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Acácia [+16] Capítulo 2

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Acácia [+16] Capítulo 2

Mensagem por ZeroCrazy em Sex Jul 19, 2013 10:14 pm

.Acácia.

- Como! Como ela ficou tão forte!! eu selei os poderes dela quando nasceu! - Diz Lekus com a sua mão esquerda apoiada no braço direito ou no que restou dele, apoiando seu corpo em uma parede com o chão ensanguentado pela ferida de seu braço que foi arrancado.

Acácia abre seus olhos lentamente esticando seu corpo, ela rapidamente se senta, assustada, olha envolta tentando identificar em que lugar esta, e tenta se lembrar o que aconteceu antes de chegar a este local. Ela estava em um quarto com a janela aberta ao lado da cama, armários de madeira refinada, um banheiro e alguns quadros pregados na parede.
A maçaneta do quarto começa a girar lentamente e a porta começa a se abrir, um homem com cabelo curto preto usando com um sobretudo azul escuro cobrindo todo seu corpo. Acácia ficou assustada ao ve-lo, ele entra sem dizer nada vai até o armário pega algumas roupas e entrega para a garota e sai do quarto.

Depois de tomar um bom banho Acácia desce atras do homem que lhe entregou as roupas para conseguir algumas respostas que estavam deixando-a inquieta. Ela desce as escadas e se depara com uma sala, havia uma Lareira com duas poltronas de couro de animal, e em uma delas estava o homem que ela tinha visto. Se aproximou do fogo para se esquentar e por algum momento houve um silencio.

- Obrigada.
- Hm?
- Obrigada por me salvar. Foi você não foi?
- Tsc, eu apenas a trouxe até aqui por ordens.
- Ordens? De quem? - Pergunta Acácia se sentando na outra poltrona.
- De seu pai.
- O que?! - Aquelas palavras ecoaram dentro de Acácia. - Como meu pai? Ele não foi morto?
- Não, Lekus apenas matou sua mãe, seu pai é o governante daquilo que os humanos chamam de inferno. Ele soube que Lekus estava planejando te matar e me enviou para te buscar, infelizmente eu não cheguei a tempo de impedir que você fosse atras da sua vingança contra ele, mas felizmente você despertou seus poderes e conseguiu se salvar.
- Meus poderes? Não estou entendendo e quem é você afinal?
- Eu sou Felix, irmão de Kilis aquele que protegeu sua mãe com sua própria vida. No reino de Glunk, chamado pelos humanos de Céu, existiam três guardiões do grande palácio. Sephirot, seu pai, Lekus e Agatha, sua mãe. Os Guardiões são os Arcanjos mais poderosos designado por um certo alguém para comandar seu reino em sua ausência.
- Mas por que meus pais foram mortos por Lekus? Eles não eram companheiros?
- A relação entre os arcanjos é proibida, mas seu pai e sua mãe não se importaram com essa lei.
- Mas por que? Qual é o problema?
- Todos e todas as coisas, e pessoas, existente no mundo são planejadas. Os humanos não conseguem violar essa lei, porem seres sobrenaturais são capazes de viola-la. E se isto acontecer pode acabar mudando a historia dos humanos, e a punição para aqueles que violam essa lei é a morte.
- Mas por que apenas minha mãe morreu?
- Seu pai era muito poderoso na época que tudo isto aconteceu, e hoje em dia...ele é ainda mais poderoso. Agora chega de conversa e vamos logo para Kuntus.
- Kuntus?
- Sim, era o nome da prisão em que Lekus deixou seu pai confinado, porem ele a transformou em uma base e criou seus guerreiros através do ódio e da desgraça. - Felix se levanta e vai ate uma parede qualquer – Bom esta na hora de irmos. - Com uma das mãos apoiadas ele faz um encantamento e abre um portal para Kuntus.


