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*** Best Friends... Forever? ***

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Re: *** Best Friends... Forever? ***

Mensagem por Sabrina Borges Salvatore em Sex Mar 22, 2013 1:27 am

por que na parte boa sempre para ??
eu qure maissssssss adoro essass historiasssssss

Sabrina Borges Salvatore

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Re: *** Best Friends... Forever? ***

Mensagem por Jess Silver em Qua Maio 08, 2013 7:21 pm

*** AVISO ***



Bem galeraaa, eu sei que desapareci e essa fic ficou meio parada e tals, mas fui reler os capítulos e me deu um gostinho de voltar a escrever, então preparei um novo capítulo e vou postar, espero que alguém venha ler e goste!
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Jess Silver

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Re: *** Best Friends... Forever? ***

Mensagem por Jess Silver em Qua Maio 08, 2013 7:24 pm

Capítulo 4


If I Ever See You Again



Katherine,


Não. Isto não está simplesmente a acontecer. Ou está?
Como é que aquilo que já era um autêntico pesadelo se podia ter transformado num verdadeiro Inferno na Terra?! Como é que Deborah conhecia Klaus?!
Pestanejei, ainda sem querer acreditar que aquilo era mesmo verdade, e senti o choque a deixar-me sem palavras, algo que raramente acontecia. E então, para piorar ainda mais a situação, os lábios de Deborah rasgaram-se num enorme sorriso e ela avançou sem receios para Klaus, que se aproximou dela também para lhe envolver o rosto nas suas mãos e fixar o olhar no seu.
- Deborah… – a voz dele acariciou o nome dela de uma maneira incrivelmente apaixonada, que me fez estremecer.
Isto não pode ser verdade…
- Como… isto não é possível… – gaguejou Klaus, abanando a cabeça em negação compulsiva, enquanto estudava minuciosamente cada ponto do rosto de Deborah, como que para se certificar de que era mesmo ela.
- Sou eu, Klaus. Estou aqui… estou viva. – disse Deborah, e o sorriso aumentou ainda mais, iluminando-lhe o rosto e tornando-a ainda mais bela e cativante.
E então o impensável, o inacreditável e impossível, aconteceu diante dos meus olhos arregalados: Klaus puxou o rosto de Deborah para o seu e beijou-a intensamente, esmagando os lábios dela com os seus e puxando-a pela cintura para o seu corpo. Deborah envolveu-lhe o pescoço com os braços finos e entranhou-lhe os dedos no cabelo enquanto eu, Damon e Stefan assistíamos a toda a cena boquiabertos e demasiado chocados para conseguirmos dizer o que quer que fosse.
Eles estavam apenas surpreendidos por verem que Klaus conhecia Deborah, mas para mim era muito mais que isso. Era a maior facada nas costas que me podiam ter dado. Como é que Deborah podia estar envolvida com o meu maior inimigo, e eu não desconfiar de nada?!
Talvez eles se tivessem conhecido nalgum momento ao longo dos trinta anos anteriores… eu achava que Deborah tinha realmente morrido naquele incêndio no casebre, mas agora que descobrira a verdade, percebia que havia um mundo de segredos que eu ainda desconhecia. E Klaus podia muito bem ser apenas mais um deles.
- Como raio é que o Klaus ficou com a boazona antes de mim? – sussurrou Damon ao ouvido de Stefan, num tom ofendido e aborrecido.
Controlei-me para não lhe pregar um estalo, como tanto me apeteceu fazer. Só mesmo Damon Salvatore para se preocupar com aquele aspeto quando o meu mundo ameaçava colapsar a qualquer momento!
