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Endless Passion

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Endless Passion

Mensagem por Kelly Grey em Ter Jan 29, 2013 8:01 am

Nome da Fanfic: Endless Passion

Classificação: +18

Categoria: The Vampire Diaries

Personagens: Alaric Saltzman, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Jenna Sommers, Jeremy Gilbert, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood.

Gêneros: Ação, Amizade, Comédia, Drama, fantasia, Humor Negro, Mistério, Romance, Suspense, tragédia e Universo Alternativo.

Avisos: Álcool, Linguagem Imprória, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoiler, Tortura, Violência.

Notas da História:
#Casal principal: Delena.
#Todos humanos
#Comentem Please =D

Resumo:

“Elena Gilbert é uma garota problemática.

Ou, pelo menos, é o que todos pensam. Mas quem poderia realmente culpa-los? Tinha sido convidada a não voltar mais para a Coots Hill, e também não era das mais fáceis de lidar…

Talvez indo passar um ano em Mystic Falls com sua tia melhorasse as coisas.

Mas então entra Damon Salvatore. Damon é frio, mulherengo, popular, sem sentimentos, grosseiro, egocêntrico, irresistivelmente charmoso, consumidor de pensamentos… Um completo idiota.

Mas é como dizem: “há uma linha tênue entre o amor e o ódio que muitos tendem a cruzar”

um conto de amizades verdadeiras, brigas infernais, vizinhos irritantes, e duas pessoas que se odeiam tanto a ponto de se amarem.“


Última edição por Kelly Grey em Sex Fev 01, 2013 8:12 am, editado 1 vez(es)
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Kelly Grey

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Re: Endless Passion

Mensagem por Kelly Grey em Ter Jan 29, 2013 8:18 am

Prologue

Noite quente de verão. Para ser exata, estamos no primeiro sabádo do mês de Agosto. As estrelas nunca brilharam tanto. Estou sentada na janela do meu quarto, aqui em Londres eu voltei para a Inglaterra, eu estou admirando esse espetáculo deslumbrante e pensando nas coisas que me aconteceram naquele verão, se minha mãe não falava comigo no começo desse ano, agora ela nem me olha na cara, ela me acha uma qualquer, uma vadia, ela disse que me mandar para Mystic Falls foi um dos seus maiores erros e que por causa de minha irresponsabilidade eu quase morri, o pior é que meu coração está destroçado, eu o odeio Eu odeio Damon Salvatore com todas as minhas forças.

Eu era outra Elena Gilbert, com certeza era.

A lembrança dói. Meu cérebro tenta descobrir onde fica exatamente a dor, mas logo desiste, porque tudo dói. Mais tudo começou quando....

Chapter 1 - Mystic Falls

Dei um suspiro de alívio quando o carro entrou na estrada que levava à casa de tia Jenna, omo eu e mamãe não estávamos nos falando quando saímos de Londres, eu não imaginava para onde ela ia me despachar. A julgar por seu mau humor, ela seria bem capaz de me comprar um bilhete só de ida para um desses acampamentos onde a gente passa as férias de verão usando um uniforme verde-oliva e dizendo sem parar: Sim, senhor! Não, senhor!.
_Não posso ficar com você, Elena - disse mamãe com frieza, enquanto abria o porta-malas e punha minhas coisas na calçada. - Jeremy fica inquieto quando demoro a voltar.

Mal suspirei. Eu não estava disposta a quebrar meu voto de silêncio. Estava furiosa com mamãe. Ela sempre se preocupava mais com meu irmãozinho de oito anos do que comigo. Fiz cara de ironia e continuei no carro, enquanto ela se dirigia para a casa de tia Jenna.

Antes de deixarmos de nos falar, tudo o que minha mãe me dizia eram coisas do tipo:
_Elena, como você pôde... - ou o clássico:
_Quando eu tinha a sua idade... - seguido da típica reclamação dos pais modernos:
_Você tem idéia de como foi difícil conseguir vaga para você na escola Coots Hill? Precisei comprar esta casa horrorosa só porque fica perto da escola!
Eu me sentia muito culpada por isso. É difícil conseguir matrícula nas boas escolas de Londres.
Mamãe então começava a resmungar que talvez precisasse procurar uma escola da rede privada...
_Se é que alguma vai aceitar você!
Toda vez que ela dizia, pela milionésima vez:
_Elena, quando eu tinha a sua idade...
Eu estourava:
_Mamãe, isso foi há muuuuuito tempo, quando garotas de dezesete anos usavam aqueles calções cheios de babados até os joelhos e eram loucas por hóquei no gelo e bundas geladas! - Aí rolava uma briga feia e a gente parava de se falar.
Que mais eu podia fazer? Eu prometi a Rebekah que não contaria nada. Mamãe não vivia tentando enfiar na minha cabeça que era fundamental ter palavra? Ao sair de casa, percebi que Rebekah olhava para mim do outro lado da rua, na janela do seu quarto. Estava pronta para sair para a escola e me olhava fixamente. Desviei o olhar.

