla festa de aniversário na Mansão Salvatore. Giuliana acordou ansiosa, iria se arrumar junto com suas amigas na casa dos Gilbert. Ao longo do tempo as quatro viraram amigas inseparáveis, (Camille, Giuliana, Lana e Patrizia), uma não saí da casa da outra.
Giuliana tomou seu café rapidamente.
- Devagar, minhas querida, não queremos que se engasgue. Disse Giuseppe
- Tudo bem meu tio, mas a carruagem já está me esperando, com licença. Disse ela se levantando.
- Espere, eu e seus primos queremos parabenizá-la antes de qualquer um. Disse Giuseppe.
Ele se levantou, foi na direção da sobrinha e beijou sua testa:
- Parabéns meu anjo!
- Muito obrigada tio. Disse ela.
Damon que sentava ao lado da moça se levantou e a abraçou, esse momento foi um pouco constrangedor para os dois:
- Parabéns priminha, não é todo o dia que fazemos 17 anos. Disse ele
- Obrigada!
Stefan que sentava do outro lado da mesa levantou-se e foi na direção dela segurando uma caixinha vermelha aveludada.
- Feliz aniversário, meu amor! Disse ele abraçando-a e entregando a caixa, – Quero ser o primeiro a te presentear.
- Não precisava. Disse ela abrindo a caixa.
- Claro que precisava. Disse ele
Quando viu o conteúdo da caixa ela não acreditou, era o anel de noivado mais lindo que ela já tinha visto.
- Ele pertenceu a minha mãe. Disse Stefan se ajoelhando e pegando o anel. – Quero agora que todos vejam, Giuliana Salvatore você aceita casar comigo?
Giuliana olhou direto nos olhos de Damon esperando uma reação, mas tudo o que ele fez foi desviar seu olhar dos olhos dela. Não muito segura do que dizia agora, ela respondeu:
- Sim, eu aceito Stefan.
Stefan colocou o anel e beijou as mãos dela.
- Agora vá, não quero que se atrase. Disse ele.
- Tchau tio, Stefan e Damon.

Chegando na Mansão Gilbert as meninas gritaram quando viram o anel.
- Que lindo! Disse Lana. O paspalho disse que vai trazer o meu dessa vez.
- É lindo mesmo, mas mudando de assunto o que vamos fazer o dia todo até a festa? Perguntou Giuliana
- Vamos usar máscaras faciais, cremes, nos pentear, beber muito líquido para não desidratar nossas peles e nos maquiar! Disse Patrizia animada.
- Meninas eu deveria aguentar até de noite, mas eu não consigo. Disse Camille pegando duas caixas e entregando uma a cada aniversariante. As meninas ficaram maravilhadas eram dois colares de brilhantes.
- Eu também não agüento. Disse Lana entregando uma caixa a Patrizia. – Mas meu presente foi combinado com o de Giuliana.
Patrizia não acreditou no que tinha recebido, era o vestido de seus sonhos, inacreditavelmente perfeito segundo ela, o vestido era todo vermelho com detalhes pretos.
- E o seu presente, por que combina com o da Lana? Perguntou Patrizia
- Deixe-me pegá-lo e você verá com os próprios olhos. Explicou Giuliana.
Patrizia abriu a caixa de presente de Giuliana e seus olhos brilharam mais do que de costume:
- Um espartilho! Eu sempre quis ter um, mas ninguém aqui na redondeza fabrica. Como você conseguiu?
- Eu mandei encomendar na Itália. Disse Giuliana
Era um espartilho igualmente vermelho e com detalhes pretos, até as cordas eram negras.
- Mas minhas criadas nunca vestiram alguém com um espartilho. Disse Patrizia entristecendo-se.
- Não se preocupe eu te empresto Carmela. Disse Giuliana.
- Agora é a vez do seu outro presente. Disse Lana. – Eu e Patrizia juntamos nossas mesadas e compramos uma coisa que soubemos que você adora muito.
- O que? Perguntou Giuliana.
- Isso você vai ter que ver para saber. Disse Patrizia.
- Nos siga! Disse Lana.
E elas foram no jardim e deram a volta na casa. Ao ver seu presente de tanta felicidade, Giuliana quase derramou lágrimas.
- Vocês são as melhores amigas que eu já tive! Disse Giuliana abraçando coletivamente às 3. – Eu sempre quis ter um, mas ninguém nunca deixou.
Era um lindo e pomposo alazão negro, seu pelo brilhava mais até que os olhos da moça ao vê-lo.

