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Dragon Ball: Ultimate Existence

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Dragon Ball: Ultimate Existence

Mensagem por Akira_Toyotaro em Sex Mar 03, 2017 8:26 pm

Capítulo [1]
Drigerous, o Doutor?

 E Drigerous andava pela floresta. O estudioso antropólogo andava portando uma pistola para revidar mediante a qualquer ameaça proveniente da natureza. O mesmo nunca conseguia um financiador para suas aventuras em busca de antigas atividades humanas, portanto, sempre que encontrava algo que achava possuir algum valor, por mais baixo que fosse, se apossava daquilo, algo como um caçador de tesouros.
 Em meio à vegetação, de uma maneira bem sigilosa e camuflada, viu brotando diante de seus olhos uma grande construção metálica, de arquitetura digna de filmes futuristas, o que o deixou instigado, pensando que finalmente conseguiria itens para bancar suas próprias aventuras. Ao adentrar nas instalações, não encontrou empecilho no quesito de segurança do local. Por mais que os sistemas tecnológicos fossem aparentemente de alta complexidade, eram baldios e maltratados pelo tempo, e careciam de um conserto.
 Dentro do local, via algumas capsulas de vidro quebradas e entulhos no chão, mas nada de valor. Decidiu então ir além e mexer na velha maquinaria que ali estava. Apertou dezenas de botões, em uma sequência aleatória, mas nada aconteceu. Observou que faltava um único botão, e o apertou. A superfície do local se abalou, e logo se deparou com uma passagem no chão que havia sido aberta pelo comando do botão. Um alçapão. Desceu a escada e se deparou com uma extensa sala subterrânea, coberta por teias de aranhas. Uma ninhada de ratos passavam perante o seu pé. Ao se deparar com a sala, ficou extremamente frustrado. Nada de valor, apenas livros. Dezenas de centenas de livros. Apenas uma assinatura se destacava em todos os livros. As iniciais M e G.
 A noite se estabelecia e o crepúsculo sujava o céu de uma cor plúmbica melancólica. Decidiu não retornar a casa naquele dia, devido aos perigos de se vagar pela floresta ao anoitecer. Se alocou na biblioteca recém descoberta, visto que o chão do salão inicial estava repleto de cacos de vidro. Abriu sua mochila e pegou um de seus lanches prontos que havia feito previamente antes de sair, em caso de emergência. No tédio que se alastrava na noite, decidiu pegar um dos livros.
 O sol já estava raiando e as cores cintilantes voltavam a evidência. Drigerous estava recostando sua cabeça sobre uma pilha de quatro livros, que passara a noite lendo. Apoiando os pés, dessa vez, estava sobre os 8 livros que ainda pretendia ler. Ficou encantado com a nova ciência descoberta, com o potencial intelectual que os livros lhe proporcionaram, e finalmente, pela ideologia do autor. Ao acordar, tinha a certeza de que não poderia abandonar o lugar sem antes absorver o conteúdo que o destino lhe propusera, e, contaminado pelas ideias do desconhecido autor, decidiu que dedicaria sua vida a um propósito maior.

Capítulo [2]
Projeto "Guardião da Terra!"
 
 10 anos se passaram após Drigerous encontrar a misteriosa biblioteca. Os livros estavam todos jogados no chão, sem exceção. É notável que o desleixado Drigerous não sabe se organizar muito bem. Porém, a perspectiva do ambiente que ele adotou como de seu trabalho mudou significativamente com o passar dos anos. Os sistemas de segurança e as máquinas foram todas reformadas e o local foi devidamente reparado. Exclusivamente uma única máquina ainda não havia sido acessada, devido à complexidade do sistema de defesa. A bagunça na biblioteca persistia, pois era o método que o fazia lembrar quantos livros faltavam para ele ler. Os que estavam no chão eram os que ele terminou de ler, e os que estavam na prateleira eram os que faltavam. Havia descoberto um novo mundo, claro, que na idiossincrasia do autor de todos aqueles livros. Descriptografando os arquivos e códigos da máquina restante, Drigerous conseguiu obter um arquivo de informações sobre características das espécies humanoides já catalogadas. Conseguiu também finalmente desvendar quem era o autor de todos aqueles livros, que assinava os mesmos com suas iniciais M e G. Era a última peça do quebra cabeça que lhe faltara completar. Após adquirir todo conhecimento possível, Drigerous decidiu finalmente iniciar o projeto que havia debatido na sua cabeça por longos 10 anos. Para ajudá-lo, confeccionou um pequeno robô de inteligência artificial, o Rugi.
 Drigerous, em sua carreira de antropólogo conheceu alguns feitos de seres extraterrestres na terra, mas foi aprofundar-se mais nos fatos quando leu um dos livros da biblioteca.
 Drigerous se questionava se era justo o poder de proteger a terra pertencer a seres bárbaros com o único propósito de guerrear, irresponsáveis com o poder que tem. Para ele, eramos reféns das vontades dos Sayajins. Era o seu objetivo maior a criação de um ser que pudesse ser forte, justo e responsável. Sabendo do baixo potencial físico de um humano normal, não via outra forma de tornar real suas idealizações a não ser a criação de um ser supremo, como sugeriu o mesmo autor desconhecido. Analisando o fichário de informações sobre as espécies de seres combatentes deixada na biblioteca e levando em conta sua própria experiência, decidiu fazer uma combinação gênica das 3 maiores potenciais espécies, aprimorando algumas habilidades, e abandonando outras não necessárias. Para isso, era obrigatório amostras genéticas das raças selecionadas. Sem outra opção, Drigerous cogita a possibilidade nas esferas do dragão. Questionado por Rugi se não seria mais aconselhável fazer um único pedido para Shenlong, para criar o tal ser supremo, Drigerous desbanca essa tese dizendo que Shenlong não tem capacidade de criar seres apenas pela ideia, somente reproduzir seres já existentes. Para realizar tal pedido, seria necessário antes, criar de fato o indivíduo por mérito próprio. Partem então em uma jornada pelo mundo, com os veículos e suportes criados por Drigerous, para reunirem as esferas do dragão e obterem os 3 desejos.

