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Meu Doce Demônio

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Meu Doce Demônio

Mensagem por JuhSalvatore em Sex Jun 15, 2012 7:06 pm

Alice Michael pisou fortemente nos degraus barulhentos da casa dos Parker. A madeira, como de costume, rangeu, mas dessa vez ela não fazia nenhuma questão de ser silenciosa. Parou em frente à porta e, por um segundo, refletiu se deveria ou não entrar na moradia. Logo decidiu que era melhor fazê-lo.
Bateu uma vez, duas, três... cada vez sem sucesso era igual a menos vontade de tentar.
O que haveria acontecido com Leo? Leonard nunca fora de sumir, muito menos deixar de atender uma ligação sequer. Agora ele o fazia com tanta frequência que ela estava se assustando.
- Leonard? Leonard Parker, está em casa? - gritou, da porta, furiosa. - Leonard, pode parar de infantilidade e vir aqui falar comigo?
- E por que faria isso? - perguntou a voz, atrás dela.
A garota virou-se assustada para dar de cara com um lindo homem, apenas de calça jeans, o peito definido a mostra. Das suas costas principiavam-se duas asas pretas, com traços em dourado delicadamente decorando-as, deixando-as majestosas. Sem nenhuma dúvida, apesar da cor das asas, ele parecia um anjo. Ela sabia que ele não era anjo e jamais seria um.
- Está maluco, Parker? Queres me matar do coração? - ela praguejou, enquanto ele dava uma risada sem vontade.
- O que você quer, Alice? Fale logo, não estou com tempo nem disposição para suas asneiras. Para que me chamou até aqui?
- Deixe de ser idiota, Leonard. Eu quero saber o que está acontecendo e quero saber agora. - Alice tento parecer decidida, mas sua voz saiu mais como um sussurro.
Ele a observou, cuidadosamente, reparando em cada pequeno detalhe de suas feições. Ele sempre fazia isso quando precisava encontrar uma resposta para algo para o qual não era capaz.
- E por que pensas que algo está acontecendo?
- Por que você sumiu, não atende minhas ligações e me ignora sempre que aparece no mesmo lugar que eu. Além disso, Korine me comentou sobre uma maldição jogada sobre os demônios, e eu quero saber se é isso. É isso, não é? É a maldição?
- Korine, aquela desgraçada. - ele comentou para si mesmo. Depois, voltou-se à Alice. - Escuta, Michael: isso não tem nenhuma ligação com a maldição, e se tivesse eu não te diria. Não é assunto seu, isso não te interessa.
- Você pode deixar de ser idiota pelo menos por um instante? - ela exaltou-se. Estava cansada de aguentar as idiotices e grosserias dele. Ela o amava, só queria ajudá-lo.
Leonard não queria ajuda.
- Não. Pelo menos não enquanto não deixares de ser intrometida nos assuntos que de nada te interessam.
A garota bufou e virou-se, em direção à saída do terreno, passando por ele sem mostrar um pingo de compreensão.
- Quer saber, Leonard? - ela perguntou, sem virar para ele. Não queria olhá-lo nos olhos, então apenas parou de caminhar, a uma distância segura do demônio. - Quando amamos alguém, tudo o que tem relação com essa pessoa é de nosso interesse. Isso chama-se preocupação e, caso não conheça, ela acontece quando a gente ama alguém.
- Disse bem, Alice: Quando amamos alguém, tudo o que tem relação com essa pessoa é de nosso interesse. O problema é que, caso não tenha notado pelos meus costumes estranhos e pelas enormes asas negras das quais tanto me orgulho, eu não sou uma pessoa. Acho melhor parares de me atormentar e aceitares o fato de que tudo o que faço é destruir humanos.
- Eu sei disso. E nunca disse que gostava desse lado seu, mas também nunca te forcei a mudar. Esse é você, e eu te amo. Aceito isso.
- Eu poderia te matar agora.
- Poderia ter-me ferido há dias, mas não o fez. Percebes? Não tenho medo de ti, pois nunca tememos a quem amamos, seja ele humano ou demônio.
- Apenas vá embora antes que eu te prove o porquê de deveres temer-me.
A garota não pestanejou. Já havia decidido-se a largar de mão do rapaz. Queria ajudá-lo por que o amava mais do que a tudo, mais do que à própria vida, mas ele não deixava-se ajudar. O máximo que podia fazer era chorar pela perda dele, e chorar era algo que ela recusava-se fazer a todo custo.
Leonard ficou encarando enquanto a garota de longos fios morenos saia pelo portão em direção à mata fechada. Ele odiava vendo-a ir embora, caminhando por aquele local sozinha, mas não podia detê-la. Na verdade, ele bem queria que ela morresse, seria tudo mais fácil. Ao mesmo tempo, jamais permitiria que nada a fizesse mal, por que demônios também se apaixonam e também querem ver seus amados vivos e felizes. Esse era o erro deles: apaixonarem-se por humanos.
Tudo o que ele queria, naquele momento, era arranjar alguém que protegesse-a, guardasse-a e guiasse-a quando ele não mais estivesse presente, para que tivesse garantias de que ela estaria bem, viva e feliz, construindo uma família com um humano normal e tendo vários filhos felizes correndo pela casa.
Pelo jeito essa pessoa não seria Korine já que, pelo jeito, ela não conseguiria guardar segredos.