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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JuhSalvatore em Dom Out 30, 2011 5:45 pm

eu tbm quero presenteee! kk'
amei os presentes delas, um melhor que o outro!
um alazão! meu sonho de consumo! kk'

amei o cap. Julie!
quando tem mais?
bjos
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Dom Out 30, 2011 5:56 pm

Now Now Now!
Vc está sendo minha única leitora no momento I love you
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Dom Out 30, 2011 5:59 pm

Capítulo XX - Bday: Revelações


26 de outubro de 1863
Já era noite, todos aguardavam a chegada das aniversariantes. A nata da sociedade de Mystic Falls estava presente para presentear as moças que estavam um pouco atrasadas.
As pessoas bebiam, comiam, brindavam, comentavam a bela e sofisticada decoração supervisionada pala prendada senhorita Fell, também escutavam músicas e esperavam. Até que a porta se abre e eis que surgem as aniversariantes. A senhorita Lockwood usava o vestido que ganhara mais cedo, este a deixava mais linda e junto com o espartilho valorizava ainda mais os dotes que ganhara de herança genética da mãe, estava muito formosa. Já a senhorita Giuliana usava um vestido delicado em tom róseo bem claro, com detalhes de florzinhas bordados à mão, cheio de rendinhas e saias, não deixava de ser tão belo quanto o sedutor vestido da senhorita Patrizia, Giuliana estava um primor.
No momento em que elas entraram todos bateram palmas e cantaram uma canção de Feliz aniversário. Os convidados de um em um cumprimentavam-nas, entre apertos de mãos e desejos de felicidade algo despertou um sentimento ainda desconhecido por Giuliana. Damon foi cumprimentar Patrizia como todos na festa, mas algo foi diferente e realmente incomodou a prima do rapaz, ele olhava para a senhorita Lockwood de uma forma bem diferente, de uma forma que ele nunca olhou para a própria Giuliana e isso foi uma tormenta para a moça.
Percebendo o ciúme de Giuliana ao ver a cena de Patrizia e Damon juntos a fofoqueira e mal intencionada Annelise Donovan se aproxima e começa a falar com Giuliana:
- Qualquer um que olhar para você pode perceber seu ciúme do senhor Salvatore, está estampado no seu rosto.
Surpresa Giuliana tentou levar a conversa para outro rumo:
- É lógico que tenho ciúmes, Stefan é meu noivo. Disse ela dando um sorriso amarelo.
- Não é desse senhor Salvatore que eu me referia! Disse Annelise
- Meu tio?
- Não subestime minha malícia. Annelise riu brevemente. – Mas se eu fosse você não me preocuparia muito.
- Por quê? Perguntou Giuliana interessando-se pela conversa
- Pelo visto você não sabe do escândalo entre a família Lockwood e a família Salvatore. Disse a fofoqueira
- Que escândalo? Perguntou novamente Giuliana
- Lógico! Como você saberia?! Todo mundo na cidade sabe, mas tenta esconder ou fingem não saber, pois as duas são famílias fundadoras e muito influentes na cidade.
- Fale logo! Que escândalo?
- Há muito tempo atrás, a senhora Lockwood que sempre foi muito bela, ficou viúva e muito carente do primeiro marido. Enquanto isso o senhor Salvatore estava passando por uma crise no casamento antes da esposa esperar pela gestação do filho caçula. Um belo dia Giuseppe Salvatore começou a visitar freqüentemente a viúva Lockwood que estava muito triste com a morte do marido, junte A + B, e temos Patrizia.
- Mas e o pai, quer dizer, o atual marido da mãe dela, o senhor Lockwood? Perguntou Giuliana surpresa demais com essa notícia
- Ele sempre foi apaixonado pela senhora Lockwood, bem antes do irmão mais velho se casar com ela, aposto que para evitar um escândalo e salvar a amada aceitou casar com ela sabendo que esperava um bebê Salvatore. Disse Lana se retirando e aliviando Giuliana.
Foi nesse instante que Giuseppe se aproximou de Patrizia, segurou suas mãos e a abraçou ternamente.
Giuliana ficou a pensar: “Como nunca tinha pensado nisso? Isso explica o nome italiano dela... Ela tem mesmo os traços da família, sua pele é tão clara e os cabelos são tão negros como os de Damon, ela é tão romântica quanto Stefan, sua personalidade é tão forte e decidida como todos nós Salvatore, ela é minha prima! Isso explica muita coisa”. Agora ela estava muito aliviada, surpresa e feliz, além de ter ganhado outra prima Damon não estava jogando seu charme para outra garota.
Giuseppe começou a andar na direção de Giuliana e disse:
- Querida tenho uma surpresa para você. Saia um pouco da festa, vamos ao meu escritório!
- Sim, meu tio.