Pela janela do carro, eu não tirava os olhos de mamãe, enquanto ela conversava com Jenna. As duas se viraram e olharam para mim. Eu as encarei. Mamãe fechou a cara e Jenna deu um sorriso amarelo. Mamãe começou a falar animadamente, gesticulando muito. Claro que estava contando, com detalhes terríveis, a proeza de sua única filha ter conseguido ser expulsa de uma escola tão boa.
Na verdade, eu não fora expulsa. Para todos os efeitos, estava saindo duas semanas antes do fim do semestre, para dar um tempo. Mas a diretora, a profª Margaret, já deixara bem claro que eu nunca mais voltaria a ser aceita na Coots Hill.

A lembrança daquelas reuniões constrangedoras na sala da direção me dava calafrios. Então me afundei no meu assento, pois pelo menos ali, naquele momento, tudo era seguro e quentinho. Olhei pelo espelho retrovisor e me imaginei participando de um drama policial, diante de um oficial lendo minha descrição: Solteira, branca, 1,70 m de altura, cabelos compridos castanhos, olhos castanhos, nariz vermelho e úmido e lábios carnudos. Recusa-se a falar. É uma garota má. Claro que a história da garota má tinha outro lado. Parte de mim queria ceder e contar tudo a mamãe. A bem da verdade, ela tentara me fazer falar. Meu estômago revirava só de pensar no que eu fizera. Para ser franca, a desavença com mamãe não passava de uma cortina de fumaça. Significava que eu não precisaria falar com ela sobre aquilo. Ela chegou até a telefonar para papai e contar tudo a ele e a sua mulher. Várias vezes, cheguei bem perto de perder o controle e abrir o jogo. Mas April estava no meio do rolo. Eu não podia dedá-la!
Mamãe vivia perguntando:
_Foi April quem a meteu nisso? e repetia a mesma pergunta de mil maneiras diferentes.
Eu odiava o fato de ela imaginar que só outra criança podia ser culpada de um comportamento tão inesperado.
_Não sou mais criança. Sei muito bem tomar minhas próprias decisões respondi nem sei quantas vezes. Eu tinha o direito de guardar meus segredos. Além do mais, minha mãe estava chegando perigosamente perto da verdade.
Perdida em meus pensamentos, levei um susto quando mamãe escancarou a porta do carro:
_Vamos, Elena, desça.
Desci o mais devagar que pude, enquanto ela e Jenna se despediam com um abraço.
Jenna era a irmã mais velha de mamãe, mas parecia mais jovem.
_Ela não tem de trabalhar, nem tem filhos para envelhecê-la ouvi mamãe dizer certa vez, com uma pontinha de ressentimento na voz.
_Não quer mesmo ficar para um chá? perguntou Jenna com seu jeito doce.
Mamãe fez que não com a cabeça:
_Estou cheia de coisas para fazer. Como algo na estrada mesmo. Elena disse ela olhando para o alto, sem me encarar -, deixei dinheiro com Jenna para os seus gastos.
Enfiei as mães nos bolsos e dei de ombros. Quando o carro tomou a estrada, deu um tchau irônico e disse:
_Tchau, mamãe, também te amo!
E foi assim que me vi exilada na casa de tia Jenna. Só tinha duas coisas pela frente: passar um verão de cão e me mostrar profundamente grata quando Sua Majestade me permitisse voltar para outra escola em Londres.
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Re: Endless Passion

Mensagem por Kelly Grey em Sex Fev 01, 2013 8:28 am

Bom, como não gostaram acho que vou parar.... Sad

Chapter 2 - You still pay me



Diário...