Duas semanas passaram-se. Duas longas e tenebrosas semanas sem falar com Leonard. Alice sabia que não conseguiria aguentar por muito tempo, mas não fazia ideia de por onde andava o rapaz. Mal sabia se ele estava vivo ainda. Só queria poder dizer que o amava mais uma vez, e depois outra, e outra ainda. Por mais que ele não correspondesse, ela sabia que seu amor sobreviveria a qualquer coisa, e que não seria o tempo a terminar com ele.
Amarrou os cabelos e, olhando-se no espelho mais uma vez evitando reparar nas suas feições abatidas, saiu do banheiro, em direção ao seu quarto. O calor bateu na sua pele e atravessou o tecido do pijama curto que usava. Ia ser um verão complicado.
Abriu a porta do quarto e entrou no ambiente escuro e abafado. Ligou a luz e dirigiu-se à janela. Demorou alguns instantes para conseguir abri-la, mas quando o fez o vento fresco invadiu o local, refrescando-o como que instantaneamente. Ela então virou-se para seu computador e principiou-se a ligá-lo, mas sentiu como se alguém a observasse. Então virou-se e não pode crer no que viu.
Em frente a cama da garota, em pé e fitando-a atentamente, o dono das asas pretas, agora escondidas, arrancou da garota um sorriso sem que ela quisesse.
- Olá. - ele falou, sem demonstrar nenhum sentimento, bom ou ruim. Era apenas um cumprimento.
- Oi. - disse ela, ainda um pouco chocada. - O que você... eu achei que...
- Preciso falar com você. - Leonard a interrompeu. Depois, a ofereceu a mão, mão essa que a garota teve relutância em aceitar. - Não vens? - Perguntou por fim.
A garota refletiu se deveria ou não fazê-lo, mas o impulso foi maior. Ela segurou a mão do demônio firmemente, e esse dirigiu-se para fora do quarto pela janela, pisando no beiral da mesma. Depois, desvencilhando-se da mão da garota, pulou para o chão, dois andares abaixo deles. Pousou graciosamente, como se tivesse pulado um degrau de uma escada.
- Você está querendo que eu pule? Ficou maluco?
- E desde quando não confias em mim? - ele perguntou, olhando-a carinhosamente. - Venha, você sabe que eu não te deixaria ferir.
Alice fechou os olhos e respirou fundo. Então, contando até três, pisou no espaço vazio à sua frente, sentindo o vento atingir-lhe de baixo para cima. Por um momento, pensou que fosse morrer. Então a queda parou e ela estava confortavelmente aninhada nos braços dele.
- Não posso demorar-me, meus pais não sabem que estou saindo. - ela avisou, pulando do colo dele.
- Eu não pretendo demorar-me também. Não tenho tempo para demoras. - Falou o rapaz.
Caminharam alguns instantes até chegarem à árvore onde eles se conheceram. Ela estivera sentada perto às raízes desta, recostada no tronco, enquanto ele a observava do alto da mesma.
- Vais subir? - ele perguntou.
- Eu não sei se...
Não pode terminar. O demônio já tinha posto suas asas à mostra e levado-a até um galho da árvore. Soltou-a lá e sentou-se confortavelmente em um galho um pouco distante do dela. Alice não gostou da distância.
- Então...?
- Você queria saber sobre a maldição, não queria? Então, estou aqui para te contar.
O rapaz fez uma pausa, parecendo pensar.
- Não vai falar?
- Ah, ok. Eu sou um Recrutado, Alice.
- E isso é bom?
- Isso é qualquer coisa, menos bom. Um Recrutado é alguém que foi muito ruim em vida e, após morrer, foi escolhido por Lúcifer para ser um demônio. Eu era assassino de aluguel, mas mais que o dinheiro, eu gostava de matar, gostava da sensação que esse ato me dava. Matei muita gente, Alice. E quando morri, Lúcifer me escolheu. Então, eu virei um demônio, o demônio da luxúria.
- Ah, ok. Entendi. - disse ela, tentando assimilar a informação de que seu amado havia sido um assassino. - Continue.
- Há uma maldição. Quando um demônio Recrutado apaixona-se por um humano, ele assina sua sentença de morte. Tem dois anos para deixar de amar esse humano, ou então morre. O aviso surge duas semanas antes da execução.