Chegando lá Giuseppe abriu a porta e mais uma surpresa acelerou o coração de Giuliana de tanta felicidade.
- Papai, Marco! Liandro, Francesco!
- Não podíamos deixar de vir ao seu aniversário maninha! Disse Liandro.
- Eu precisava dar um abraço na minha princesinha! Disse Alonzo.
- Trouxemos presentes! Disse Francesco
- Não precisava! Disse Giuliana
- Claro que sim, você merece depois de tanto tempo trancada no internato. Disse Marco.
Giuliana abraçou fortemente cada um.
- Querida, me perdoe ter te trancado no internato, espero que entenda o meu lado. Disse Alonzo
- Papai, não vamos falar em assuntos desagradáveis agora, vamos aproveitar a festa que apenas começou! Disse Giuliana.
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JuhSalvatore em Dom Out 30, 2011 10:21 pm

awwnt, amei!
espera, a Patrizia é prima? lol!
e o Damon não está lançando charme? mais lol ainda! kk'
se eu bem conheço o nosso Damon, ele lançaria charme até para a mãe dele, se a achasse merecedora! kk'
amei Julie! mas uma vez, perfeito!

e nem se preocupe com seus leitores, amada!
eles devem estar lendo, mas sem tempo para comentar!
logo logo eles aparecem!
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Seg Out 31, 2011 7:11 pm

hasuhsauhsa Ele sabe que é irmã dele por isso não se joga haushuashusa

Tomara (yn) Smile
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Re: A História Que L.J.Smith Não Contou

Mensagem por JulieAlbano em Qui Nov 10, 2011 3:38 pm

Capítulo XXI - Bday: Amores


26 de outubro de 1863
Patrizia estaria se divertindo muito na festa se algo não a incomodasse incansavelmente, o espartilho a estava apertando e ela mal conseguia respirar. Ela resolveu ir até uma saleta da casa que estava vazia e se aproximou da janela para respirar um pouco de ar puro:
- Droga de espartilho! Ele pode até modelar mais minhas curvas mais me impede de respirar direito. Ela disse pra si mesma.
Parecia que cada vez mais o espartilho ficava mais apertado e mais difícil ficava inspirar e expirar. De repente as vistas delas ficaram embaçadas e ela caiu no sofá que estava próximo dela. Para sorte da moça um rapaz passava pelo corredor, viu o desmaio e foi socorrê-la.
- Moça, moça, moça! Fala comigo! Moça acorda! Disse o rapaz
Patrizia começou a recobrar a consciência.
- Eu estou bem, eu só fiquei um pouco zonza. Quando abriu os olhos e viu o rapaz, ela se encantou assim como ele. Era um rapaz alto, moreno e bem apanhado.
- A senhorita desmaiou, precisa de um médico. Disse o rapaz igualmente maravilhado com a formosura da pobre moça que desmaiara.
- Não, não, nada de médico, eu só preciso de ar puro. Disse ela
- Então deveria ir ao jardim e eu faço questão de acompanhá-la. Disse o rapaz
- Está bem. Disse Patrizia
- Deixe eu me apresentar, me chamo Liandro, Liandro Salvatore.
- Meu nome é Patrizia, Patrizia Lockwood.
Os dois foram ao jardim e começaram a conversar sobre várias coisas, como arquitetura, flores, a vida, o amor, etc. Um se encantou com o outro.
As mãos de Patrizia suavam ao ver o sorriso do belo rapaz, ele a encantou com sua educação, cortesia e gentileza. Já Liandro sentia-se incrivelmente nervoso perto da senhorita Lockwood, ela era tão delicada e ao mesmo tempo tão expressiva, nunca nenhuma garota tinha despertado o impressionado assim. Eles conversavam e trocavam sorrisos como se tivessem se conhecido a vida inteira, ambos sentiam-se em uma paz incrível e despreocupados como se não houvesse nada mais importante que estar ali conversando com aquela pessoa que acabara de conhecer. O tempo passava e eles nem sequer notavam, continuavam ali sentados num banco do jardim entre as flores, era inevitável dizer que um sentimento crescia ali.
Enquanto isso dentro da casa, Damon estava pronto para incomodar sua mais nova vítima, Lana Fell.
Ele foi na direção dela que conversava com a senhorita Gilbert.
- Gostaria de dançar? Disse ele.
- Gostar eu não gostaria, mas sou educada demais para deixar você com a mão estendida. Respondeu ela.
Eles mal deram três passinhos no salão e um rapaz cutuca o ombro de Damon:
- Com licença, posso roubar sua parceira de dança? Disse o rapaz
- Stuart! Disse Lana surpresa ao ver o noivo, e um tanto cativada, ele estava muito bonito, não era mais um moleque magrelo e desengonçado que ela tinha visto da última vez. ‘Como a puberdade faz bem a uma pessoa’. Parecia um homem feito, viril e charmoso. – Ele é meu noivo. Disse ela apresentando-o a Damon.
Rapidamente o Salvatore cedeu ao Johnson a senhorita Fell, Damon era descarado, mas não idiota em cortejar uma moça na frente do futuro marido.
Lana e Stuart começaram a rodopiar pela pista enquanto conversavam:
- O que você veio fazer aqui afinal? Perguntou Lana.
- Vim conquistar a mulher que eu amo. Disse Stuart deixando a moça sem palavras
- Ama? Perguntou ela.
- Você deixa minhas pernas bambas, me faz suar em lugares onde eu nem sabia que podia, sinto calafrios no meu estômago quando perto de você, acho que isso é amor. Disse ele.
- Sinto lhe informar, mas esses parecem ser sintomas de doença, você deveria procurar um médico e não vir me falar bobagens! Disse Lana tentando ficar no controle da conversa. Stuart riu.
- Até que eu iria se o doutor tivesse um sorriso igual ao seu. Disse ele abrindo um sorriso que curiosamente deixou Lana por um instante sem ar.
Lana não entendia o que estava acontecendo. “Por que meu coração ficou acelerado?” Pensava ela.
- Espero que tenha sentido minha falta, pois eu não contava os dias para te ver de novo. Disse Stuart.
- Não, nem percebi sua ausência. Disse ela tentando atingir o noivo. – Foram meses agradáveis até agora.
- Espero que tenha desfrutado bastante desses dias, pois agora só vou embora quando você for junto. Disse ele um pouco magoado.
- Já vamos marcar a data do casamento? Perguntou Lana surpreendida.
- Não, mas eu não pretendo ir embora cedo. Disse ele
- Bom... Problema seu. Disse ela desdenhando mais gostando do que ouvia.
- Não é problema nenhum, assim eu vou ficar mais tempo perto de você. Disse Stuart abrindo outro sorriso e tirando o fôlego da noiva.