Capítulo [3]
O erro do doutor Maki Gero!

 Trilhava um caminho em meio ao matagal. Na mochila, 6 esferas do dragão, de densidade semelhante ao chumbo. O sol castigava o doutor. Estava à caminho de por em prática o plano salvador, e consequentemente figurar-se em livros de história como um dos maiores benfeitores do planeta. Em mãos, o radar do Dragão apontava para a esfera de 4 estrelas. Encontrou-a e a incorporou na mochila com as outras esferas já obtidas. Era hora de retornar. Drigerous estava eufórico.
 Ao chegar na fachada de seu laboratório, Drigerous juntou todas as esferas do Dragão imediatamente, e então, o céu escuro trouxe consigo diversas nuvens, e um intenso clarão. Era Shenlong. Antes mesmo de ser questionado sobre os desejos, Drigerous disparou:
_ Vou te poupar o tempo e dizer logo o que eu quero: Amostras genéticas de um Sayajin, Namekuseijin e um Majin.
Shenlong respondeu:
_ Tarefa simples, porém um tanto dubitável. Que assim seja.
 Um clarão de mesma intensidade ao anterior se fez novamente. As esferas ascenderam e se separaram, tal como é o procedimento padrão da invocação de Shenlong.
No chão, o que antes era o lugar que as esferas estavam reunidas, agora remanescia apenas 3 micro-capsulas que continham o conteúdo clamado a Shenlong, que posteriormente foram levadas para estudo.
 Após a análise de tais materiais se mostrarem bem promissores, Drigerous finalmente entendeu o erro de seu Mestre, o autor agora conhecido, Maki Gero:
_ O erro de Maki Gero foi ter depositado confiança em simples pedaços de ferro. A pura biologia certamente superará todas suas falhadas criações.
 Agora Drigerous trabalha por horas afio, em um procedimento incessante para criar o futuro Guardião da Terra.

Capítulo [4]
Apareça, grande salvador!

 Após produzir a formula aritmética perfeita no banco de dados de seu computador, Drigerous fez uma descoberta surpreendente. A anotou em seu livro e o guardou. continuou a trabalhar no grande salvador.
O ser biológico pré-definido estava prestes a se tornar realidade. A reprodução do ser era sexuada, mantida da característica dos Sayajins. A habilidade passiva de grande desenvolvimento físico em treinamentos e a tendência mental da raiva latente necessária para atingir o Super Sayajin também foram preservadas. Por mais que o metabolismo do ser fosse inteiramente parecido com o de um Sayajin, os tecidos possuiam um coeficiente de regeneração altíssimo, com as celulas de um Namekuseijin no lugar dos tecidos musculares, e as células do Majin fazendo a função do restante dos tecidos, com exceção do conjuntivo, que permaneceu o dos Sayajins. A habilidade dos Sayajins de se transformarem em Oozaru em lua cheia deu lugar a habilidade dos Namekuseijins de aumentarem sua massa muscular em centenas de vezes, tornando-se gigantes, tal como já fez Slug. A cauda dos Sayajins foi eliminada, pois é uma característica de fraqueza. A aparência e cor do indivíduo seria igual à de um ser humano comum.
 Com todos esses dados, iniciou o processo de produção do ser dentro de uma máquina, o qual seria desenvolvido até os 9 meses, da mesma forma que um humano, e logo após, poderia sair da cápsula e conviver no mundo exterior. Drigerous vivia a espera do termino do processo, e enquanto o mesmo não ocorria, apenas fazia reparos pontuais nas estruturas do laboratório. Eis que finalmente chega o dia.
 Drigerous acorda às 5 horas da manhã com um alarme intenso. Quando foi para a sala das cápsulas, observou uma grande cortina de fumaça. Ao fundo, se escutava um bebê chorando. Drigerous vai até o bebê e logo lembra de uma coisa muito importante:
_ Esqueci de pensar em um nome para ele...

