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O Diário de Kalyn - Face E-book

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O Diário de Kalyn - Face E-book

Mensagem por Fittsherck em Sex Fev 01, 2013 3:50 pm

Apresento o livro em que estou trabalhando,

O diário de Kalyn - Face e-book:
Não consegui postar os links. Para acessar digite "diario de kalyn" no google.

Meu manuscrito está na fase final da segunda etapa da estória (cap 13) e agora em fevereiro estarei trabalhando na terceira e última parte. O trabalho começou em julho de 2012 e tem previsão de término para março de 2013.

A quantidade de capítulos é grande mas quem acessar o meu blog vai perceber que na verdade são bem curtos e que a passagem de episódios se dá justamente pelo passar dos anos, com relatos dos melhores momentos contidos no diário da protagonista, que vão revelando a trama bem como o dia a dia da tripulação do Maedro.

O formato em diário se presta justamente aqueles que não dispõem de muito tempo para a leitura, de forma que é necessário apenas alguns minutos para ler cada trecho. E a facilidade em acessar-los com uso do celular ou tablets a torna uma perfeita leitura para filas, salas de espera, viagens, etc.

Isso é claro, se você conseguir ler apenas um trecho de cada vez.

A obra ainda não está pronta, mas já conta com leitores fieis e tenho recebido vários elogios, principalmente no que diz respeito a fluidez, pois, a narrativa é muito fácil de ler, assimilar e principalmente, não é enjoativa.

Eventualmente venho selecionando alguns destes trechos para que recebam críticas de forma a melhorar ainda mais o trabalho.
Estes trechos serão postados aqui, não com o objetivo de acompanhamento da trama, mas apenas para avaliações e críticas. Interessados em acompanhar a obra na sequência devem visitar os links acima.

Por fim, espero que aproveitem. E não deixem de dar um like na minha página. O apoio da galera ajuda muito na divulgação.

Segue o primeiro trecho do livro:

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DRO: #$#%
Data: 20/12/2154 (Sexta-feira)
Assunto: Sem assunto

Está escuro, voltou a chover. O som da água é a única coisa que posso escutar em horas desde que os combates cessaram, mas não posso arriscar sair. Não ainda.
Felizmente tenho como estender uma caneca e beber um pouco. A comida acabou já fazem três dias.

Estou transmitindo diretamente no sistema XAB de sinal analógico e a pouco fiquei sabendo que tenho acesso ao meu diário arquivado no banco de dados do MAEDRO. Assim, vou usando o tempo que me resta para ler, alterar e apagar as entradas do diário de forma a deixar para você, apenas o que acredito ser realmente útil. Posso não ter tempo de tornar tudo impecável mas vou fazer o possível.
O difícil está sendo executar esta tarefa sem lembrar da vida miserável que tive. E não haveria final mais coerente do que apodrecer neste buraco imundo.

Quero que saiba. Apesar de termos o mesmo rosto e até o mesmo sangue, não somos a mesma pessoa. Não se sinta obrigada a continuar qualquer trabalho que acredite ter começado ou atender expectativas alheias. Leia meu diário, aprenda e tome as decisões por si mesma.

Sobreviva e acima de tudo, tente ser feliz.

Kalyn 003
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Re: O Diário de Kalyn - Face E-book

Mensagem por Fittsherck em Seg Fev 04, 2013 6:06 am

Olá pessoal,

Eventualmente, colocarei aqui alguns trechos do livro para que sejam avaliados pela comunidade.
Eles provavelmente não estarão em ordem cronológica, de forma que não será possível acompanhar a trama apenas com o que aqui for postado, ok?

Então segue o primeiro trecho. Interessados em acompanhar, verifiquem os links na minha assinatura;

DRO: 0070
Data: 03/09/2138 (Quarta-feira)
Assunto: Caos!!!