Passeando pela festa, Francesco não se divertia, e nem se interessava em cortejar nenhuma das moças, até que ele viu uma bela senhorita conversando com sua irmã e foi até elas.
- Giuliana, não vai me apresentar sua amiga. Disse ele
- Claro que sim. Está é Camille Gilbert, e Camille este é meu irmão Francesco.
- Prazer. Disse Camille
- Não, o prazer é todo meu. Disse Francesco
- Posso ter a honra de dançar com a senhorita a próxima valsa? Claro se não for incômodo roubar a amiga de minha irmã por um minuto.
- Claro que não é incômodo. Disse Giuliana.
- Eu... Eu... Adoraria. Disse Camille toda boba com a beleza do rapaz.
Eles dançaram uma, duas, três, quatro valsas, e não conseguiam se separar. Para Francesco, Camille era como um ima que o puxava, seus sentimentos estavam a flor da pele, e ao tocá-la ele percebia que eram recíprocos. Para Camille, Francesco era com um príncipe de cavalo branco e tudo, estava completamente perdida nos olhos dele. Às vezes a moça sentia a força do rapaz que momentaneamente não se controlava e apertava a cintura dela ao valsar.
- Desculpe. Disse ele ao perceber que machucava a acompanhante
- Não tudo bem. Disse Camille sem transparecer interesse em continuar nas mãos dele.
- É que às vezes eu não sei ser cuidadoso com seres tão graciosos como a senhorita. Disse ele
Camille era uma senhorita de fibra, bonita e com um temperamento bipolar, sua natureza era bruta e precisava ser lapidada. Francesco sentia isso apenas em tocá-la, e ao invés de assustá-lo como os outros rapazes, ela o instigava e interessava mais ainda.
- A senhorita é a mais bela da festa! Disse ele.
- Não seja galante. Ela riu toda derretida. - O senhor também não é feio. Agora disse sem demonstrar interesse.
- É o que dizem. Disse ele rindo.
Finalmente eles pararam de dançar. Resolveram ficar a sós em uma saleta da mansão e acidentalmente Francesco disse em voz alta:
- Essa festa está ficando cada vez melhor.
Camille fingiu não escutar e ruborizou.
Eles ficaram lá até o resto da festa se conhecendo mais e mais, e principalmente se apaixonando um pelo outro.
- Senhorita, temo estar me precipitando, mas meu coração implora para lhe falar, estou completamente enfeitiçado e apaixonado por vois, tenho medo de não conseguir voltar para Itália. Disse ele
- Quantos irmãos o senhor tem? Perguntou Camille desconcertada e incrédula no que ouvia, pois sentia o mesmo, só que ela tinha medo de não conseguir voltar para casa. Francesco era tão sedutor e tinha conseguido com certeza total domínio sobre ela.

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