Klaus e Deborah pararam finalmente de se beijar e tornaram a trocar um sorriso de profunda alegria antes de Deborah se virar para nós, ainda sem largar Klaus, que agora lhe envolvera a cintura com o braço e a mantinha junto a si, protetora e carinhosamente.
- Kat, ainda não tive oportunidade de te apresentar ao… – começou Deborah, mas parou ao reparar nas expressões de choque e revolta que distorciam as minhas feições e de Damon e Stefan. – O que se passa? Que… que caras são essas?
- É que não precisas de apresentar ninguém, Deborah. Infelizmente nós já conhecemos bem a peça. – anunciou Damon, com os olhos semicerrados em jeito ameaçador.
A testa lisa e perfeita de Deborah franziu-se de confusão. Ela não estava a perceber nada do que se estava a passar ali. Klaus, pelo contrário, mantinha o sorriso rasgado, que agora exibia uma sombra de ferocidade que Deborah não parecia notar. Apercebi-me de que ele olhava fixamente para mim e senti o nervosismo a aumentar no meu interior, ameaçando explodir a qualquer momento. Eu tinha de fugir dali… não podia desperdiçar os 500 anos que fugira dele desta maneira, não podia deixar-me apanhar depois de tantos esforços para me manter viva e longe das garras dele! «Maldita sejas, Deborah…» pensei, enquanto lutava contra o instinto para fugir o mais depressa que pudesse, e tentava permanecer calma e controlada.
- Alguém me pode explicar o que se está a passar? Katherine, por que é que estás com essa cara? E de onde é que conheces o Klaus?
- Ele chegou à nossa cidade há poucos meses, Deborah, mas já todos o conhecemos de antes disso. Principalmente a Katherine. – explicou Stefan, num tom surpreendentemente calmo, tendo em conta a situação.
Ele estava suficientemente próximo de mim para me ter dado a mão ou me tocado de qualquer maneira, para me passar força e coragem, mas não o fez. Não se esforçou minimamente por me mostrar que estava do meu lado e que me ajudaria se Klaus se passasse da cabeça e decidisse atacar-me de repente, e isso magoou-me mais do que eu devia permitir. Damon também não olhou para mim, nem um breve olhar de viés, porque estava demasiado concentrado em Deborah e Klaus. Ela estava cada vez mais confusa, e ele estava obviamente deliciado com o momento.
- Mas que bom ver-te novamente, Katerina. – sibilou, e a maneira como pronunciou o meu nome arrepiou-me profundamente, assim como o sorriso que me dedicou.
- Oh, tu sabes o nome verdadeiro da Kat! – exclamou Deborah, e toda a sua ingenuidade e inocência relativamente àquele assunto ter-me-iam feito rir, noutra situação em que não temesse tanto pela minha vida.
- Claro que sei.
- Eu não fazia ideia de que a conhecias!
- Mas conhece, Deborah. A missão de vida dele é matar-me. – declarei, e consegui soar mais corajosa e firme do que me sentia interiormente.
Os olhos de Deborah arregalaram-se tanto que achei que lhe iam saltar das órbitas, mas felizmente Klaus agiu antes que ela pudesse passar-se da cabeça, e fê-la olhá-lo diretamente nos olhos antes de continuar.
- Tem calma, amor, deixa-me explicar…
- Como é que isso é possível? Como é que podes querer matar a minha melhor amiga? – perguntou, num tom quase histérico, mas não deu tempo a Klaus de responder, porque se voltou novamente para nós. – E tu, Katherine, o que é que fizeste para que o meu noivo te queira matar?!
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Re: *** Best Friends... Forever? ***