Depois que Lekus foi derrotado por Acácia ele voltou para o reino de Glunk para pensar em uma alternativa para poder contra-atacar Acácia. Depois de pensar muito ele chegou a conclusão de que apenas outro Renegado, assim como é chamado aqueles que não foram criados de forma "planejada", seria capaz de derrota-la. Ele foi até a terra em um lugar distante, um lugar onde haviam vulcões cuja suas lavas estavam espalhadas por todo o terreno.

- Se estou certo ele deveria estar neste local.
- Quem tu pensas que és para adentrar em minhas poses?- Uma vóz grossa e sombria de causar calafrios em qualquer ser existente ecoa pelo céu.
- Meu nome é Lekus nono membro dos Arcanjos, guardião do templo sagrado de Venks... - Antes que Lekus terminasse sua frase a voz novamente soa junto ao vento
- Suma da minha frente antes que eu decida mata-lo!- Um mar de lavas começa a se erguer perante Lekus, apavorado, ele recua rapidamente e se afasta do local.


Enquanto Lekus estava atrás de um renegado para combater Acácia, a mesma se adentrava em Kuntus para se encontrar com seu pai. Diferente do pensamento dos humanos, Kuntus (Inferno), Não era um lugar quente, destruído, com fogo queimando em todos os lugares. Possuía seus animais, suas florestas, seus moradores, mas apenas um Rei, um governante que possuía poderes extraordinários, Sephirot.

- Senhor, trouxe sua filha como mandado, estarei lá fora caso necessário – Diz Felix
Felix se retira da sala e deixa Acácia sozinha com seu pai. Sephirot fica parado observando sua filha sem saber o que dizer depois de ter ficado tantos anos longe dela. Seus olhos começaram a se afogar em lagrimas de saudade. Instantes depois ele estava abraçando-a, chorava como nunca chorou antes.

- Eu acho que a ultima vez que eu chorei desta forma foi quando sua mãe fora assassinada por Lekus. - Diz Sephirot olhando nos olhos de sua filha.
- Pai, achei que você tinha morrido... Felix me disse que você não foi morto. Por que não protegeu a mamãe?
- Eu estava preso aqui, em uma jaula especial criada por Alexino.
- Alexino? Quem é ele?
- Deixe-me contar a historia da nossa origem à você. A muitos séculos antes de nós, existiam vários deuses que controlavam tudo e todos. No total eram 12 deuses. Seus nomes eram, Jintus, Kaltos, Vugus, Taltia, Afélia, Cafis, Optico, Jylos, Gylliar, Barrute, Falle e Alexino. Um deles estava cansado da vida pacífica chata, sem ação, então decidiu quebrar a regra mais sagrada, matou um de seus irmãos. Quando um dos dozes grandes deuses é morto, sua força, seu poder e toda a sua sabedoria é absorvida pelo seu assassino, desde que este seja um Deus. Uma grande batalha havia começado. Durante essa guerra de deuses, foram criadas as criaturas para lutarem em seus lugares, para serem seus peões. A guerra possuía dois lados, um deles estava apenas Alexino, o outro estavam o restante dos deuses. Alexino, que havia assassinado Falle, criou nós os Arcanjos, e com os outros deuses vieram os vampiros, minotauros, cíclopes e as criatura mais poderosa, e temidas, com força suficiente para matar os grandes deuses, os Titãs. Alexino conseguiu matar seus irmãos graças a grande quantidade de poder que eles tiveram que gastar para criar os Titãs. com todos os seus irmãos mortos e todos os seus poderes concentrados apenas em seu corpo, Alexino acabará de se tornar a criatura mais poderosa que já existiu, ou pelo menos era o que ele pensava. Os titãs conseguiam resistir a seus ataques, o único modo encontrado para derrota-los foi a opção do foi a de sela-los. Ele selou os titãs em uma região abaixo do mundo humano e chamou-a de Kuntus.
- Kuntus? Aqui? Não é perigoso ficarmos aqui? Com estas bestas andando por ai? - Pergunta Acácia preocupada.
- Não filha, eles não estão vagando por estas terras, venha vou-lhe mostrar.