Tia Jenna mora em uma bela casa aqui em Mystic Falls, essa cidadezinha deve ser um tédio, com certeza é um daqueles lugares frequentados por gente velha e por jovens cujo as mães não tiveram pena de despachar aqui.
Já vim aqui quando tinha dez anos, com certeza deve ter mudado muita coisa e eu não lembro muito afinal foi a sete anos atrás.
Jenna mora com o namorado Alaric, eu gosto dele, ainda me lembro quando vim aqui a anos atrás, ele sempre foi muito legal comigo, Jenna tinha um cachorrinho muito fofo chamado Max, o Ric que deu pra ela, aiai muito rômantico, não? Eu queria alguém assim, que quisesse me agradar e que me amasse tanto quando Ric ama Jenna, mais no alge dos meus dezessete anos nunca me apaixonei de verdade, e Kol não conta é culpa dele e de April que eu estou nesse fim de mundo.
Jenna me disse que ela e Ric são proprietarios de um dos pontos mais badalados daqui, o Mystic Grill, pode ser interessante ir a esse grill, pelo ao menos não vou ficar enfurnada 24 horas dentro dessa casa.
Até mais..... "

____//____


Levantei da cama , deixei meu diário em baixo do colchão, só por precaução, fui direto a janela que estava aberta, que saco, mal acordo e já tenho que encarar o tempo ensolarado de Mystic Falls, eu sou pálida de mais, vão zuar comigo por isso. Ia fechar a cortina quando dou de cara com um espetáculo: A janela da casa vizinha era bem grande e como a do meu quarto, ela também tinha uma varanda onde havia um corpo lindo sentado numa cadeira, não deu pra ver o rosto porque estava escondido pelo livro que lia, mais pude ver, sua pele era incrivelmente branca, ora ora eu não sou a única assim aqui! Músculos esculpidos por deuses, não era exagerado mais era na medida certa pra mim, o que está pensando Elena? É por causa de um cara assim que se meteu numa confusão e vei parar aqui! mais tenho que admitir... Que deus grego - ai minha deusa perva.
_Ui mamãe, alguem joga um extintor aqui - sussurrei baixinho mais foi suficiente para o carinha da varanda afrente escutar, droga, me joguei no chão doo quarto pra que ele não me visse porque eu acabei de levantar da cama e acho que um pijama não é muito sexy
Max entra no quarto e vem em minha direção, graças a minha nossa senhora das boas moças, não era Ric ou Jenna senão eu teria que explicar por que estou jogada no chão do quarto feito uma louca esvairada.
_Shuuu... max - acaricio o pelo dele - Ele já foi? - sussurro pra max, como se ele fosse me responder, max mel ambe no rosto.
_Oh max, que nojo - saiu correndo em direção ao banheiro onde tomo uma longa ducha quente, coloco meu short azul de corrida e uma blusa preta, pego meu Ipod, prendo o cabelo em um rabo de cavalo e desso a sala de estar.
_Acordou cedo, caiu da cama Elena? - minha tia debocha de mim.
_Eu gosto de correr por essas horas - digo sem ligar pro que ela disse, eu gosto de Jenna e tenho certeza que ela não falou pra me aborrecer, diferente de Mirando "Minha Mamãe" que adora me aborrecer.
_Habitos saudaveis? Miranda não me disse nada sobre isso.
_Miranda não lhe disse nada que sja verdade a meu respeito tia.
_Credo Lena, ela é sua mãe - bufo com o comentário.
_Você sabe que ela não é necessáriamente minha mãe, eu preferia mil vezes ter ficado com você nessa cidadezinha do que ficar com Miranda Gilbert.
_Eu queria ter ficado com você, mais na época não tinha muitas condições então achamos que era o melhor pra você ficar com Miranda, querida. - suspiro sentando no braço do sófa.
_Sinto falta da mamãe e do papai, ainda me lembro deles.
_Você era muito nova querida. - tia Jenna senta no sófa ao meu lado, deito minha cabeça em seu colo.
_Tia, me fala mais sobre minha mãe? - ela acaricia meu cabelos.
_Bom, a sua mãe era uma ótima irmã, a mais sensata peo ao menos - rimos juntas e jenna continua - Ela sempre foi muito aplicada na escola, sempre que eu precisava ela me ajudava com os deveres de álgebra, também sinto falta de Isobel querida, mais entenda nem tudo sai como queremos. - levanto a cabeça e a encarro.
_Quanto tempo eu vou ficar aqui? - mudo de assunto pois sinto um nó se formar na garganta. Jenna suspirou, antes de responder:
_O tempo das férias... para começar. Vai passar o fim desse ano, e vai também ficar o ano que vem inteirinho aqui com a tia - ela disse meiga como sempre. - Vai estudar o último ano escolar aqui já que foi expulsa de Coot's Hill - eu iria protestar, apesar de gostar de ficar com tia Jenna eu não podia seder a ser exilada do mundo, mais antes Jenna falou.
_Veja bem, Elena, você já é bastante crescida para saber que não posso obrigá-la a nada. Não posso obrigá-la a contar o que aconteceu na escola, nem forçá-la a ficar aqui. Não mando em você, nem quero mandar. Pode ir embora quando quiser. Só peço que me comunique antes de qualquer decisão. - Isso me surpreendeu, porque durante a viagem, no carro com mamãe, eu vinha ensaiando um discurso do tipo: “Você não pode me obrigar a ficar aqui. Vou fugir. Você não pode me obrigar a fazer nada!”. Dito isso, eu planejava não abrir mais a boca, exatamente como vinha fazendo com mamãe, masi Jenna não merecia meu desprejo e ela não era Miranda então resolvi dar bandeira branca, paz por um tempo.
O discurso de jenna me deixou sem fala. Tomei meu café e me permiti sentir-me um pouco melhor. Já que eu não podia escolher entre ficar ou não, o lugar já não parecia uma prisão.
_Tia? - disse a chamando a atenção.
_Humm? Sim querida.
_Quem é o gato da casa ao lado? - Jenna arregalou os olhos pra mim e quase engasgou com o chá que ela tomava.
_Damon Salvatore? O Salvatore? fique longe dele Lena, não é boa coisa, apesar daqueles olhos azuis lindos - ela disse mordendo os lábios.
_Olhos azuis lindos? - fiquei mais curiosa, hum o gato tinha mais atrativos.
_Olhos magnificamente azuis céu, mais é desses que só pegam por diversão, cuidado lena.
_Hum... perigo? gostei disse mordendo o lábio inferior.
_Elena - ela me repreendeu.
_Há tia, vai admiti, ele é uma coisa– disse gesticulando com as mãos.
_Admito, admito, se ele fosse alguns anos mais velho....
_PEGAVA - nos duas falamos ao mesmo tempo e começamos a rir.
_O que pegava? - Ric perguntou entrando na sala.
_Er... pegava o mêtro, eu tava falando pra Elena que se tivesse mêtro aqui em MF seria bem mais rápido, afinal ela gastou horas em sua viajem de carro.
_Verdade - completei saindo da mesa.
_Tchau.
_Aonde vai? - jenna pergunta
_Correr oras - saiu da casa de tia Jenna, nossa ja fazia um bom tempo que eu não ria verdadeiramente, era sempre sorrisos forças, levei max comigo pra correr. estava escutando Misery Business - Paramore eu adoro correr escutando paramore.