Mensagem por Jess Silver em Dom Maio 12, 2013 9:41 am

Capítulo 5


Take a Walk




Damon,


OK, isto está mesmo a acontecer ou é alguma espécie de pesadelo demasiado lúcido em que Klaus, para além de conseguir roubar a pouca paz dos meus dias, ainda fica com a rapariga nova só para si, e tem direito a ser chamado de NOIVO?!
- No… quê? – gaguejou Katherine, no seu mais perfeito estado de choque.
- É isso mesmo, Katerina. Eu e a Deborah estamos noivos. – anunciou Klaus, beijando Deborah nos cabelos com tanta meiguice que nem parecia ele.
Eu não podia acreditar que isto fosse mesmo a realidade. Klaus, comprometido para a eternidade com a ex-melhor amiga de Katherine? Havia algo mais rebuscado neste mundo?!
- Não, não pode ser… mas quando é que vocês se conheceram?! – perguntou Katherine, abanando a cabeça em desacordo.
Deborah abriu a boca para responder, mas Klaus fez-lhe sinal para não dizer nada e tomou a palavra.
- Não vos parece que este é um assunto demasiado intenso para falar na praça principal a esta hora da manhã? E que tal se me acompanhassem até casa e eu vos servisse uma bebida? – propôs, com um sorriso rasgado de perigo e desafio.
Troquei um olhar rápido com Stefan e ele apenas encolheu os ombros. Sim, ele tinha razão, connosco não havia grande problema; afinal de contas, quem Klaus queria matar para pregar a cabeça na parede em exposição era Katherine. No entanto tínhamos feito um acordo há poucos minutos, e não podíamos quebrá-lo de imediato. Se ela ia correr este risco, nós teríamos de a acompanhar. Katherine lançou-me um olhar que emanava desespero – eh lá, Katherine Pierce em versão desesperada? Esta é nova – e percebi que estava a implorar para que eu e Stefan não a abandonássemos naquele momento.
Senti subitamente uma enorme vontade de o fazer, um enorme desejo de a fazer pagar por tudo o que me fizera sentir durante o século e meio que passara atrás dela, a sofrer por ela e a sentir-me a pior pessoa do mundo por sua causa. Agora tinha a oportunidade perfeita para lhe pagar na mesma moeda e para me vingar, e a vontade de ceder a esse prazer quase levou a melhor sobre a minha consciência. Mas sabia que, para o caso de esta falhar, havia a Consciência Nº2, ou seja, o Santo Stefan, mesmo ao meu lado e olhar-me de uma maneira que deixava bem claro que não me deixaria escapar daquela situação e abandonar Katherine.
Com um suspiro derrotado, concordei com um aceno de cabeça e vi o pequeno vislumbre de sorriso a aflorar aos lábios de Katherine, tão breve como uma brisa, antes de ela recuperar a expressão apreensiva ao voltar a olhar para Klaus.
- Ótimo! Então vamos lá. Vem daí, amor, vou mostrar-te a minha casa. – exclamou Klaus, que não podia ter ficado mais satisfeito naquele momento.
Deborah, embora ainda estivesse confusa e desconfiada com tudo o que descobrira nos últimos minutos, retribuiu o sorriso dele e deixou que Klaus envolvesse o braço dela no seu, como se fossem dançar, e a guiasse para sua casa. Eu, Katherine e Stefan seguimos lado a lado, alguns passos atrás, e ainda mal tínhamos começado a dirigir-nos à mansão dos Mikaelson e já Katherine nos agarrava a ambos pelos antebraços e nos sussurrava ao ouvido que aquilo era uma enorme armadilha.
- Olha que bela conclusão a que tu chegaste. – reclamei, revirando os olhos.
- Estou a falar a sério, Damon! O Klaus está a preparar alguma cilada… não me deixou alternativa a não ser segui-lo até casa e pode muito bem estar a preparar-se para me matar lá… – insistiu, e notei que a voz lhe tremia de medo.
Por uns instantes, quando olhei para ela e vi a sua testa franzida de tensão, os lábios lívidos e os olhos a cintilar de ansiedade, pensei em Elena. Naquele momento, mais do que em qualquer outro, Katherine pareceu-se tanto com a sua doppelganger que me fez estremecer, porque o normal não era Katherine mostrar receio, fosse em que situação fosse, mas agora estava tão assustada que poderia muito bem desatar a correr para longe de nós a qualquer momento, largando tudo para trás para poder fugir de Klaus até ao fim do mundo. Eu nunca vira Katherine ter medo de ninguém, mas agora tinha de reconhecer que este filho da mãe era mesmo capaz de mexer com ela.
Bastou-me olhar de viés para o meu irmão para reparar que ele olhava Katherine da mesma maneira que eu, pelo que devia ter chegado à mesma conclusão que a minha: Katherine estava metida num belo sarilho.
- Nós não vamos abandonar-te, Katherine. – declarou Stefan, num tom demasiado solene para o que a situação exigia.
- Pois, eu também não vou porque ele não deixa. – acrescentei, recebendo um olhar censurador de Stefan no final.
- Eu não acredito que estejam mesmo a ficar do meu lado. Vocês querem-me ver morta quase tanto como o Klaus. Qual é a vossa jogada agora? – sibilou Katherine, desconfiada e assustada, mas a tentar soar tão mazinha como no resto do tempo.
- Não é jogada nenhuma. O Klaus não vai poder matar-te, porque quando chegar à altura de te fazer sofrer, esse prazer será totalmente meu. – respondi, presenteando-a com um sorriso rasgado.
Katherine lançou-me um olhar enfurecido mas não disse nada, e quando eu e Stefan estendemos os braços para ela, para que Katherine pudesse apoiar-se em nós e recomeçar a andar, ela apenas suspirou bem fundo antes de envolver os braços nos nossos e nos acompanhar atrás de Klaus e Deborah.
- Obrigada por ficarem comigo. – murmurou, e sei o quanto lhe custou passar por cima do seu orgulho desmedido para ser capaz de nos agradecer.
- Não agradeças ainda, Katherine. Experimenta cometer algum pequeno deslize de que não gostemos e eu não hesitarei em confiar a tua sorte às mãos do teu futuro cunhado. – ameacei, e fiquei bastante surpreendido ao ouvir Stefan rir à gargalhada no final.
Acompanhei-o com gosto, e continuámos a rir e a seguir Klaus e Deborah, acompanhados pela expressão furiosa de Katherine pelo meu comentário
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Re: *** Best Friends... Forever? ***