Capítulo [5]
Mikkusu era seu nome!

 Drigerous vivia uma vida pacata. Após concluir seus planos, a sua única função seria a de ser uma figura responsável e guiar a criança para o caminho moral que ele mesmo tinha, direcionar ela para o seu objetivo. Decidiu dar ao seu filho o nome de Mikkusu. Percebe-se que Drigerous também não é muito criativo.
 Drigerous precisava adiantar seus planos. Aquele não era o final, ainda não poderia descansar. Cogitava a possibilidade de criar uma sala de treinamento para aprimorar as habilidades de Mikkusu no futuro. Como o lugar era extremamente isolado de qualquer contato com a civilização, a sala seria alimentada de energia por placas solares colocadas em pontos estratégicos. Drigerous de fato estava debilitado. Já não bastasse todo o esforço feito nos últimos 13 anos, uma doença degenerativa lhe ia paralisando os movimentos da perna.
 Mais 4 anos se passam, e Mikkusu agora está com 6 anos e a sala de treinamento está finalizada. Mikkusu é tratado com todo amor por Drigerous e vive sobre os seus ensinamentos. A cada discurso, Drigerous ia nutrindo Mikkusu de um sentimento de antipatia e revolta contra os Sayajins. Drigerous tinha o costume de sair todo o dia para caçar alimento, ritual que já era corriqueiro fazia anos. Antes de sair, decidiu realizar uma sessão de treino, dessa vez com ataques de KI, na fachada do laboratório. Mikkusu surpreendeu Drigerous ao lançar um ataque que fez um pequeno buraco na parede de seu quarto. O treinamento foi terminado e Drigerous partiu, deixando Mikkusu em casa trancado.
 Andava pela floresta de muleta, devido a doença que não lhe permitia uma alta mobilidade. Avistou um coelho à uma média distancia e decidiu atirar com sua pistola, porém o tiro não saiu, pois a mesma estava danificada. Frustrado, teve que capturar o coelho com a mão, com muita dificuldade. Ao retornar a casa, Drigerous entra pela porta da frente e vai verificar se o seu filho está bem. Ao abrir a porta do quarto de seu filho, se depara com uma Onça que entrou pelo rombo na parede e que estava prestes a devorar Mikkusu, que estava em sono profundo, exausto após o treinamento. Como um reflexo, saca a pistola para tentar atirar, mas o tiro não sai. A onça corre em sua direção. Sem outra alternativa, Drigerous tenta correr em direção a sala de treinamento. Ao adentrar na sala tropeça e cai no chão. Ao virar-se de lado, via que a onça estava prestes a o alcançar. Drigerous se levantar e vai em direção ao painel de controle da sala. No exato momento que em que a onça ultrapassa a porta, Drigerous configura a sala para treino pesado e a fecha.
 Ao escutar o barulho vindo da sala, Mikkusu acorda e procura a fonte do estrondo. Quando abre a porta da sala de treinamento, a mesma se desativa, e ele se depara com Drigerous no chão, com o corpo todo perfurado, à beira da morte, do lado do cadáver da onça. Mikkusu ficou paralisado.
_ Pai! O que aconteceu?
Uma única lágrima descia de seus olhos. Quando a mesma se encontrou com o chão, Mikkusu emanou uma aura amarelada e um forte poder. Foi até o cadáver da onça, o jogou ao ar, e com apenas uma única rajada de KI, o desintegrou totalmente. Ao chegar perto de Drigerous, tenta o curar com o poder de regeneração dos Majin.
Drigerous olha para o filho, sorri e diz:
_ Não se esforce à toa. Meu corpo já está muito debilitado, não existe mais salvação para mim.
Mikkusu diz:
_ Pai, desculpe não ser forte o suficiente para lhe proteger.
Drigerous responde:
_ Não fique triste. Você despertou o poder para proteger nosso mundo. Fico feliz de ter vivido para ver isso acontecer. A minha missão acaba por aqui. Use esse poder com sabedoria. Agora é só você. Adeus filho.
 O corpo de Mikkusu não aguenta o esforço que a transformação o impôs e desmaia no colo do pai, que logo após isso faleceu.