Caos, é a única forma de descrever o dia de hoje. Acompanhava a Alana em nossa refeição matinal e nos preparávamos para ir a aula.
O chão tremeu e logo em seguida os copos e talheres começaram a flutuar no ar. As luzes piscaram muito rápido e nos demos conta que nós também estávamos flutuando. Tentei me segurar em qualquer coisa mas só consegui pegar a mão da Alana.
Seguiu-se um estrondo e fomos jogadas violentamente contra o teto, caindo em seguida com todos os objetos que se espatifaram no chão.

Ficou tudo escuro. Em seguida as luzes de emergência acenderam e o alarme soou. Só consegui ouvir várias pessoas gritando. Me abracei com Alana. Não sabíamos o que estava acontecendo e nem o que fazer. Ficamos paralisadas e começamos a chorar de desespero.

Não se passaram muitos minutos até que vimos luzes de lanternas. Cerca de cinco pessoas estavam resgatando as estudantes que ficaram na cantina. Fomos levadas ao auditório onde todas as demais estavam reunidas.
Muita gente querendo saber o que aconteceu, procurando pelas amigas e muitas informações desencontradas.
Tentamos localizar a Lori mas estava muito escuro, não deu.
Uma enfermeira passou com uma lanterna, examinando todo mundo meio que rapidamente, mas parou ao me ver. Neste momento percebi que estava com o rosto todo ensanguentado devido a um corte no supercílio causado pela queda, quando provavelmente bati com o rosto na mesa da cantina. Ela fez um curativo e continuou a atender as demais.

A oficial de segurança pediu calma. As últimas pessoas já estavam sendo trazidas e iriam começar a chamada para saber se estavam todas a salvo. Não sei quanto tempo se passou, mas tiveram de repetir a chamada umas três vezes, pois, sempre faltava alguém.
As meninas que se machucaram estavam sendo encaminhadas para o hospital.
Eu não queria ir, pois ainda não havíamos encontrado a Lori. Apenas após muita insistência de Alana, resolvi deixar a faculdade.

Ao chegar no hospital, muita gente aguardava atendimento. Cerca de dez enfermeiras eram coordenadas por Marina. Três faziam a triagem, cinco cuidavam dos casos mais simples enquanto que as últimas duas juntamente com a Marina e a Doutora De’Lacroix cuidavam dos ferimentos mais sérios.
A Marina deu uma olhada no meu machucado, disse que precisaria de alguns pontos e pediu que aguardasse. Mas eu não podia ficar parada. Dei um jeito de ajudar na triagem, levando suprimentos e oferecendo água aos feridos.

Quando finalmente o sinal de alerta cessou, todas as luzes se acenderam. Boa parte da tripulação se reuniu na ágora para o relatório final. Vestidas com uniformes de bombeiras, seguranças e enfermeiras.

Nos minutos após o incidente, todas as mulheres e homens que não se machucaram seriamente abandonaram seus postos de trabalho para responder a ocorrência. A prioridade foi estabelecer a segurança no berçário, escola, faculdade e laboratórios, enquanto uma segunda equipe seguiu para o lugar onde o acidente teria ocorrido.

Ainda não saiu um relatório oficial. O pouco que sei eu ouvi as outras falarem. Houve um incêndio no núcleo 7 localizado na popa. Talvez um tanque de hidrogênio... vamos esperar para saber.

No momento estou sozinha no meu quarto. As meninas não puderam vir dormir aqui por ordem da segurança. Farão mais uma contagem para saber se estão todas bem, assim, foi solicitado que ficássemos nos quartos.
No espelho, verifiquei o meu machucado. Tomei quatro pontos e no momento o meu olho está roxo e inchado devido a pancada.

Estou horrível...
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Re: O Diário de Kalyn - Face E-book

Mensagem por Lucas Ianiak em Qua Fev 06, 2013 1:22 am

Legal. Acho que você poderia enfeitar um pouco mais sabe, descrever mais cenários, por exemplo no hospital...