Mensagem por Sabrina Borges Salvatore em Dom Maio 26, 2013 9:46 pm

ta muito de mais essa fic bounce
é a katherine parece ter muito medo mesmo do klaus
ficou otima quando vai ter mais???

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Re: *** Best Friends... Forever? ***

Mensagem por Jess Silver em Seg Maio 27, 2013 2:58 am

[quote="Sabrina Borges Salvatore"]ta muito de mais essa fic bounce
é a katherine parece ter muito medo mesmo do klaus
ficou otima quando vai ter mais???[/quote]

brigada pelos elogios sabrina!
daqui a pouco posto o próximo capitulo, não se preocupa!
beijoos Wink
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Re: *** Best Friends... Forever? ***

Mensagem por Jess Silver em Seg Maio 27, 2013 10:44 am

Capítulo 6


Stand by Me



Damon,



OK, isto está mesmo a acontecer ou é alguma espécie de pesadelo demasiado lúcido em que Klaus, para além de conseguir roubar a pouca paz dos meus dias, ainda fica com a rapariga nova só para si, e tem direito a ser chamado de NOIVO?!

- No… quê? – gaguejou Katherine, no seu mais perfeito estado de choque.

- É isso mesmo, Katerina. Eu e a Deborah estamos noivos. – anunciou Klaus, beijando Deborah nos cabelos com tanta meiguice que nem parecia ele.

Eu não podia acreditar que isto fosse mesmo a realidade. Klaus, comprometido para a eternidade com a ex-melhor amiga de Katherine? Havia algo mais rebuscado neste mundo?!

- Não, não pode ser… mas quando é que vocês se conheceram?! – perguntou Katherine, abanando a cabeça em desacordo.

Deborah abriu a boca para responder, mas Klaus fez-lhe sinal para não dizer nada e tomou a palavra.

- Não vos parece que este é um assunto demasiado intenso para falar na praça principal a esta hora da manhã? E que tal se me acompanhassem até casa e eu vos servisse uma bebida? – propôs, com um sorriso rasgado de perigo e desafio.

Troquei um olhar rápido com Stefan e ele apenas encolheu os ombros. Sim, ele tinha razão, connosco não havia grande problema; afinal de contas, quem Klaus queria matar para pregar a cabeça na parede em exposição era Katherine. No entanto tínhamos feito um acordo há poucos minutos, e não podíamos quebrá-lo de imediato. Se ela ia correr este risco, nós teríamos de a acompanhar. Katherine lançou-me um olhar que emanava desespero – eh lá, Katherine Pierce em versão desesperada? Esta é nova – e percebi que estava a implorar para que eu e Stefan não a abandonássemos naquele momento.

Senti subitamente uma enorme vontade de o fazer, um enorme desejo de a fazer pagar por tudo o que me fizera sentir durante o século e meio que passara atrás dela, a sofrer por ela e a sentir-me a pior pessoa do mundo por sua causa. Agora tinha a oportunidade perfeita para lhe pagar na mesma moeda e para me vingar, e a vontade de ceder a esse prazer quase levou a melhor sobre a minha consciência. Mas sabia que, para o caso de esta falhar, havia a Consciência Nº2, ou seja, o Santo Stefan, mesmo ao meu lado e olhar-me de uma maneira que deixava bem claro que não me deixaria escapar daquela situação e abandonar Katherine.