Capítulo [6]
Um novo desafio

 O pequeno Mikkusu acorda com a cabeça recostada na barriga de seu pai. O dia era lindo, o clima estava ameno e pássaros cantavam em alto e bom tom. Antes de dizer bom dia, a memória do dia anterior passou como um flash. Ainda não tinha se dado conta, mas estava sozinho no mundo. Carregou o resto do corpo de seu pai e o enterrou na fachada do laboratório. Memórias passadas atordoavam a cabeça de Mikkusu, enchendo-o de tristeza e saudosismo de anos passados. Não aguentava mais permanecer naquele laboratório, por isso, decidiu andar como um nômade pelas florestas, ato esse que Drigerous sempre fazia em vida.
  4 anos se passam, Mikkusu adotou uma rotina de treinamentos e estava se desenvolvendo muito bem. Vagava pela floresta até que encontrou uma cidade. Andando pela rua, viu um grande outdoor divulgando uma competição de artes marciais infantil. Mikkusu viu ali a oportunidade de mensurar seu poder e encontrar oponentes fortes para se desenvolver, como seu pai sempre o aconselhava. Foi até o local e se inscreveu. A competição era naquele mesmo dia, e restava apenas uma única vaga, a décima sexta, da qual ele se apropriou. O sorteio aconteceu e sua luta era a primeira.
O sorteio estava prestes a começar
_ Primeira luta: lutador 4 e 16, compareçam a arena.
Mikkusu não tinha a ideia do quão forte era seu oponente, portanto, decidiu partir com força total. A arena tremia e os espectadores observavam boquiabertos a cena. Transformou-se em Super Sayajin e elevou seu KI ao máximo. Quando estava prestes a dar o seu primeiro soco, surge um homem no meio da arena, entre os dois oponentes. O mesmo leva o golpe certeiro na barriga. Trajava uma roupa laranja e azul e aparentava estar intacto mesmo após o duro golpe. Quando Mikkusu vislumbra seu rosto, se enfurece e parte para o ataque.
_ Maldito Sayajin, o que faz aqui?
O homem diz:
_ Então você sabe quem eu sou?
Mikkusu responde:
_ Son Goku, o Sayajin.
Goku retruca:
_ Porque se enraiveceu dessa maneira quando me viu?
Mikkusu constata:
_ Porque você e sua raça são a escória desse planeta. Vou exterminar vocês um por um, como meu pai me disse para fazer.
Goku ri, dispara um golpe sutil na barriga de Mikkusu, na tentativa de acalmar sua ira. Prostrado ao chão, Mikussu já não possui forças
Goku diz:
_ Se eu não chegasse aqui a tempo, você mataria essa criança. Agora você diz que vai me exterminar. Parece que você não tem muita noção de seu poder. Senti uma mistura de KI de grande intensidade aqui e decidi observar. Afinal, o que é você?
 Mikkusu não aguenta e desmaia.

Capítulo [7]
Uma nova realidade

_ E o que você pretende fazer com esse menino?
_ Calma Chichi, vou apenas treinar ele. Esse garoto tem potencial.
_ Você já tem muitos deveres. Quem vai cuidar da plantação? e outra? Os pais desse menino sabem que você o trouxe até aqui?
_ Bem... Não.
_ Como você é inconsequente, Goku!

Ao fim da discussão de família, Mikkusu desperta e tenta reconhecer o ambiente ao redor. Tenta identificar aonde está, e sai abrindo e passando todas as portas que via pela frente. Ao sair da casa, viu na fachada Goku levando um belo sermão de uma mulher. Mikkusu estava em dúvida se partia para cima de Goku ou fugia. Pelo pouco que lembrava do dia passado, constatava que não tinha mínima chance de vitória.
 Ao perceber a presença do garoto, Goku diz para Mikkusu:
_ Fica tranquilo. Quero apenas conversar
Mikkusu permanece receoso quanto a situação, mas decide escutar Goku.
Mikkusu questiona:
_ O que quer de mim?
Goku responde:
_ Você é realmente muito forte, mas está longe de ter as habilidades que precisa para realizar as ambições de seu pai. Não sei o motivo de seu ódio. Mas se você quiser que eu te treine, posso te fazer um guerreiro forte para concluir sua missão. Só quero um oponente forte para lutar. Acho que você tem uma grande capacidade.
Mikkusu entra em dúvida. Os seres asquerosos que o seu pai havia lhe contado, em realidade eram bem diferentes de tal descrição. Mikkusu decide aceitar o convite de Goku, mas ainda desconfia de toda aquela bondade.
_ Aceito sua proposta. Mas não pense que você tem minha confiança. Não ficarei de guarda baixa para você.
Goku fala:
_ Tudo certo. Agora só falta saber qual é o seu nome...

Akira_Toyotaro

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