Sephirot leva Acácia até uma praça onde estavam vagando por lá 5 homens, então ele parou encarou por um certo tempo, virou para sua filha.

- Ali, aqueles são os Titãs. Eles estão aprisionados apenas a uma região determinada por Alexino, todo o resto foi criado por mim. Montanhas, fauna, flora, cidades entre outros.
- Pensei que eles fossem bestas monstruosas que só de olha-los as pessoas ficariam com medo.
- Tsc, que exagero filha...mas você tava certa, eles eram assim. Porem eles foram aprisionados nessa forma humanoide.
- Não é perigoso andarem assim sozinhos?
- Não, filha eles estão selados, não tem possibilidade deles fazerem algo de ruim, Eles estão totalmente submissos ao meu comando, espero que você tenha gostado deles, pois você vai treinar juntos a eles.
- O que? Você quer que eu lute contra titãs?!
- Relaxe, não precisa ficar assustada o poder deles estão apenas 1/4 liberado por causa do corpo humanoide. Vamos começar? Bem creio que este lugar é perfeito para seu treino. O seu primeiro adversário será Tharum, não pegue leve com ela. - Diz Sephirot ao Titã - O treinamento acaba quando um dos dois cair nocauteado no chão...que a diversão comece.

Sem mesmo que Acácia pudesse voltar seus olhares para Tharum, um homem de 1,90 cicatrizes em todo o corpo e uma marca de um X vermelho sangue em suas costas, o mesmo já se encontrava a seu lado, consegue desferir certeiramente um soco no rosto, de forma diagonal, de sua adversária cuja tem sua cara arremessada ao chão de tanta força. Tharum começa a pisotear o corpo de Acácia que estava imóvel.

- O que? Eu nem cheguei a sentar e você já desmaiou filha? Que decepção.

Acácia reúne forças para aparar os chutes de Tharum e se levanta. Já ofegante com o corpo curvado, a mão na boca limpando o sangue que escorre, "Ele não tem nenhuma expressão...será que ele é mesmo um monstro sem sentimentos?" A jovem consegue ficar ereta e em posição de batalha. "Droga! Eu não faço ideia de como usar meus poderes"
Tharum sem vontade de ficar olhando para cara cansada de Acácia começa a andar lentamente na direção dela. "Que cocozinho." A jovem começa a fugir correr pelo campo, que favorecia muitos locais para se esconder já que é um campo extenso e montanhoso.


Glunk.

- Lekus...que cocozinho esta acontecendo! Você é um retardado inútil?! Eu deveria ter te matado! Eu tive que acordar do meu sono de restauração dos poderes para vir resolver a cocozinho que você ta espalhando por ai!
- Mas meu senhor...
- Nada de mas! Some da minha frente seu verme!
- Sim Senhor.

Alexino acorda devido os problemas causados por Acácia, só do fato dela existir já é motivo suficiente para acorda-lo. Convocou uma reunião com seus guardas pessoais para chegar em alguma solução. A reunião foi no salão principal do castelo, Uma grande mesa dourada com cadeiras prateadas, Com 3 Lustres majestosos prateados iluminando todo o salão, sem janelas, nos cantos vários armários de aço com taças e pratos louças brancos.

- Muito bem, como todos sabem uma criança chamada Acácia nasceu entre um amor proibido. Isso vai causar problemas futuros, muitos problemas. Nós precisamos de uma solução para acabarmos com ela o mais rápido possível. - Relata Alexino a seus guardiões
- Porque simplesmente não vamos até lá e matamos ela? - disse ???
- Ela liberou seus poderes, ela é muito poderosas...não tem condições de...
- Hahahaha me poupe Lekus, só porque você perdeu esse seu braçinho acha que nós também seremos derrotado? Você esqueceu que foi rebaixado? Não esta nem mais entre os 5 guardiões do templo. - ???
-Silêncio! Eu quero um grupo de duas pessoas, só para garantir, Ramesses 8 guardião de Venks e você Lekus. - Diz Alexino
- Sim senhor.