Com um suspiro derrotado, concordei com um aceno de cabeça e vi o pequeno vislumbre de sorriso a aflorar aos lábios de Katherine, tão breve como uma brisa, antes de ela recuperar a expressão apreensiva ao voltar a olhar para Klaus.

- Ótimo! Então vamos lá. Vem daí, amor, vou mostrar-te a minha casa. – exclamou Klaus, que não podia ter ficado mais satisfeito naquele momento.

Deborah, embora ainda estivesse confusa e desconfiada com tudo o que descobrira nos últimos minutos, retribuiu o sorriso dele e deixou que Klaus envolvesse o braço dela no seu, como se fossem dançar, e a guiasse para sua casa. Eu, Katherine e Stefan seguimos lado a lado, alguns passos atrás, e ainda mal tínhamos começado a dirigir-nos à mansão dos Mikaelson e já Katherine nos agarrava a ambos pelos antebraços e nos sussurrava ao ouvido que aquilo era uma enorme armadilha.

- Olha que bela conclusão a que tu chegaste. – reclamei, revirando os olhos.

- Estou a falar a sério, Damon! O Klaus está a preparar alguma cilada… não me deixou alternativa a não ser segui-lo até casa e pode muito bem estar a preparar-se para me matar lá… – insistiu, e notei que a voz lhe tremia de medo.

Por uns instantes, quando olhei para ela e vi a sua testa franzida de tensão, os lábios lívidos e os olhos a cintilar de ansiedade, pensei em Elena. Naquele momento, mais do que em qualquer outro, Katherine pareceu-se tanto com a sua doppelganger que me fez estremecer, porque o normal não era Katherine mostrar receio, fosse em que situação fosse, mas agora estava tão assustada que poderia muito bem desatar a correr para longe de nós a qualquer momento, largando tudo para trás para poder fugir de Klaus até ao fim do mundo. Eu nunca vira Katherine ter medo de ninguém, mas agora tinha de reconhecer que este filho da mãe era mesmo capaz de mexer com ela.

Bastou-me olhar de viés para o meu irmão para reparar que ele olhava Katherine da mesma maneira que eu, pelo que devia ter chegado à mesma conclusão que a minha: Katherine estava metida num belo sarilho.

- Nós não vamos abandonar-te, Katherine. – declarou Stefan, num tom demasiado solene para o que a situação exigia.

- Pois, eu também não vou porque ele não deixa. – acrescentei, recebendo um olhar censurador de Stefan no final.

- Eu não acredito que estejam mesmo a ficar do meu lado. Vocês querem-me ver morta quase tanto como o Klaus. Qual é a vossa jogada agora? – sibilou Katherine, desconfiada e assustada, mas a tentar soar tão mazinha como no resto do tempo.

- Não é jogada nenhuma. O Klaus não vai poder matar-te, porque quando chegar à altura de te fazer sofrer, esse prazer será totalmente meu. – respondi, presenteando-a com um sorriso rasgado.

Katherine lançou-me um olhar enfurecido mas não disse nada, e quando eu e Stefan estendemos os braços para ela, para que Katherine pudesse apoiar-se em nós e recomeçar a andar, ela apenas suspirou bem fundo antes de envolver os braços nos nossos e nos acompanhar atrás de Klaus e Deborah.

- Obrigada por ficarem comigo. – murmurou, e sei o quanto lhe custou passar por cima do seu orgulho desmedido para ser capaz de nos agradecer.

- Não agradeças ainda, Katherine. Experimenta cometer algum pequeno deslize de que não gostemos e eu não hesitarei em confiar a tua sorte às mãos do teu futuro cunhado. – ameacei, e fiquei bastante surpreendido ao ouvir Stefan rir à gargalhada no final.

Acompanhei-o com gosto, e continuámos a rir e a seguir Klaus e Deborah, acompanhados pela expressão furiosa de Katherine pelo meu comentário.
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