A garota olhou-o e arregalou os olhos, mas não foi capaz de entender onde ele estava querendo chegar.
- E...
- E a única maneira de salvar minha vida é matando o humano que causou tudo isso, ou seja, matar a pessoa que você ama. Para a maioria dos Recrutados, isso não é realmente um problema, afinal, demônios vivem de pecado e gostam disso, a maioria não se importa em tirar a vida de mais um, mesmo que o ame.
- Leonard, eu não estou entendendo.
- Eu te contei a maldição. - disse ele, irritado. - Não era isso que você queria?
- Não! Eu queria saber por que está agindo de maneira estranha e o que isso tudo tem a ver com a maldição.
- É a minha vez, Alice. - ele disse, mas foi quase um grito.
- O que?
- É meu último dia vivo. - disse ele, rolando para cima a pulseira que usava e exibindo o desenho em seu pulso, um tipo de tribal, que ela deduziu ser o aviso. - Recebi o aviso no dia em que você foi até minha casa procurar-me, mas naquele dia já fazia um mês que eu sabia da maldição.
- Quer dizer que...
- Você, Alice. Eu teria de matar você para sobreviver. E eu jamais faria isso, por que, por mais que não tenha te dito isso, eu te amo. Fazem dois anos.
A garota sentiu seu rosto molhar-se e apenas segundos depois percebeu que estava chorando. Ela estava em choque. Fazia muito tempo que ele sabia que ela o amava. Por que nunca tinha dito nada?
- E por que... nós podíamos ter ficado juntos...
- Era perigoso para você! Eu não poderia correr o risco de te ferir.
- E matar quem eu amo é uma maneira de não me ferir? Você não pode morrer! Se não vai me matar, então eu me matarei, e quando morrer, ficaremos juntos.
- É inútil. Eu tenho que te matar, se não tua morte não ajudará em nada. Mas não o farei, jamais o farei. Além disso, você é boa demais, viraria um anjo após morrer. Admita, Alice: por mais que eu pudesse ter te avisado antes, ter admitido tudo isso antes, de que adiantaria? Não mudaria em nada.
- Mas nós podíamos ter vivido, Leonard. - ela gritou. - Nós podíamos ter sido felizes! Eu podia ter sido ruim e ter virado um demônio! Nós poderíamos ter uma história!
- Não, não poderíamos. Nós nunca teríamos uma história, Alice. E agora é tarde, eu serei eliminado à meia noite. Não há mais nada o que fazer.
Agora a garota já estava chorando copiosamente. Cada lágrima que corria por sua face rosada parecia rasgar-lhe a pele como uma faca. Seu coração poderia ter sido arrancado e ela nem assim sentiria tanta dor quanto estava sentindo.
- Por que não me falou tudo antes?
- Por que você faria algo para me impedir. Eu não podia deixar você se ferir.
- Mas...
O demônio abriu suas enormes asas pretas e dirigiu-se lentamente ao galho onde estava a garota. Pegou-a no colo e abraçou-a fortemente, deixando as lágrimas dela correrem por seu corpo desnudo.
- Shh, calma, minha pequena. Não é tão ruim. Eu sou um demônio, nunca serei bom o suficiente para você. Sem eu na sua vida, você pode ser o que quiser: pode arranjar um emprego, pode viajar, namorar, casar, ter filhos... Você terá toda uma vida pela frente!
- Mas eu não a quero sem você. - disse ela, tão baixo que se ela não estivesse nos braços do rapaz, ele não escutaria.
- Olha pra mim. - ele esperou até ela encará-lo nos olhos. - Vai ficar tudo bem, ok? Meu coração vai estar com você mesmo que o mundo desabe. Eu estarei aqui, com você, para sempre. - disse ele, segurando-a com um braço e tocando seu peito com a ponta de um dedo do braço livre. - Você confia em mim?
- Sim, mas não é o suficiente! Eu te quero comigo! Quero poder sentir teu calor... eu te ganhei agora, não é justo que já esteja te perdendo. - As lágrimas escorriam cada vez com mais abundância. Os espasmos agora eram inevitáveis.
- Eu te amo, pequena.
- Eu te amo, Leonard. Meu anjo.
- Quisera eu fosse um. - disse ele, antes de unir seus lábios docemente aos dela.