Não sei se lerei tudo, mas no aguardo do próximo capitulo para ver o que sairá Very Happy

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Re: O Diário de Kalyn - Face E-book

Mensagem por Fittsherck em Qua Fev 06, 2013 6:53 am

Olá Lucas,

Obrigado pelo comentário.

Venho lembrar que este é apenas um trecho do livro e faz parte do segundo capítulo.
O hospital é descrito na primeira parte da estória, mesmo assim de forma bem leve, pois uma descrição detalhada não combina com uma narrativa no estilo de um diário e também estou procurando descrever pouco para deixar o texto mais leve ao mesmo tempo em que dou a chance para que os leitores imaginem as cenas como melhor acharem.

Sabemos como um hospital se parece, e de uma forma ou de outra, sabemos como se pareceria o interior de uma nave espacial. Assim, temos um hospital embarcado. Como ele se parece?

Me diga você.

O mesmo princípio estou adotando para a descrição das personagens, onde dou apenas os pontos principais. A Lori é loira dos olhos azuis com 1,78m. Já a Kalyn é o oposto, sendo baixinha e morena dos olhos vermelhos. Yeah, vermelhos.
O resto é contigo.

A maioria dos trechos da obra é composta de textos bem pequenos, de forma que não preciso trazer tudo aqui e pedir para avaliarem. Mas trarei os trechos maiores para buscar justamente a opinião do pessoal.

Os interessados em ler na sequência devem buscar os links na minha assinatura. (aconselho começar pelo blog)

Abraços,
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Re: O Diário de Kalyn - Face E-book

Mensagem por Fittsherck em Dom Mar 17, 2013 11:26 am

Segue mais um trecho postado esta semana. Lembrando que não estão na ordem.

Como uma bactéria pode destruir um mundo inteiro? A história é contada em detalhes no primeiro livro que escrevi em 1998, e citada na minha atual obra.

Espero que gostem:

A bactéria que destruiu o mundo:
Spoiler:

DRO: 0488
Data: 17/05/2145 (Segunda-feira)
Assunto: K-59

De uns tempos pra cá o número de atendimentos na clínica veio caindo, tendendo a normalização.
Semana passada passei dois plantões sem qualquer atendimento e já me acendeu o sinal de alerta. Será que vou me formar bióloga e ficarei por fim, praticamente sem trabalho?

Porém, a realidade agora é diferente, uma vez que posso trabalhar também com pesquisa, bastando escolher um tópico e obter autorização dos conselhos.
Tendo minhas raízes na medicina, não poderia deixar de pensar no que leva os ramilis a simplesmente morrerem por volta dos três ou quatro anos. Seria isso uma espécie de doença? Haveria uma possibilidade de cura?

Era necessário entender o que se passa em seus organismos durante este período e assim, desde a última semana, venho recolhendo amostras de sangue de todos os ramilis que aparecem para reintegração, e comparando os resultados com os indivíduos saudáveis.

Gyasi percebeu o que estava fazendo e apressou os meus resultados dizendo que os ramilis morrem porque as enzimas param de funcionar, causando falência múltipla de órgãos. É uma deficiência genética resultante do processo de escrituração do DNA a qual até hoje, ninguém conseguiu corrigir.
Ela completou dizendo que houve muitas tentativas de tratar essa anomalia, mas sem sucesso. Porém, um tratamento específico promete resolver todas as deficiências dos ramilis, mas por motivos óbvios, na opinião dela, ninguém teve coragem de testar.

Ela me convida à câmara de armazenamento de materiais biológicos, que possui um setor exclusivo para espécimes perigosos, e no mais frio e seguro cofre do Maedro está guardada uma pequenina capsula contendo um reluzente líquido azul. Trata-se da bactéria K-59, responsável por dizimar praticamente toda a população do nosso mundo.