Estava correndo com max, quando alguem tomba em cima de nos, nos fazendo cair no chão.
_Ai... você não olha por onde anda não? - levantei o rosto e vi um par de olhos azuis céu, como Jenna havia dito, mais são muito mais hipnóticos do que eu imaginei.

_Quem não olha é você, foi você que esbarrou em mim sua louca. - espera um pouca Louca não!!!

_Eu sou louca? por acaso foi eu que vim correndo sem olhar pra frente? olha o que você fez!!! meu Ipod, você o quebrou, ai que cocozinho, confinada e sem minhas músicas perfeito Elena Gilbert, olha aqui você é muito mau educado seu grosso.

_Eu quebrei? eu não quebrei nada, e não to nem ai pra sua esteria sua garotinha mimada, grossa é a tua mãe - quando vi minha mão já estava puxando o cabelo dele pra baixo com força.

_Não fala da minha mãe entendeu?

_Sua louca, doida maluca me solta sua debil mental - soltei e ele me fuzilou com os olhos.

_Você ainda me paga. _Ui to morrendo de medo, olha só como eu to tremendo - sorri irônica.

_Manda esse seu cachorro vira-lata sarnento sair de perta da minha Lady

_Lady ? hahahahahahahah - parei de rir de repente e me aproximei dele. _Olha aqui o max não é nem um vira-lata sarnento e se sua querida Lady não sai de perto dele é por que ela tem mais bom gosto que o dono.

_Olha aqui, você vai me pagar com juros sua idiota.

_Escuta aqui você, eu fuib exilada nesse fim de mundo por algo que eu não fiz, minha mãe não está falando comigo e eu estou num pessimo dia vou te exlicar a definição de TPM Treinada Para Matar então sai de perto de mim agora - berrei no meio do parque.

_E se eu não quiser? o parque é público - ai já passou muito do meu limite, soltei a corrente de max , eu sabia que ele não o atacaria mais iria brincar o que ia o deixar com medo.

_Max ataca - e max saiu correndo atrás dele, eles corriam até sair do meu campo de vista onde eu morria de rir

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