Ramesses e Lekus se aprontam para ir atrás de Acácia. Lekus esta um pouco preocupado já que ele viu como ela fica quando esta furiosa, Ramesses é um Jovem de apenas 26 anos é um grande guerreiro já travou batalhas ferozes ao lado de Sephirot, conhece bem suas técnicas de combate e faz de tudo para cumprir seu dever.

Kuntus

Acácia se levanta novamente toda arranhada, machucada suja e sangrando, Tharum a encara sem nenhuma expressão com seus olhos brancos. Sephirot apenas assistia tudo o que acontecia de longe, esperando para ver o poder de sua filha sendo liberado. Ela fecha os olhos respira fundo, o flash back que ela teve quando Lekus matou Bruce começaram a retornar, ela via toda cena da morte de sua mãe novamente. Seu sangue começou a ficar mais quente sua pele ficou mais avermelhada.

Acácia abre os olhos com ódio querendo se vingar, com muita rapidez consegue se aproximar de Tharum, ele nem mesmo percebeu seus movimentos, desfere uma joelhada no estomago o agarra pelos cabelos e arremessa-o em direção de montanhas q foram se partindo conforme seu corpo se chocava com elas. Sephirot se ajeita na poltrona que havia colocado para assistir a luta e esboça um leve sorriso na cara. Ele se levanta e começa a bater palma. Fora de si a garota olha para seu pai e avança em sua direção, Sephirot coloca sua mão na testa da jovem fazendo com que desmaie.

Confusa e atordoada, ela acorda e se senta lentamente, olhando em envolta, observa Tharum e os outros 3 titãs apoiados em algumas pedras parados, seu pai esta ao seu lado olhando para o nada, parece pensativo.

- O que aconteceu? - Pergunta Acácia com a mão no rosto.
- Hm? você não se lembra?
- Não, só me lembro de mamãe sendo decapitada, mas dessa vez foi diferente, eu pude ver alguns momento de sua vida, mesmo antes de engravidar.
- Hmm...interessante, então você despertou seus poderes através do seus flash back. Provavelmente algumas lembranças da vida de sua mãe foi passado por ela durante o seu parto. Nós temos que continuar treinando até você conseguir controlar perfeitamente seus poderes, conseguir usa-los quando e como quiser. E poder parar na hora que bem entender. Mas por hoje é só, vamos voltar e descansar um pouco, vá na frente eu vou depois.

Em algum lugar de Kuntus.

- Sua ajuda foi muito útil, conseguimos despertar seus poderes agora temos que descobrir como eles funcionam. - Diz ???
- Muito obrigado mestre. Alexino nos enviou até aqui para podermos mata-la, não podemos concluir já que estragaria todo o nosso plano. - Diz Lekus ajoelhado com oseu braço apoiado em sua perna com a cabeça baixa.
- Você veio junto com Ramesses?
- Sim meu senhor.
- Será uma pena mata-lo, mas isso, com certeza, será muito interessante. - Ressalta ??? com um sorriso.

Castelo "Central", Kuntus.

Acácia já estava totalmente recuperada e andava pelo castelo, era imenso, 233 quartos, 4 masmorras para capacidade de 870000 prisioneiros, 23 cozinhas, 44 banheiros, 20 salas de estar, 20 salas de jantar, e um grande salão na entrada do castelo onde o chão é coberto por um lindo tapete vermelho pintado na lateral com a cor dourada.
Ela acabou se perdendo perante toda essa grandiosidade, não entendia muito bem o porque disto tudo, achava um exagero, que era apenas para demonstrar o poder de seu pai perante seus súditos. Sem saber o que fazer ela resolveu andar pela cidade para conhecer mais sobre Kuntus e seus habitantes.

A cidade era linda, o sol alaranjado brilhava sobre ela com todos os seus raios sobre as casas, estas são feitas de várias formas e materiais diferentes, desde metais até madeira, também possuía uma arquitetura bem diferenciada. Suas ruas eram todas de terra com alguns arbustos ao seu redor. As lojas estavam todas abertas, diversas, ferraria, bijuteria, tabernas entre outras.