Quase todas as pessoas expostas a este micro-organismo morreram em menos de uma semana. O pânico se generalizou até a descoberta de um antibiótico que se acreditou capaz de conter o avanço da doença.
Mas descobriram que as mortes na verdade ocorriam por conta da reação exagerada do organismo em se livrar do corpo estranho, e as pessoas que sobreviveram, foram infectadas por uma variação ou evolução da bactéria, que era menos agressiva do que sua forma original.

Ela mudou sua estrutura para continuar sobrevivendo e uma vez alojada no corpo das pessoas, forçava nelas, rápida mutação com o objetivo de assegurar a sobrevivência do organismo. Tais alterações eram praticamente imperceptíveis, embora alguns indivíduos apresentassem queda de cabelos, manchas na pele e outros efeitos indesejáveis. Mas o estado de saúde de uma forma geral melhorou, como se a nova variação da bactéria tivesse de alguma forma sido assimilada pelos organismos e reforçado seus sistemas imunológicos.

O problema voltou a ser visto como grave quando as novas crianças a nascer apresentaram todo o tipo de alteração congênita. Mutações resultantes da modificação genética causada pela exposição a K-59. Cor da pele, fisiologia, estrutura óssea, tudo o que se puder imaginar. Pensou-se na época em sacrificar as crianças mutantes, mas o tema dividiu opiniões porque elas representavam 70 a 80% dos nascimentos além de serem extremamente saudáveis, apesar das diferenças físicas. Então resolveram sacrificar apenas aquelas que apresentassem o que chamaram de “deficiências severas”.

Tal medida continuou a ser controversa e a população de Kasye se dividiu entre os que apoiavam e os que repudiavam as iniciativas em resposta ao novo problema.
Não sabemos o que aconteceu depois, e não foi preciso perguntar que a K-59 ou alguma variação dela, deu a exótica tonalidade dos meus olhos.
É certo dizer que todas trazemos em nossos genes, alterações causadas pela exposição a este micro-organismo, mas apenas eu manifesto isso fisicamente. E se foi por conta das mutações que fugimos de Kasye, não seria nenhuma surpresa que sofresse qualquer tipo de discriminação.

Eu sofri muito com isso!

Em todo caso, existe há muitos anos, uma pauta autorizada para o uso da K-59, com o objetivo de testes em ramilis, para tentar desta forma curar suas deficiências ao mesmo tempo em que controlam as mutações com um soro desenvolvido para tal.
Mas se algo der errado, a K-59 pode sofrer alterações, se espalhar e acabar matando todo mundo, ou pior...

Por isso que entra biólogo e sai biólogo, e ninguém tem coragem de fazer testes com esse material. A Gyasi é só mais um caso.

Daqui a dois meses me formarei e poderei assumir este projeto, mas não preciso esperar tanto para decidir...

Nem morta eu vou trabalhar com a K-59.
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Re: O Diário de Kalyn - Face E-book

Mensagem por Mothers monsters em Dom Mar 17, 2013 2:02 pm

Desculpe-me, mas esse fórum é destinado para a postagem de fics, é proibido fazer propagananda nele.
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Re: O Diário de Kalyn - Face E-book

Mensagem por Fittsherck em Dom Mar 17, 2013 4:21 pm

Olá!

Estou postando apenas os melhores momentos, pois, vez ou outra encontro erros e fica muito mais fácil corrigir se estiverem concentrados em um único lugar.

Não considero o meu post uma propaganda, uma vez que estou sempre trazendo conteúdo inédito, além de que todas as histórias que escrevo são disponibilizadas gratuitamente.

Infelizmente não tenho como trazer a obra inteira pra cá, pois, demandaria muito tempo. O que eu posso fazer é trazer trechos em forma de mini contos.

Caso a minha conduta não seja aceita pela comunidade, é só avisar que darei um jeito de resolver.

Grato pela atenção,
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Re: O Diário de Kalyn - Face E-book

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