Querido Diário
Eu acordei e ele não estava mais lá. Num momento, estava dormindo nos braços dele, aconchegada carinhosamente onde sempre deveria ter estado, sentindo o calor do seu peito desnudo por sobre meu pijama. No outro, eu acordei sozinha no meu quarto.
Poderia ter passado a vida toda chorando. Juro até que cogitei a hipótese de realmente fazê-lo, mas então algo aconteceu. Debaixo do meu travesseiro havia uma carta. Juro que aquela carta, aquela linda carta, me deu motivos para viver.

"Minha Pequena Ally.
Sei que, quando acordar, não estarei mais contigo. Espero que lembre-se que não parti por minha vontade, mas por que era minha obrigação para comigo e para com você. E quero que lembre-se também que meu amor por você foi tão grande que eu dei minha vida por ele.
Me disseram que o amor verdadeiro não precisa ser eterno, ele apenas precisa ser real enquanto dure. Enquanto durou, meu amor foi a coisa mais verdadeira que eu já senti, e após minha partida, tenha certeza de que todo o amor que sinto por você não se apagará jamais, ficará guardado contigo para sempre, até que um dia possa dá-lo para outro alguém, alguém que te mereça mais do que eu, alguém que te faça feliz como eu jamais seria capaz de fazer.
Meu anjo, eu jamais te esquecerei. Você, que fez um demônio da luxúria transformar-se em um fiel amante, mesmo sem saber, estará sempre comigo, para onde quer que eu vá a partir de agora. Cada gesto, cada palavra, cada pequena coisa que fizestes por mim... tudo será eterno e me manterá vivo, pelo menos enquanto você estiver viva também. E quando seu coração parar de bater, espero que vá para um lugar mais bonito do que o lugar para o qual eu fui, e que lá sejas muito, mas muito feliz mesmo.
E depois de minha partida, nunca se sabe para onde irei. Quem sabe não nos encontremos no futuro? Não que eu mereça ter essa sorte toda, mas dizem que Deus é muito bom e que ele dá uma segunda chance a todos aqueles que se arrependem de seus erros.
E mais do que tudo isso, quero que saibas que um anjo muito bom te guia sempre. Não deixes de ouvi-lo jamais, não desvie de seu caminho, seja sempre essa pessoa maravilhosa que é, tão maravilhosa que transformara um demônio em um projeto de anjo, mesmo que esse jamais tenha a chance de possuir um terço da bondade com a qual você o presenteou.
Eu te amo, pequena. Antes de você eu não vivi, e depois de você recuso-me a viver. E de onde quer que eu esteja no futuro, estarei olhando para você, zelando por sua segurança e assistindo seu sucesso e sua felicidade, sendo feliz com você. Meu amor foi puro, o mais puro sentimento de todos que tive a honra de viver, e eu serei eternamente grato a você por ter me permitido viver esse.
Estarei no céu, ou abaixo dele, mas não importa aonde esteja, meu pensamento estará em você.
Serei eternamente seu.

Com amor
Leonard"


É difícil saber que o escritor dessa carta foi meu por apenas alguns instantes, que eu não pude viver tudo o que poderia ter vivido ao lado dele, mas sinto que ele realmente está comigo.
Ele disse que seria feliz com a minha felicidade. Eu serei feliz. Era isso que ele queria que eu fizesse. E quando chegar minha hora de partir eu o encontrarei. Não sei por que, mas tenho certeza disso.
E ao olhar para o céu, sei que verei meu anjo, meu doce Leonard, de asas negras e douradas, por entre as estrelas ou por entre as nuvens, pois alguém tão maravilhoso quanto ele não pode simplesmente desaparecer. Não dizem que, na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma? Então eu tenho certeza de que ele se transformou, transformou-se em um anjo que deve, infelizmente, ser incapaz de visitar-me.
Mas eu sempre posso contar com Korine, e sempre posso vê-lo em meus sonhos. E quem sabe ele não seja meu mais novo anjo da guarda?
Tudo isso eu só saberei quando chegar a minha hora. Mas até lá, serei feliz. Era o que ele queria que eu fizesse.

Com amor
Alice.


Última edição por JuhSalvatore em Seg Jun 17, 2013 6:57 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Meu Doce Demônio

Mensagem por sofiee.. em Sex Jun 22, 2012 9:10 pm

amo suas short fics, elas são sempre muito perfeitas
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sofiee..

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Re: Meu Doce Demônio

Mensagem por JuhSalvatore em Dom Jun 24, 2012 4:36 pm

nossa, que honra Sofiee!
fico feliz por vc pensar assim! sério, me sinto honrada.
mto obrigada por lê-las, viu?
beijoos
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