- Nossa, incrível!! como é grande a cidade!!, olha essa fruta que diferente!, nossa que casa estranha! - Disse Acácia para si mesma enquanto andava pela cidade.

Ao longe, um homem, mais ou menos 1,70 cabelos pretos arrepiados, corpo mesomorfo, ou seja, seus músculos eram bem destacados, olho esquerdo com um tapa olho vermelho com uma cicatriz que passava transversalmente ao tapa olho, seu olho direito tinha uma coloração azulada, em suas costas duas espadas estavam embainhadas. Em sua cintura possuía mais duas espadas, e um cajado da cor azul escuro em sua pose na sua mão esquerda, com uma orbe verde na ponta. Apoiando o cajado no chão a cada passo dado, aproximava-se cada vez mais de Acácia.

Ela começa a sentir uma estranha sensação, seu corpo começa a perder controle dos movimentos e começa a parar. Quando o estranho esta a seis metros dela, seu corpo fica totalmente imóvel, mesmo ela querendo se mexer, seu corpo não respondia a seus movimentos. O homem passou ao seu lado e a encarou, por um momento seu olho azulado ficou roxo, mas depois de alguns segundos voltou ao normal.

A jovem ficou totalmente curiosa, olhou para tras e via o homem se afastando, ela resolveu matar sua curiosidade e começou a segui-lo. Porem ela não era nada furtiva, seus passos faziam mais barulho que uma carroça em uma estrada rochosa, com seus olhos focados no homem, Acácia não prestava atenção nas coisas à sua frente e tropeçava em buracos, e derrubava mercadorias fazendo uma certa confusão.

Durante esses tropeços e distrações ela teve que desviar seu olhar do estranho, e quando tornou-os a direção que o mesmo se encontrava, ele já não estava mais lá. Então ela correu um pouco mais a frente para tentar alcança-lo, porem não obteve sucesso. Alem de deixa-lo escapar ela estava totalmente perdida, não fazia ideia aonde estava e como voltaria para o castelo e não havia ninguém ali para que ela pudesse pedir ajuda.

Então começou a andar, tentou fazer o caminho contrario, porem ela correu tanto e virou nas ruas sem perceber, depois de alguns minutos andando, ela ve ao horizonte duas pessoas uma delas era um "gigante", possuía três metros e doze centímetros, seus músculos eram enormes, a cada passos dado o chão afundava de tão pesado que era seu corpo, carregava um martelo de um metro e cinquenta centímetros na sua mão direita como se fosse papel.

A visão de Acácia não conseguia identificar ainda quem eram os sujeitos com exatidão, estavam muito distantes para poder tirar uma conclusão de quem seria e suas faces estavam cobertas por uma mascara vermelha. Ela não se mexia, ficou intimidada ao ver o homem grande como aquele vindo em sua direção, não sabia se fugia ou se ficava.
Quando eles se aproximaram o suficiente, ela se espantou, um dos homens era Lekus usando um sobrepeliz preto. Lekus e seu amigo param na frente da jovem, que estava totalmente espantada, e abaixam suas mascaras.

- Hora, hora, veja Ramesses uma doce jovem perdida.
- Hahaha, pensei que você tivesse dito que ela era forte, mas "puxa o ar pelo nariz" só sinto cheiro de medo e de fracote.
- O...o que vocês querem?! - Pergunta Acácia dando um passo para trás.
- Nós? Bem...não sei, quem sabe a sua cabeça! - Responde Ramesses lambendo seus lábios com os olhos arregalados.
- Me matar? Para que?! Não fiz nada à vocês.
- Nada? Isso é nada? - Lekus mostra seu braço direito, ou pelo menos onde seu braço costumava ficar.
- Não! Não fui eu quem fez isto! - Retruca Acácia com um tom de voz elevado.
- Já chega de papo, não viemos aqui para conversamos e darmos risadas. Ramesses...mate-a.
- "risada" Será um prazer!

Continua...

ZeroCrazy

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